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  • Foto do escritorGabriela Soares

BBB e EB: 5 coisas que o Big Brother Brasil nos ensina sobre Employer Branding



Todo ano, o Big Brother Brasil (BBB) rouba a cena. 


Não importa se você dá uma espiadinha ou não: você provavelmente sabe, pelo menos um pouco, do que está acontecendo no programa. 


Por invadir as nossas casas, redes sociais e conversas com os amigos, o reality show nos impacta de formas que sequer percebemos – e o segredo para esse impacto ser positivo é tirar os melhores aprendizados que pudermos do programa. 


E posso afirmar: existem muitos aprendizados escondidos no Big Brother Brasil para todas as áreas profissionais. Acredite se quiser, até mesmo para Employer Branding. 


Neste artigo, você entende mais sobre o que podemos aprender sobre gestão de marca empregadora com o BBB. Vamos lá?


O que você encontra nesse artigo:

  1. A narrativa pessoal é o segredo

  2. Apostar no Marketing de Influência

  3. As plantas não vencem

  4. A comunicação é essencial

  5. Alianças são essenciais


 

1. A narrativa pessoal é o segredo

O Big Brother Brasil é conhecido por criar histórias envolventes ao redor dos participantes. Ele cria tramas, determina mocinhos e vilões e usa tudo o que pode para destacar as trajetórias, personalidades e valores dos brothers, para que o enredo seja interessante para quem está assistindo. 


No Employer Branding, é importante fazer isso com os seus colaboradores. 


O objetivo é encontrar histórias genuínas, autênticas, cativantes e verdadeiras sobre a conexão dos funcionários com a empresa. Assim, você pode homenagear e utilizar as narrativas pessoais dos membros da equipe para conquistar potenciais talentos que se identificam com sua cultura e valores.


2. Apostar no Marketing de Influência

Em 2020, o Big Brother Brasil inovou e convidou pessoas influentes para participarem da competição. A ideia não apenas elevou a curiosidade do público, mas também foi um fator decisivo para que a audiência do programa aumentasse, uma vez que a presença dessas pessoas na casa fez com que seus fãs começassem a assistir ao programa.


No Employer Branding, pode-se utilizar essa estratégia na criação de um Programa de Embaixadores, por exemplo. 


Nesse caso, você escolhe colaboradores e líderes influentes dentro da empresa para espalhar o seu posicionamento de marca empregadora. Ter um Programa de Embaixadores é uma técnica bastante eficaz para fortalecer a identidade da sua empresa e atrair os talentos mais alinhados com os seus valores, afinal, não há ninguém melhor para promover a sua missão e os seus valores do que quem trabalha nela.



3. As plantas não vencem

No jogo, “planta” é aquele participante que não se posiciona, que passa despercebido, seguindo apenas as opiniões dos outros e sendo, no final, desclassificado exatamente por essa indiferença e por não se destacar no jogo.


No Employer Branding, a falta de posicionamento também pode tirar a sua empresa do jogo. Ou, melhor, pode fazer com que a sua empresa não se destaque no mercado e, assim, não atraia ou engaje talentos certos. 


Por isso a importância de possuir um EVP, entender os seus atributos e, sempre que possível, comunicar e reforçar o seu posicionamento de marca empregadora com clareza.



4. A comunicação é essencial

No BBB, muitas brigas acontecem por falta de comunicação. Ao mesmo tempo, grande parte dos participantes que se comunicam com clareza e sabem argumentar bem ganham o coração do público.


Nas empresas, acontece a mesma coisa. Por isso, uma comunicação interna transparente pode ser uma grande aliada da sua marca empregadora.


A comunicação interna ajuda a fortalecer não apenas a equipe, mas também o employer branding, pois ajuda a evitar ruídos sobre o posicionamento da marca.



5. Alianças são essenciais

O jogo é marcado pela formação de grupos do início ao fim. Ou seja, não se ganha – ou pelo menos é muito difícil ganhar – o Big Brother Brasil sem fazer alianças.

 

No Employer Branding, as alianças também são essenciais. 


A área de EB precisa se conectar com outros departamentos, como o Marketing e o RH, para conseguir realizar uma gestão de marca empregadora mais estratégica, alinhada ao negócio e conectada às reais necessidades dos colaboradores.


 


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