• Angélica Madalosso

EB Lover, by Elisa Calvo Ely

Atualizado: 24 de jun.


Hoje a protagonista da editoria EB Lover é a Elisa Calvo Ely.


Qual sua área de formação?

Minha formação é em Publicidade e Propaganda pela ESPM de Porto Alegre.


Há quanto tempo você trabalha com EB?

Com Employer Branding trabalho, oficialmente, há um ano e meio. Mas considerando minha trajetória profissional, comecei a me desenvolver na área há 8 anos, já que iniciei no time de Comunicação Interna e sempre atuei em frentes como as redes sociais e eventos - eu só não sabia o que era EB na época.


Quais empresas você já trabalhou?

Na Arezzo&Co e na 99.


Quais são as suas principais atribuições?

No decorrer do meu desenvolvimento profissional tive muitas atribuições diferentes. Hoje, meu principal desafio é conseguir separar os “trabalhos”, uma vez que eu já atuei nas áreas de Comunicação Interna e Employer Branding ao mesmo tempo e, como aqui na 99 temos quase mil colaboradores, o trabalho é bem intenso.


Nos últimos meses, trabalhando oficialmente com EB, tenho como principais responsabilidades gerir os canais de comunicação, como linkedin e o site de carreiras, garantir a estratégia de marca empregadora diversa e inclusiva, revisar e apoiar os processos de Candidate Experience e Employee Experience, e fomentar a participação da 99 em eventos que façam sentido com a nossa estratégia de EB. Gosto também de me envolver com todos os processos, para que estejamos alinhados em todos os pontos de contato com o colaborador, então participo desde o onboarding até as estruturas do processo admissional, engajamento dos colaboradores, e offboarding - tudo sempre alinhando a identidade visual e o copywriting com o nosso EVP.

Como tenho 8 anos de carreira em Comunicação Interna, estou acostumada a colocar a mão na massa, então isso me possibilita ter uma redação criativa, um olhar crítico para identidade visual e produção de vídeo, construção de storytelling e muito mais...


Nesse ramo do EB, entendo que é preciso ter um olhar generalista, e é claro que estou sempre em busca de novas fontes de conhecimento, seja com cursos, livros ou benchmarkings, e, assim, percebo o quão ter esse background me ajuda a ser mais criativa, com um olhar mais amplo na hora de pensar em soluções. O que fica muito claro para mim que nós, profissionais de EB, atuamos como consultores, “costurando” as diversas áreas da empresa, o tempo todo - participamos desde o planejamento dos projetos e iniciativas, direcionamos a criação de arte e a redação, colhemos os resultados quantitativos e qualitativos para criação de reports, etc. Já deu para perceber que temos que saber de tudo um pouco, não é mesmo?


Qual o maior case que você já trabalhou ao longo de sua trajetória?

Eu diria que tem vários aos quais já fiz parte, mas começaria destacando o programa de estágio desenvolvido aqui na 99, que foi um dos primeiros programas que aconteceu depois de termos montado o nosso EVP. Na verdade, o próprio EVP foi uma aventura por si só, pois já sabíamos das nossas dores, mas tivemos que pensar muito no que nós podíamos ofertar para as pessoas sobre os nossos valores e mensagens únicas. Foi preciso desenvolver um pensamento mais coerente como marca, um discurso alinhado, redesenhar a identidade visual… Foi muito bom ter liderado tudo isso. O próprio site de carreiras foi um projeto feito e sonhado por muitos, e levou alguns meses para ser concluído de fato para, mostrarmos, por exemplo, a nossa relação com a DiDi, empresa que comprou a 99 em 2018.


Que dica você daria para quem quer trabalhar na área?

Uma dica fundamental para quem quer trabalhar na área de Employer Branding é, sem dúvidas, o intraempreendedorismo. Acho que essa é a dica de ouro: se empoderar do assunto, achar os seus patrocinadores internos, que vão comprar a ideia dessa nova área, e, literalmente, colocar muita mão na massa.


Não deixe de ir atrás de capacitações, assim como fiz na minha trajetória - participe de fóruns e eventos, faça cursos curtos, leia livros e artigos, tanto sobre a temática de Employer Branding em si, como de outras competências como escrita criativa, redes sociais, analytics, tráfego pago, etc.


Se você quer atuar na área, seja protagonista da sua história e vá com medo mesmo. Sair da zona de conforto nem sempre é fácil, mas muito necessário quando queremos construir uma melhor jornada para as pessoas. Aproveite que essa área está em desenvolvimento e evolução e se destaque por ser referência do assunto aí na sua empresa, adquirindo novos escopos e responsabilidades até conseguir, quem sabe, a sua cadeira afirmativa de EB!




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