Uma das vantagens do uso dos SB-800/600 é a rapidez com que eles ficam prontos para a “batalha”. Em questão de segundos consegue-se mudar da operação normal para “remote” e vice-versa.
Quando tudo no seu trabalho conspira contra você, velocidade se torna um grande trunfo.
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Nos últimos artigos eu falei sobre a vantagem do uso do flash, da possibilidade de usá-los fora da câmera e havia prometido mostrar como programar tanto o flash quanto a câmera para operar no modo “remote”.
Semana passada estive em Cuiabá para fazer as fotos de divulgação da nova novela das 6 da Rede Globo, “Paraíso”, e tive boas oportunidades para usar o sistema.
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Sempre que desejava uma luz mais suave ao usar os flashes da Nikon fora da câmera, optava pelas sombrinhas difusoras. Apesar de simularem o comportamento de um hazy-light, não são tão precisas no controle da iluminação quanto um soft-box tradicional.
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Com o sistema CLS (Creative Lighting Sistem) da Nikon, ficou muito mais fácil fazer uma iluminação diferenciada nas fotos. Contar com a possibilidade de posicionar o meu flash fora do topo da câmera tem feito muito pelas minhas imagens.
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Eu sei… O trocadilho do título é infame, mas quem já tentou ler as instruções de qualquer modelo atual deve ter se sentido perdido lá pela página 3. Como a tecnologia presente nesses equipamentos é revolucionária e a linguagem utilizada nos seus manuais mostra como um escritor pode ser sádico, os usuários comuns ficam com a falsa sensação de que basta programá-los para funcionar no modo TTL que todas as suas dúvidas serão sanadas e assim, acabam perdendo uma excelente oportunidade de aprender um pouco mais sobre luz e de como expandir os limites da sua criatividade.
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