Havia uma forma fácil de “colar” na resposta da comparação no post anterior: quando se passava o mouse pelas imagens elas mostravam o link com a letra (D ou G) da lente que eu havia usado, mas dessa forma o teste não teria a menor graça.
A nova Nikkor AF-S 50mm f/1.4 G é a “LENTE B” e ela se mostra melhor mesmo em vários aspectos, embora a antiga ainda tenha uma qualidade excelente e um preço convidativo se considerarmos que novos filtros terão que ser adquiridos no “up-grade”. Eu normalmente uso 4 deles junto com essa objetiva (não ao mesmo tempo, lógico): um polarizador, um 81B, um UV e um anel adaptador para o sistema Cokin quando tenho que usar um filtro de densidade neutra graduado. Somando todos esses elementos, o salto representa um investimento considerável.
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Leve, prática, com uma ótica já excelente, clara e rápida o suficiente para ser usada em qualquer tipo de luz sem o uso de tripés ou flashes e, como se não bastasse, uma mestra na arte de compor e fotografar.
Todas essas qualidades transformaram a objetiva 50mm em um mito. Ao contrário das objetivas com zoom, uma lente fixa com essa distância focal exige que o fotógrafo se mexa para encontrar o quadro certo e conversar intimamente com o retratado, forçando-o a sair da zona de conforto e a abertura máxima de f/1.4 transforma um pequeno bocado de luz em energia suficiente para a sua criatividade pirar.
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Eu passei o finalzinho da noite de uma sexta-feira 13 em uma discussão impressionante sobre o modo TTL em flashes com alguns amigos que me acompanham no Twitter (@heidertorres, @wefers, @namuchila, @felipeschiavon) e achei curioso como 3 letras tem o poder de colocar a cabeça de um fotógrafo dentro de um vespeiro furioso.
Quando terminamos de conversar me deu vontade de escrever esse post comentando sobre a mais badalada tecnologia presente nos flashes atuais, tida como a solução definitiva para qualquer tipo de foto, mas que na verdade confunde muita gente experiente. Ouso dizer que sua incompreensão é a causa de muito fotógrafo deixar de usar os flashes: “Meu Deus, se nem com isso eu consigo boas fotos, melhor fotografar sem eles”. Só que pensando assim, o fotógrafo limita sua atuação e diminui seus ganhos.
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Deu uma dor tremenda abandonar o blog antigo e partir para um novo, mas ao mesmo tempo uma sensação de realização impulsionava a idéia. Um pouco de preguiça minha tinha deixado o blog confuso.
Sem tags, categorias ou qualquer serviço de busca interno, o acesso à informação estava ficando cada vez mais difícil, fora que a indexação pelos mecanismos de busca era praticamente impossível. O tema “Batman em Gothan City” era estiloso, mas aos 37 anos eu já sentia certa dificuldade na leitura das letras brancas contra o fundo preto, era ótimo para as imagens, mas para a vista…Ugh! Um blog que fala sobre iluminação, fotografia e paixão, não pode viver às escuras.
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