Snoot: porque menos é mais! 6
Uma das boas coisas na Fotografia é que palavras como “sempre”, “nunca” e “não”, perdem o sentido…
Bem diferente da Engenharia…
Uma das boas coisas na Fotografia é que palavras como “sempre”, “nunca” e “não”, perdem o sentido…
Bem diferente da Engenharia…
No meio da tarde de uma quinta-feira lotada de pautas, recebo um email de uma de nossas assessoras:
“Renato, preciso de uma foto que mostre os atores Daniel Dalcin e Mariana Rios mexendo no computador como se estivessem atualizando seus blogs. Dentro do estúdio H existe uma sala com computador, tenta fazer lá. Preciso para hoje, matéria no Extra.
Nos últimos artigos eu falei sobre a vantagem do uso do flash, da possibilidade de usá-los fora da câmera e havia prometido mostrar como programar tanto o flash quanto a câmera para operar no modo “remote”.
Semana passada estive em Cuiabá para fazer as fotos de divulgação da nova novela das 6 da Rede Globo, “Paraíso”, e tive boas oportunidades para usar o sistema.
O último artigo que escrevi aqui ( sobre a calculadora dentro do SB-800) gerou uma dúvida interessante em uma grande amiga e leitora do blog. Como muita gente acha o flash um grande tabu, um assunto esotérico só para iniciados, pedi sua permissão para transcrever seus pensamentos e assim tentar ajudar aqueles que têm as mesmas dificuldades que ela. Espero que gostem e qualquer dúvida é só escrever.
Com o sistema CLS (Creative Lighting Sistem) da Nikon, ficou muito mais fácil fazer uma iluminação diferenciada nas fotos. Contar com a possibilidade de posicionar o meu flash fora do topo da câmera tem feito muito pelas minhas imagens.
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As modificações foram feitas por Carlos Alberto Ferreira