É curioso, mas eu quase não publiquei o o último post escrito aqui, sobre a medição dos flashes em TTL , porque achei que estava muito “simples”, afinal usei uma parede e um pano preto para explicar conceitos um tanto quanto obscuros. Foi justamente essa simplicidade que gerou tantos comentários e elogios, os quais agradeço de coração. A repercussão foi tão grande que o acesso ao blog triplicou da noite para o dia. Obrigado a todos que leram e comentaram.
Naquele texto, eu usava o flash no topo da câmera e havia deixado um “gancho” na esperança de que alguém fizesse a pergunta que gerou esse novo post, um complemento igualmente simples ao assunto anterior. A pergunta foi feita por um dos leitores, Jefferson Palladino: Leia mais »
Nos últimos artigos eu falei sobre a vantagem do uso do flash, da possibilidade de usá-los fora da câmera e havia prometido mostrar como programar tanto o flash quanto a câmera para operar no modo “remote”.
Semana passada estive em Cuiabá para fazer as fotos de divulgação da nova novela das 6 da Rede Globo, “Paraíso”, e tive boas oportunidades para usar o sistema.
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Eu sei… O trocadilho do título é infame, mas quem já tentou ler as instruções de qualquer modelo atual deve ter se sentido perdido lá pela página 3. Como a tecnologia presente nesses equipamentos é revolucionária e a linguagem utilizada nos seus manuais mostra como um escritor pode ser sádico, os usuários comuns ficam com a falsa sensação de que basta programá-los para funcionar no modo TTL que todas as suas dúvidas serão sanadas e assim, acabam perdendo uma excelente oportunidade de aprender um pouco mais sobre luz e de como expandir os limites da sua criatividade.
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