jun15
Caso seja recém-chegado aqui, não se assute: o assunto não é adestramento canino. “Cachorros eletrônicos”, ou simplesmente “cães”, foi a forma carinhosa que eu encontrei para me referir a um acessório tão criticado e desconhecido: os flashes portáteis.
Eu penso que usar números e letras para descrevê-los, como em SB-800 ou 580 EXII, só aumenta a distância entre o conhecimento e a prática, como se tivéssemos que programar um R2D2 ou o C3PO a cada tentativa de uso.
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A semi-final do quadro “Soletrando”, do Caldeirão do Huck, aconteceu nessa semana no Projac. Além do ótimo professor Sergio Nogueira, a cantora Sandy participou como jurada. Quando as assessoras souberam que ela estaria presente, eu escutei:
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A descrição de como essa foto foi feita está aqui, mas eu jurava que ela não sairia no jornal…
Esse é um post rápido, apenas para fechar o que foi escrito na postagem original.
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Semana passada eu ouvi o pedido de um amigo:
“Eu queria usar os ensinamentos e as técnicas do Jiu-Jitsu para ajudar pessoas na sua vida pessoal e profissional. Acho que a luta tem muito a ensinar sobre superação de problemas, valorização da auto estima, concentração, alimentação e respeito. Vou fazer um blog onde mostrarei tudo o que eu aprendi até hoje, mostrando também que um lutador não é um irresponsável, muito pelo contrário, é alguém que conhece seus limites e a forma de superá-los. Me ajuda com as fotos?”
Eu conheço o Mauro Verry, ou Maurinho para os íntimos, desde que eu era criança, sua história dá crédito ao seu propósito e chegar aos 50 anos com a disposição de um garoto não é para qualquer um. Ponto para o Jiu-Jitsu.
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