Isso É um fundo branco! 54
“Tá me achando com cara de Sandy?”
Foi assim que Cotta, Johnny Cotta, respondeu quando perguntei se poderia usá-lo como modelo para um novo post. “Mas a luz é dura ou suave?”
“Tá me achando com cara de Sandy?”
Foi assim que Cotta, Johnny Cotta, respondeu quando perguntei se poderia usá-lo como modelo para um novo post. “Mas a luz é dura ou suave?”
Semana passada estava na cidade cenográfica de Araguaia com a incumbência de fazer um retrato dos atores Julia Lemmertz e Thiago Fragoso para um suplemento de TV do jornal Estado de São Paulo. O tempo estava nublado, não havia uma nesga de Sol e uma luz difusa e densa cobria a locação. Como a gravação estava chegando ao fim e os atores teriam que dar uma entrevista, resolvi buscar um fundo que servisse para a imagem. Encontrei uma casa cenográfica bem ao lado da gravação, com paredes de madeira na cor neutra e bem próximo dos refletores usados na cena. Um deles estava bem posicionado e era só virá-lo para a casa que eu teria uma luz boa iluminando o casal.
Conversei com os iluminadores e pedi que quando a gravação acabasse o refletor fosse mexido, eles prontamente concordaram. Fiquei tranquilo durante um tempo, parte da cena foi gravada e o casal de atores veio em nossa direção, atrás deles ecoou a voz do diretor de fotografia; “Leva esse refletor aí para fazer o close dentro do carro”. Fiquei tranquilo por pouco tempo, lá estava indo embora a minha luz querida…
É curioso, mas eu quase não publiquei o o último post escrito aqui, sobre a medição dos flashes em TTL , porque achei que estava muito “simples”, afinal usei uma parede e um pano preto para explicar conceitos um tanto quanto obscuros. Foi justamente essa simplicidade que gerou tantos comentários e elogios, os quais agradeço de coração. A repercussão foi tão grande que o acesso ao blog triplicou da noite para o dia. Obrigado a todos que leram e comentaram.
Naquele texto, eu usava o flash no topo da câmera e havia deixado um “gancho” na esperança de que alguém fizesse a pergunta que gerou esse novo post, um complemento igualmente simples ao assunto anterior. A pergunta foi feita por um dos leitores, Jefferson Palladino: Leia mais »
Eu passei o finalzinho da noite de uma sexta-feira 13 em uma discussão impressionante sobre o modo TTL em flashes com alguns amigos que me acompanham no Twitter (@heidertorres, @wefers, @namuchila, @felipeschiavon) e achei curioso como 3 letras tem o poder de colocar a cabeça de um fotógrafo dentro de um vespeiro furioso.
Quando terminamos de conversar me deu vontade de escrever esse post comentando sobre a mais badalada tecnologia presente nos flashes atuais, tida como a solução definitiva para qualquer tipo de foto, mas que na verdade confunde muita gente experiente. Ouso dizer que sua incompreensão é a causa de muito fotógrafo deixar de usar os flashes: “Meu Deus, se nem com isso eu consigo boas fotos, melhor fotografar sem eles”. Só que pensando assim, o fotógrafo limita sua atuação e diminui seus ganhos.
Esse post é tão rápido quanto o vídeo que o acompanha. Estou em uma pequena área que serve de entrada auxiliar para a casa do Big Brother Brasil no dia seguinte à final do programa. Como os três finalistas estavam lá para uma seqüência de reportagens, surgiu a idéia de fazer umas fotos diferenciadas.
Eu fiz alguns cliques pelo gramado e no interior da casa, mas essa área de entrada representava um desafio para uma imagem que eu tinha na cabeça.
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As modificações foram feitas por Carlos Alberto Ferreira