Eu sei, eu sei, eu sei…prometi a resposta ao mistério do quadro apresentado no post “O Código Da Vinci” para o dia 30 de Abril, mas de lá até agora aconteceram tantas coisas na minha vida que dariam vários posts, pena que não sobre fotografia…Eu peço desculpas pelo atraso, mas vou tentar responder hoje. E vai ser difícil entregar a camisa a um só leitor porque foram várias as participações, muitos falaram apenas em rebatedor, o que está “quase” correto, mas só um deles falou primeiro exatamente o conceito descrito aqui, o nome do ganhador está no final do post….
Para aqueles que não o leram eu recomendo que o façam agora, clicando aqui e aproveitem para ver o complemento da discussão no post seguinte, “Olhe nos olhos, quero ver o que você diz”, assim a resposta tende a ficar mais clara.
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No penúltimo post aqui escrito ( Procurando Potência? ) eu mencionei que 2 perguntas interessantes haviam se transformado em belos assuntos para novos artigos no blog. Descrevi como uma simplificação desnecessária havia prejudicado a compreensão de um parâmetro muito útil para quem queria entender o comportamento dos “cães” ( o cabalístico Número Guia ) e prometi que responderia a segunda questão utilizando um “filete mágico” presente em um quadro (um não, vários) de um gênio da pintura: Leonardo Da Vinci.
A pergunta me foi feita via Twitter por Andrea Del Verrocchio, um pizzaiolo paulista que descansa da rotina do restaurante fotografando com os “cães”:
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Estou de Volta ao Rio, melhor dizendo, ao Brasil.
Estava curtindo merecidas folgas quando, uma dia antes de voltar ao trabalho, o telefone tocou: “Renato, você conhece o Maranhão?”
Olhei os “cães”, estavam deitados e assim ficaram, mas balançaram a cauda…rsrs…
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Uma das vantagens do uso dos SB-800/600 é a rapidez com que eles ficam prontos para a “batalha”. Em questão de segundos consegue-se mudar da operação normal para “remote” e vice-versa.
Quando tudo no seu trabalho conspira contra você, velocidade se torna um grande trunfo.
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