Eu estava pedindo meu almoço na praça de alimentação do Projac quando, ao olhar para trás, reparei que a Adriana segurava um rádio e sorria estranhamente para mim:
“Que bom te encontrar Renato, preciso de uma foto para a capa do CD de Viver a Vida até amanhã às 14 horas…”
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Tinha chegado cedo ao Projac para resolver uns assuntos na internet (me mudei há pouco e estava sem conexão em casa). Toca o telefone do departamento, a ligação era para mim.
-“Oi Renato, aqui é da Arte da novela Caras e Bocas, precisamos de uma ajuda sua…temos que fazer uma foto da atriz que vai representar a personagem da Flávia Alessandra adolescente. Eu tenho uma foto de referência aqui. Você pode nos ajudar?”
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Nos últimos artigos eu falei sobre a vantagem do uso do flash, da possibilidade de usá-los fora da câmera e havia prometido mostrar como programar tanto o flash quanto a câmera para operar no modo “remote”.
Semana passada estive em Cuiabá para fazer as fotos de divulgação da nova novela das 6 da Rede Globo, “Paraíso”, e tive boas oportunidades para usar o sistema.
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Sempre que desejava uma luz mais suave ao usar os flashes da Nikon fora da câmera, optava pelas sombrinhas difusoras. Apesar de simularem o comportamento de um hazy-light, não são tão precisas no controle da iluminação quanto um soft-box tradicional.
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O último artigo que escrevi aqui ( sobre a calculadora dentro do SB-800) gerou uma dúvida interessante em uma grande amiga e leitora do blog. Como muita gente acha o flash um grande tabu, um assunto esotérico só para iniciados, pedi sua permissão para transcrever seus pensamentos e assim tentar ajudar aqueles que têm as mesmas dificuldades que ela. Espero que gostem e qualquer dúvida é só escrever.
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