(para quem chegou aqui agora: esse post é uma continuação do artigo anterior, O Código Da Vinci, que vale a leitura, rsrsr).
Eu preciso aprovar os comentários antes que eles apareçam no post, peço um pouco de paciência porque tenho que fazer isso no tempo livre (tempo livre? o que é isso mesmo?? rsrsrs), mas todos são aprovados em ordem cronológica, não se preocupem.
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No penúltimo post aqui escrito ( Procurando Potência? ) eu mencionei que 2 perguntas interessantes haviam se transformado em belos assuntos para novos artigos no blog. Descrevi como uma simplificação desnecessária havia prejudicado a compreensão de um parâmetro muito útil para quem queria entender o comportamento dos “cães” ( o cabalístico Número Guia ) e prometi que responderia a segunda questão utilizando um “filete mágico” presente em um quadro (um não, vários) de um gênio da pintura: Leonardo Da Vinci.
A pergunta me foi feita via Twitter por Andrea Del Verrocchio, um pizzaiolo paulista que descansa da rotina do restaurante fotografando com os “cães”:
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Eu recebi por email duas perguntas interessantes essa semana que se transformaram em bons motivos para novos posts aqui no blog. A primeira vinha de São Paulo e foi respondida com a ajuda de um filete luminoso em um quadro antigo, mas também pudera, o pintor era um gênio.
A outra veio de longe, da Escócia, e me chamou atenção porque foi feita por um engenheiro aposentado que passara os últimos anos aperfeiçoando motores a vapor. Quando longe das caldeiras, ele relaxava brincando com seus SBs. Mandou uma foto sua (que aparece no cabeçalho do post) feita com um SB-800 com sombrinha, montado em velho tripé de ferro. Diz ele: Leia mais »