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	<title>I LOVE MY JOB &#187; Dicas e Dúvidas</title>
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	<description>&#34; Boa Luz e Boa Sorte &#34;</description>
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<title>I LOVE MY JOB</title>
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		<title>Isso É um fundo branco!</title>
		<link>http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2011/09/30/isso-e-um-fundo-branco/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 06:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Tá me achando com cara de Sandy?&#8221; Foi assim que Cotta, Johnny Cotta, respondeu quando perguntei se poderia usá-lo como modelo para um novo post.  &#8220;Mas a luz é dura ou suave?&#8221; Pronto, eu já tinha o modelo! A idéia é a seguinte: você precisa fazer um retrato e possui apenas um flash para iluminar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tá me achando com cara de <a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2009/05/07/isso-nao-e-um-fundo-branco/" target="_blank">Sandy</a>?&#8221;</p>
<p>Foi assim que Cotta, Johnny Cotta, respondeu quando perguntei se poderia usá-lo como modelo para um novo post.  &#8220;Mas a luz é dura ou suave?&#8221;</p>
<p><span id="more-1360"></span></p>
<p>Pronto, eu já tinha o modelo!</p>
<p>A idéia é a seguinte: você precisa fazer um retrato e possui apenas um flash para iluminar a cena, todo aquele esquema pensado de múltiplas luzes vai para o fundo da gaveta porque não há muito &#8220;equipamento&#8221; disponível.</p>
<p>Melhor se acostumar com a luz dura, sombras densas, esquecer do fundo e ralar para comprar um jogo de luzes decente.</p>
<p>Johnny Cotta se afasta uns dois metros do fundo branco&#8230;(sim, o fundo é branco!) e a câmera é ajustada em ISO 100, f/5.6 @ 1/250s. Usando o próprio SB-900 eu calculei a potência em 1/8 da carga para uma distância do flash de 1,8 metro do João.</p>
<p>A foto resultante está abaixo:</p>
<div id="attachment_1363" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Joao_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1363" title="Joao_1" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Joao_1-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6 @ 1/250s, ISO 100</p></div>
<p>Previsível não? Posicionado à esquerda da foto, inevitavelmente o flash produzirá sombras duras no outro lado da imagem e como o João está distante, o fundo acaba saindo cinza, apesar de a parede ser totalmente branca.</p>
<p>As sombras podem ser controladas com um rebatedor, posicionei uma folha grande de isopor à direita da foto para &#8220;abrir&#8221; aquelas sombras ( elas não me incomodam, mas..), a nova foto fica assim:</p>
<div id="attachment_1364" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/joao_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1364" title="joao_2" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/joao_2-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6 @ 1/250s, ISO 100 (rebatedor à direita)</p></div>
<p>Ok..tudo indo bem..mas e o fundo? Como fazer aquele cinza &#8220;burro quando foge&#8221; virar branco com apenas um flash? Se ao menos eu tivesse mais dois &#8220;cães&#8221; para estourar naquela parede&#8230;Com mais equipamento eu seria um fotógrafo melhor&#8230;</p>
<p>Calma, tudo o que você precisa é usar a cabeça!</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MOMENTO &#8220;TROCADILHO INFAME</strong>&#8220;:</span></p>
<p><strong>A cabeça de efeito ou <em>&#8220;grip head&#8221;</em></strong></p>
<p><strong><em></p>
<div id="attachment_1365" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/griphead.jpg"><img class="size-medium wp-image-1365" title="griphead" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/griphead-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">grip head e painel difusor</p></div>
<p></em></strong>Um acessório poderoso e versátil, as grip heads são usadas no cinema, televisão e fotografia para fixação de scrims, bandeiras, braços extensores, booms e no caso da foto acima, uma armação de metal funcionando como um painel difusor. Por serem muito baratas vale a pena ter um punhado delas no seu arsenal pela precisão no controle e alteração da luz.</p>
<p>Esse tripé com o painel foi colocado entre o flash e o João e a luz que passava pelo material translúcido (um filtro difusor da Rosco, mas a frente destacável do seu softbox funciona também) perdia intensidade enquanto ganhava qualidade. A parte que vazava atingia o fundo da mesma forma que antes. Observe o resultado abaixo:</p>
<div id="attachment_1366" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/joao3.jpg"><img class="size-medium wp-image-1366" title="joao3" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/joao3-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6 @ 1/250s, ISO 100, painel difusor</p></div>
<p>O fundo continua cinza, mas como não houve alteração em nenhum ajuste da câmera, o João está subexposto por cerca de 1,5 ponto que é a perda de luz causada pelo difusor. A única opção que resta é compensar essa perda abrindo 1,5 ponto na abertura, o que irá &#8220;levantar&#8221; tanto a exposição do João quanto a do fundo.</p>
<p>É exatamente o que eu quero!</p>
<p>Agora, observe a mesma imagem com a abertura já em f/3,5:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/joao-final.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1367" title="joao final" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/joao-final-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>Fundo branco e luz difusa&#8230;você já nasceu com o melhor equipamento.</p>
<p>Boa Luz e Boa Sorte!</p>
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		<item>
		<title>Uma Carta de Girodet</title>
		<link>http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2011/09/26/carta_girodet/</link>
		<comments>http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2011/09/26/carta_girodet/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 08:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu andei afastado do blog por uns tempos por causa das viagens com o WS I LOVE MY JOB, mas já estava acumulando idéias para novos posts quando uma mexida na minha caixa de correspondência revelou uma surpresa e tanto. Misturado entre contas a pagar, propagandas inúteis e imãs de geladeira, um envelope branco chamava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu andei afastado do blog por uns tempos por causa das viagens com o WS I LOVE MY JOB, mas já estava acumulando idéias para novos posts quando uma mexida na minha caixa de correspondência revelou uma surpresa e tanto.</p>
<p>Misturado entre contas a pagar, propagandas inúteis e imãs de geladeira, um envelope branco chamava a minha atenção, pensei se tratar de um convite para um encontro de Fotografia, mas o selo de postagem indicava uma procedência um tanto quanto longe: França.</p>
<p><span id="more-1228"></span></p>
<p>A grafia do nome deixava dúvidas sobre o gênero do remetente, mas a caligrafia mostrava certa habilidade artística. O fato de ter me enviado uma carta sugeria que não era muito afeito à tecnologias, com certeza um &#8220;old school&#8221;.</p>
<p>Podia jurar que o nome fora escrito à pena, a impressão não era jato de tinta, nem laser, havia falhas entre os movimentos das letras.</p>
<p>Dava certa dó abrir aquele envelope. O nome do remetente? <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anne-Louis_Girodet" target="_blank">Anne-Louis Girodet de Roussy-Trioson</a>.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1321" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Anne-Louis-Girodet-de-Roussy-Trioson-Endymion-Asleep.jpg"><img class="size-medium wp-image-1321 " title=" " src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Anne-Louis-Girodet-de-Roussy-Trioson-Endymion-Asleep-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a><p class="wp-caption-text">Endymion Asleep</p></div>
<p>Em uma rápida apresentação Girodet me relatava que seu trabalho como retratista estava rendendo frutos, sua obra vinha sendo aclamada e que sua vontade de inovar o levava a testar novas possibilidades, entre elas o uso dos flashes portáteis: &#8220;Minhas janelas são enormes, Renato, mas aqui na França o Sol não aparece a toda hora&#8221;.</p>
<p>Havia acabado de comprar uma Nikon D90 e estava com dificuldades de entender o funcionamento de um SB-900 fora da câmera e pelo teor de suas dúvidas acredito que as respostas podem ser úteis para muita gente. &#8220;Quero dominar meus <em>chiens, pardon! </em>Meus<em> &#8220;cães&#8221;</em> como você diz por aí&#8221;.</p>
<p>Sem dúvida, Girodet era um homem muito gentil, merecia ser ajudado.</p>
<p>No interior do envelope havia um DVD com seu portfólio e suas imagens demonstravam uma aptidão fora do normal com o uso da luz, certamente a dificuldade estava na programação do flash porque aquele francês era um mestre no uso da luz natural. Disse-me que ficaria grato se eu usasse suas imagens para ilustrar o texto, talvez elas pudessem inspirar os leitores.</p>
<p>Realmente as fotos eram tão lindas que pareciam pinturas e o tratamento no Photoshop perfeito! (ironia mode: on)</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1322" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/psycheasleep_roucytrioson4.jpg"><img class="size-medium wp-image-1322 " title=" " src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/psycheasleep_roucytrioson4-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Psyche Asleep</p></div>
<p>Deixemos Girodet explicar:</p>
<p>Fui tentar um exercício:</p>
<div>
<p>- usar meu SB900 como luz principal, simulando uma fotografia still</p>
<p>- quis fazer como se eu precisasse de um fundo preto e não tivesse</p>
</div>
<div>
<p>- usei duas imagens de barro de negras africanas, com uns 40cm de altura</p>
</div>
<div>
<p>- meu fundo é a parede branca de meu quarto e a base a mesa cinza  clara de estudos: quero tudo preto e a luz apenas nas estatuetas</p>
</div>
<div>
<p>- minha D 90 com a 50mm 1.8 estava a 1 metro das imagens</p>
</div>
<div>
<p>- meus primeiros testes foram com o<em><strong> SB900 sobre a camera</strong></em></p>
</div>
<div>
<p>- as imagens estavam a uns 40cm da parede</p>
</div>
<div>
<p>- tendo apenas a luz fluorescente no quarto, consegui uma <em><strong>imagem totalmente preta com f/8 a 1/200 ISO 200</strong></em> (natural da D90)</p>
</div>
<div>
<p>- passei a tentar o SB em TTL, mas tudo levava a imagem simplesmente a ficar <em><span style="text-decoration: underline;">lindamente e COMPLETAMENTE iluminada</span></em></p>
</div>
<div>
<p>- fechei o zoom do SB pra 105mm e aí é que estourou TUDO mesmo</p>
</div>
<div>
<p>- trabalhei aumentando a velocidade de obturador e toda a imagem escurece (1/200 1/400 1/800)</p>
</div>
<div>
<p>- trabalhei fechando o diafragma e toda a imagem escurece (f8  f13  f22)</p>
</div>
<div>
<div>
<p>Pergunta:</p>
</div>
<div>
<p>a- eu estou querendo algo<em><span style="text-decoration: underline;"> POSSíVEL</span></em>?</p>
</div>
<div>
<p>b- devo faze-lo em TTL ou Manual?</p>
</div>
<div>
<p>c- fonte de luz perto ou longe do objeto?</p>
</div>
<div>
<p>d- o objeto deve estar quão longe (ou perto) da parede branca para eu conseguir uma parede preta com as figuras iluminadas?</p>
</div>
</div>
<div>
<p>e- porque eu estou variando a velocidade e as fotos tem ficado SUBexpostas, se a velocidade não interfere no flash?</p>
</div>
<p>Girodet, os &#8220;cães&#8221; estão te arrancando pedaços, cara!</p>
<div>
<p>Vou tentar reproduzir a sua cena aqui em casa, vejamos: uma estátua de negra africana ( safadeeeeeenhoo!!!) com 40 cm de altura afastada meio metro da parede, uma D200 com uma 50mm f/1.4  fará o papel da sua D90 a f/8 com 1/200 s de velocidade de obturador.</p>
<p>Coloquei tudo na mesa de café da cozinha, não tenho uma parede branca, mas como procura um fundo preto, acho que dará no mesmo. O resultado pode ser conferido na foto abaixo, ainda com a luz fluorescente da cozinha:</p>
</div>
<div>
</div>
<div>
<div id="attachment_1339" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/R2M8069.jpg"><img class="size-medium wp-image-1339" title="_R2M8069" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/R2M8069-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">ISO 800, f/2.5 @ 1/80 s (sem flash)</p></div>
</div>
<div>
<p>Em ISO 200 com a abertura em F/8 e o obturador em 1/200 s a cena fica assim:</p>
</div>
<div>
</div>
<div>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/R2M8070.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1340" title="_R2M8070" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/R2M8070-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
</div>
<div>
<p>Black Piano&#8230;não tem jeito, o flash é necessário para mostrar a boneca novamente e aqui começa o martírio:  como <strong><em>iluminar</em></strong> e não<strong> <em>clarear</em></strong> a cena?</p>
</div>
<div>
</div>
<div>
<p>Com o flash em TTL no topo da D200 colocada a 1 m como no seu teste o resultado é o seguinte:</p>
</div>
<div>
</div>
<div>
<div id="attachment_1341" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Flash-direto.jpg"><img class="size-medium wp-image-1341" title="Flash direto" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Flash-direto-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">f/8@1/200, ISO 200, flash no topo da D200 a 1 m da boneca</p></div>
</div>
<div>
<p>A boneca e o fundo completamente &#8220;clareados&#8221;, como você mesmo mencionou. Não culpe o &#8220;cão&#8221;, ele está fazendo o que é programado para fazer: despejar luz para te safar de uma enrascada luminosa, mas como está sendo disparado no eixo da lente e está no dobro da distância da boneca para a parede, acaba contaminando o fundo também.</p>
</div>
<div>
<p>No painel traseiro do LCD do SB-900 consta que nessa exposição e com a cabeça em 50 mm o alcance de iluminação do flash varia de menos de 60 cm até 5,8 m, quando se ajusta a cabeça de zoom para 105 mm como foi feito por você, o novo alcance é de 60 cm até 7,3 m.</p>
</div>
<div>
<p>Os dois ajustes (50mm e 105mm) estão dentro da posição de onde se dispara o flash (1m), ele é capaz de variar a potência e ajustar a carga para essa variação de zomm em TTL, observe o resultado da mesma foto feita com o SB em 105mm:</p>
</div>
<div>
<div id="attachment_1343" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Flash-105.jpg"><img class="size-medium wp-image-1343" title="Flash 105" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Flash-105-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">f/8 @ 1/200s, ISO 200, Flash em 105mm</p></div>
</div>
<div>
<p>Em TTL a foto não deveria superexpor porque o flash tem capacidade de regular a carga dentro da distância em que você se encontrava, o mesmo não acontece em Manual. Quando se fecha o zoom da cabeça do SB, mais luz é concentrada no mesmo ponto, se não houver ajuste da carga ou da abertura, a foto sai superexposta.</p>
<p>Por exemplo, há 1 metro da boneca com a cabeça em 50mm, a carga correta é aproximadamente 1/32.</p>
</div>
<div>
<div id="attachment_1344" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/50mm-M.jpg"><img class="size-medium wp-image-1344" title="50mm M" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/50mm-M-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Flash em manual, 1 m da boneca, cabeça em 50mm</p></div>
<p>Ah! pela primeira vez azulejos brancos que parecem brancos e não cinzas, mas isso é outra <a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/10/19/os-caes-em-ttl-inferno/" target="_blank">história</a>&#8230;.Fechada em 105mm e mantendo a distância de 1m a foto sai dessa forma:</p>
</div>
<div>
<div id="attachment_1345" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/105mm-M.jpg"><img class="size-medium wp-image-1345" title="105mm M" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/105mm-M-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Flash em 105mm a 1 m da boneca</p></div>
</div>
<div>
<p>a carga correta para essa distância seria de 1/64, como não houve redução a foto está superexposta por 1 ponto. Estou assumindo que o flash estava em manual a partir de agora, ok?</p>
<p>Você se pergunta porque a imagem escurece quando a velocidade do obturador é alterada, haja vista que ela não está presente na fórmula que controla o flash e cita valores como 1/200, 1/400, 1/800&#8230;</p>
<p>O problema é que sem saber você entrou no modo de Sincronismo em Alta Velocidade (Modo FP) que faz com que seu SB funcione além da velocidade de sincronismo (1/200 na D90). Nesse modo ele dispara pequenos pulsos de luz que vão acompanhando a fresta que se forma no obturador, fazendo com que ele perca potência de forma considerável.</p>
<p>Veja como a foto fica com a velocidade ajustada para 1/800 s:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/1_800.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1349" title="1_800" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/1_800-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Minha câmera está com a função Auto FP sempre ligada, tenho que prestar atenção constantemente no ajuste da velocidade do obturador para não ter problemas na hora do clique. Você está livre de antigos limites, mas deve ficar atento.</p>
<p>Sua próxima dúvida bate de frente com a fórmula que controla o flash: <em>&#8220;trabalhei fechando o diafragma e toda a imagem escurece (f8  f13  f22)&#8221;</em></p>
<p>Sim, a imagem vai escurecer<em> </em>porque a distância do flash à boneca e  a carga não mudaram, mas a abertura foi fechada várias vezes, reduzindo a quantidade de energia luminosa que atingia o sensor.</p>
<p>Veja como fica a imagem com o flash em 1/32 da carga a 1 metro da boneca, 1/200 s e f/16 (o correto seria f/8):</p>
<div id="attachment_1350" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/f_22.jpg"><img class="size-medium wp-image-1350" title="f_22" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/f_22-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">F/16 em vez de f/8</p></div>
<p>e antes que os &#8220;cães&#8221; jogassem uma pá de cal nos seus sonhos veio a pergunta:</p>
<p><em><strong>Eu estou querendo algo<span style="text-decoration: underline;"> POSSíVEL</span>? Devo faze-lo em TTL ou Manual? Fonte de luz perto ou longe do objeto?</strong></em></p>
<p>Sim é possível, mas definitivamente deve-se soltar o flash do topo de sua câmera. Você quer controlar a distribuição de luz na sua foto e determinar a posição de onde ela é disparada é a melhor forma de se fazer isso.</p>
<div id="attachment_1351" class="wp-caption aligncenter" style="width: 298px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Anne-Louis_Girodet-Trioson_001.jpg"><img class="size-medium wp-image-1351" title="Anne-Louis_Girodet-Trioson_001" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Anne-Louis_Girodet-Trioson_001-288x300.jpg" alt="" width="288" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">vai catar coquinho né, Girodet?</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Quanto mais afastada a luz estiver do assunto, maiores são as chances de contaminação do fundo (imaginando-se, claro, que haja um fundo próximo do motivo). É uma implicação direta da lei do Inverso do Quadrado da Distância (I= 1/d^2).</p>
<p>Como eu desejo um fundo totalmente escuro, devo aproximar a luz da boneca. Quanto? Ora, quem determinará isso será o tamanho do meu quadro.</p>
<p>Ao enquadrar a boneca verticalmente eu consigo aproximar bem o flash e usando qualquer direção de luz diferente do eixo da lente faço com que a iluminação não atinja a área do fundo que está sendo fotografada. É o fotógrafo controlando a luz da cena e não a espalhando indiscriminadamente pela foto.</p>
<p>Uma outra possibilidade para &#8220;forçar&#8221; a luz a não atingir o fundo é usar um modificador como uma colméia ou um snoot para controlar o tamanho do feixe de luz, na foto abaixo usei um cine-foil (ou uma cartolina preta) na cabeça do flash como bandeira. Veja o resultado:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/R2M80931.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1354" title="_R2M8093" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/R2M80931-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Quando se trabalha em espaços pequenos o controle das áreas iluminadas é fundamental, nessa última foto até o disparo do &#8220;built-in&#8221; flash estava jogando luz no fundo, tive que colocar a mão na frente dele para evitar a &#8220;contaminação&#8221;.</p>
<p>Fico por aqui! Boa luz e Boa Sorte!</p>
<p>e siga o @i_lovemyjob no twitter para surpresas em breve!</p>
<div id="attachment_1357" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/GIRODET-Anne-Louis-Mademoiselle-Lange-As-Venus.jpg"><img class="size-medium wp-image-1357" title="GIRODET-Anne-Louis-Mademoiselle-Lange-As-Venus" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/GIRODET-Anne-Louis-Mademoiselle-Lange-As-Venus-150x300.jpg" alt="" width="150" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mademoiselle Lange As Venus</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
</div>
<div>
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		<title>WS I LOVE MY JOB: TERRA!</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 03:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Setembro de 2010 eu tirei dois meses de férias e consegui organizar uma agenda de Workshops que fez muito sucesso pelo país. Estive no Rio, São Paulo, Cuiabá, Curitiba, Joinville, Balneário Camboriú, Vitória, Brasília, Recife e termino a etapa do primeiro semestre em São José dos Campos ( a data foi reagendada por conta de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Setembro de 2010 eu tirei dois meses de férias e consegui organizar uma agenda de Workshops que fez muito sucesso pelo país. Estive no Rio, São Paulo, Cuiabá, Curitiba, Joinville, Balneário Camboriú, Vitória, Brasília, Recife e termino a etapa do primeiro semestre em São José dos Campos ( a data foi reagendada por conta de uma viagem que estou fazendo agora).</p>
<p>Foram mais de 400 fotógrafos participando da maratona, agradeço profundamente a cada um deles por  me ensinarem muita coisa também e parte dos depoimentos pode ser vista no meu <a href="http://www.youtube.com/user/rochamir?feature=mhee" target="_blank">canal no Youtube</a>.</p>
<p><span id="more-1331"></span></p>
<p> O ritmo das viagens foi alucinante e a quantidade de pedidos para outras cidades não para de crescer. Estamos criando a agenda para o segundo semestre e a possibilidade de realizar um sonho de muitos leitores do blog se concretizou. Eu tenho um orgulho grande dos leitores que moram em outros países e acompanham o I LOVE MY JOB com carinho e emoção.  Japão, EUA e Portugal são, segundo o Analytics, os países que mais visitam o blog depois do Brasil. Os japoneses permanecem o dobro da média lendo os posts, são quase 8 minutos acompanhando o que eu escrevo. Isso me enche de felicidade.</p>
<p>Muitos desses leitores sempre perguntaram quando iria gravar o Workshop para que eles também pudessem acompanhar o curso e a demora foi recompensada porque a solução que encontrei permite uma interação melhor do que um simples DVD.</p>
<p>E a resposta também tem poucas letras, porém, um alcance inimaginável: <a href="http://www.iedb.com.br" target="_blank">IEDB</a></p>
<p>Criado em 2009, o IEDB tem o objetivo de desenvolver e disseminar conhecimento nas mais diversas áreas do saber, oferecendo informações no formato de cursos online, por meio de plataforma digital multimídia Web 2.0 &#8211; 3G, com os mais consagrados especialistas em diversas áreas de conhecimento. Zico, Zeca Camargo, Pedro Bial, Boni, Washington Olivetto, entre outros profissionais, compõem o time de feras.</p>
<p>O I LOVE MY JOB  passa a oferecer todo o conteúdo do workshop  pelo IEBD a partir de agora. Qualquer aluno inscrito, em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora do dia, poderá assistir aos vídeos (começo as gravações em Ago/Set) separados por módulos que acompanham a didática elogiada do curso presencial e tirar suas dúvidas vai email ou webcam, de forma rápida e simples, com certificado de conclusão e apostila digital ao final dos módulos. O investimento no curso on-line deve ser bem menor do que o presencial e nossa idéia é que o preço não passe de R$ 450,oo, divididos em até seis vezes nos cartôes de crédito.</p>
<p>As pré-matrículas já podem ser feitas nesse link:</p>
<p><a href="http://www.iedb.com.br/programa_curso_fotografia_flash.php">http://www.iedb.com.br/programa_curso_fotografia_flash.php</a></p>
<p>E acompanhe o @i_lovemyjob no twitter para participar de sorteios e promoções! É a sua chance de dominar seus flashes portáteis e entender os mistérios do comportamento da luz e  aprimorar a iluminação de suas fotos da forma mais simples que existe: no sofá de sua casa!</p>
<p>Será uma experiência revolucionária em educação à distância e conto com vocês todos na divulgação dessa idéia em suas redes sociais, em menos de 1 hora de lançado mais de 200 pessoas já tinham garantido suas vagas.</p>
<p>Aproveitem! Vamos espalhar &#8221; Boa Luz e Boa Sorte&#8221;  pelo mundo todo!</p>
<p>abraços</p>
<p><a href="http://www.iedb.com.br/programa_curso_fotografia_flash.php"> </a></p>
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		<title>O White Balance</title>
		<link>http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2011/07/12/o-white-balance/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Responda rapidamente e sem a ajuda do Google: O que é cor? O que é temperatura? O que é luz? Se a sua mente travou com essas perguntas, imagine há dois séculos atrás. A forma como os físicos amarraram esses três conceitos foi revolucionária, criou os alicerces para o surgimento da Mecânica Quântica e permitiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Responda rapidamente e sem a ajuda do Google:</p>
<p>O que é cor? O que é temperatura? O que é luz?</p>
<p>Se a sua mente travou com essas perguntas, imagine há dois séculos atrás. A forma como os físicos amarraram esses três conceitos foi revolucionária, criou os alicerces para o surgimento da Mecânica Quântica e permitiu que um pequeno botão com as letras W e B fosse colocado no corpo de sua câmera fotográfica. Toda vez que é pressionado, ele abre as portas de um laboratório alemão em 1860.</p>
<p><span id="more-1244"></span></p>
<p>Sentado bem a sua frente está um físico de 25 anos que vem estudando as radiações térmicas de alguns elementos. Chegando um pouco mais para perto já se consegue ler o nome no bolso do jaleco, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gustav_Kirchhoff" target="_blank">Gustav Robert Kirchhoff</a> (o senhor da foto aí de cima), mas perturbá-lo agora seria desastroso já que ele está prestes a criar a idéia de <strong>&#8220;<span style="text-decoration: underline;">corpo negro</span>&#8220;</strong>.</p>
<p>Segundo Kirchhoff, um corpo negro é aquele que absorve toda a radiação que incide sobre ele, nenhuma luz o atravessa nem é refletida. Eliminando a contaminação externa, ele pode se concentrar no estudo das radiações que o próprio corpo emite. O brilhante jovem alemão está frenético, ele para e pensa: &#8220;se um corpo negro não absorve nem reflete energia, o que acontece quando ele passa a emitir energia?&#8221;</p>
<p>Kirchhoff pega uma esfera oca de metal com um pequeno furo na superfície (esse furo é o &#8220;corpo negro&#8221;) e passa a aquecê-la, suas próximas observações vão determinar o futuro da Termodinâmica:</p>
<blockquote><p><strong><em>O espectro da radiação que passa pelo furo é contínuo,<span style="text-decoration: underline;"> não depende do material que compõe o objeto, mas da temperatura em que ele se encontra</span> e um <span style="text-decoration: underline;">comprimento de onda está diretamente associado a cada temperatura&#8221;</span></em></strong></p></blockquote>
<p><strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_1254" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/rato-termal.jpg"><img class="size-medium wp-image-1254" title=" " src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/rato-termal-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">e as cobras em coro dizem: &quot;Viva Kirchhoff!&quot;</p></div>
<p style="text-align: center;">Uma abstração genial fez com que Kirchhoff estabelecesse a relação entre a temperatura de um objeto e a cor da radiação que ele emite. Surgia pela primeira vez a escala de &#8220;Temperatura de Cor&#8221;, indicada abaixo (clique para aumentá-la):</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/ColorTemperatureK.jpg"><img class="size-medium wp-image-1255 aligncenter" title="Temperatura de cor em Kelvin" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/ColorTemperatureK-300x33.jpg" alt="" width="300" height="33" /></a>escala de temperatura de cor em Kelvin</p>
<p style="text-align: left;">Conforme a esfera era aquecida a luz que passava pelo furo mudava de cor: começava pelo vermelho, ia para o amarelo, chegava no branco e terminava no azul.</p>
<p style="text-align: left;">No limite inferior da tabela está o infravermelho e no superior o ultravioleta (ambos invisíveis ao olho humano).</p>
<p style="text-align: left;">Nossa noção diária de temperatura não está associada à unidade &#8220;K&#8221; usada na tabela, então, por que ela foi a escolhida e não a escala Celsius que comumente usamos?</p>
<p style="text-align: left;">A resposta é simples: a escala Celsius é relativa, depende do ponto de congelamento e ebulição da água que, por sua vez, estão relacionados à noção de pressão atmosférica no nível do mar. No topo do Everest um balde de água ferve abaixo dos 100 graus Celsius.</p>
<p style="text-align: left;">Para uma noção exata e invariável da temperatura de um corpo, faz-se necessário o uso de uma escala absoluta cuja unidade é o Kelvin (K), ela está presente no mesmo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Internacional_de_Unidades" target="_blank">sistema internacional</a> que padronizou o metro, o quilo, o litro e o segundo. O nome é uma homenagem a Lorde Kelvin, um físico e engenheiro irlandês que dá uma volta completa no túmulo cada vez que alguém diz &#8220;graus Kelvin&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Lembre-se: quem tem grau são os ângulos e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anders_Celsius" target="_blank">Celsius</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>( MOMENTO FLASHBACK)</strong></p>
<p style="text-align: left;">Há 10 anos atrás, durante a prova que me concederia o título de &#8220;fotógrafo&#8221; em um sindicato aqui no Rio, eu me deparei com a seguinte pergunta: <em>&#8220;O que é Kelvin?&#8221;</em> A resposta foi exatamente igual aos dois parágrafos acima e um belo zero aparecia ao seu lado. Até hoje não sei &#8220;o que é kelvin&#8221; para quem formulou a pergunta pois me negaram uma revisão da prova. Tatuei a palavra &#8220;Kelvin&#8221; no meu braço esquerdo, assim quando me perguntam o que é aquilo eu respondo que é uma homenagem a um amigo falecido.</p>
<p style="text-align: left;">Eu não tenho absolutamente nada contra a &#8220;certificação&#8221; da profissão de fotógrafo, mas por favor, comecem pelos certificadores, pois a pergunta seguinte era: o que é &#8220;SPOT-MITER?&#8221;(sic).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>(FIM DO MOMENTO FLASHBACK)</strong></p>
<p style="text-align: left;">Um detalhe importante na escala de temperatura de cores é que abaixo do ponto &#8220;branco&#8221; há uma dominância dos vermelhos/laranjas e logo acima dele os tons azuis prevalecem. É difícil perceber isso naturalmente pois nosso cérebro é capaz de ajustar essas variações de tom automaticamente. As paredes brancas da minha casa são sempre brancas qualquer que seja a hora do dia e a iluminação usada em determinado cômodo, uma vez que eu sei que elas são brancas, meu cérebro faz o trabalho pesado de compensar possíveis invasões de cor, mas se eu resolvo fotografar a minha casa, minha câmera terá dificuldades de entender qual tom eu realmente desejo mostrar, pois como Kirchhoff demonstrou acima, os comprimentos de onda que o sensor fotográfico registrará irão depender da temperatura da fonte que ilumina a sua foto.</p>
<p style="text-align: left;">Na passado longínquo (estou sendo irônico aqui), quando ainda se fotografava com películas, era comum encontrar filmes pré-ajustados para determinadas condições de luz, como os filmes Daylight e os balanceados para Tugstênio, e uma série de filtros de correção de cor para compensar as variações resultantes.</p>
<p style="text-align: left;">Nas digitais modernas existe um botão de White Balance (WB) que, mais do que garantir o tom correto das cores na foto de acordo com padrão da fonte com que se ilumina, é um convite para expandir a sua criatividade, como veremos mais abaixo.</p>
<p style="text-align: left;">Então que tal entender a temperatura dos corpos que nos servem como fontes de luz e ver como eles servem de parâmetro para a correção de cor de nossas câmeras:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Sol01.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1274" title="Sol" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Sol01-300x277.jpg" alt="Sol" width="300" height="277" /></a></p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>O SOL </strong></em></span></p>
<p>333 mil vezes maior do que a Terra e responsável por 99,9% da massa de todo Sistema Solar, essa usina gigantesca de fusão nuclear tem temperaturas que variam de 15.ooo.000 K no seu núcleo até 5.000.000 K na Coroa Solar. Esse cara é o responsável pela mítica &#8220;luz natural&#8221; e para nossa sorte, a temperatura efetiva de sua superfície gira em torno de 5.700k. Uma rápida comparação com a escala de Temperatura de Cor e observa-se que esse valor se encontra na parte &#8220;branca&#8221; do espectro de cor. Não é coincidência que essa temperatura tenha sido estipulada como parâmetro para &#8220;Day Light&#8221; de sua câmera digital. O problema é que você não está fotografando na superfície do Sol e sim dentro de um planeta cercado por uma atmosfera que tem a capacidade de filtrar alguns comprimentos de onda conforme nossa estrela avança no firmamento.</p>
<p>O termo &#8220;daylight&#8221; refere-se a um curto período de tempo, geralmente entre 10 h e 15 h de um dia limpo, sem nuvens no céu. Durante o nascer e o por do Sol, a luz é atenuada devido à passagem particularmente longa na atmosfera terrestre, o que reduz sua intensidade e temperatura e filtra alguns comprimentos de onda provocando alterações no tom das fotos. Um exemplo claro está nas duas fotos abaixo, feitas em Taperoá na Paraíba:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Taperoa_PB.jpg"><img class="size-medium wp-image-1275 aligncenter" title="Taperoa_PB" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Taperoa_PB-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A câmera estava ajustada em &#8220;daylight&#8221; (5.600 K) e o Sol apresenta a cor branca correta da escala de cor, mas ao serem filtrados pelas nuvens do céu, os raios solares perderam intensidade e apresentam uma coloração amarela, indicando que estão próximos dos 4.000 K da tabela de temperatura de cor.</p>
<p style="text-align: left;">No nascer do Sol a dispersão e filtragem dos raios é ainda maior e sua intensidade cai para próximo dos 2.800/3.000 K, o que gera uma dominância dos vermelhos na cena. Com a câmera ainda em 5.600 K, um nascer do Sol na Paraíba vai apresentar os tons avermelhados encontrados no início da tabela de cores:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/taperoa_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1282 aligncenter" title="taperoa_2" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/taperoa_2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Como indiquei para a câmera que meu branco estava em 5.600 K, qualquer luz com temperatura abaixo desse valor produzirá tonalidades mais quentes, como bem indica a relação da escala de temperatura de cor.</p>
<p>Mas o que aconteceria se mantivesse minha câmera ainda em 5.600 K e fotografasse com uma fonte de luz que estivesse acima desse valor? Uma rápida olhada na tabela e observa-se que acima de onde eu considero o meu &#8220;branco&#8221; (nesse caso 5.600 K) uma invasão de azul deve ocorrer, esfriando a foto.</p>
<p>Normalmente em dias nublados e áreas de sombras, a temperatura de cor da luz do dia pode variar de 7.000 K até 18.000 K. Foi exatamente o que ocorreu quando fotografei um gato no telhado em um final de dia nublado mantendo o WB em daylight (5.600 K). Observe que a parede branca logo atrás do felino apresenta uma predominância de azul:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/gato.jpg"><img class="size-medium wp-image-1283 aligncenter" title="gato" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/gato-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Sua câmera não tem idéia de que a parede é branca e o muro é amarelo, ela só está obedecendo ao padrão estabelecido na escala de temperatura de cor: uma vez ajustado o seu ponto &#8220;branco&#8221;, temperaturas abaixo dele irão apresentar tons mais quentes e acima dele, tons mais frios. Um rápido acerto manual ajustando o WB da câmera em 7.400 K e a foto apresentou tonalidades mais corretas:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/gato2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1284 aligncenter" title="gato2" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/gato2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><!--more--></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>LÂMPADAS DE TUGSTÊNIO E FLUORESCENTES</strong></span></em></p>
<p style="text-align: left;">Eu encontrei dois vídeos que mostram como funcionam as lâmpadas incandescentes e fluorescentes, acredito que servirão para sanar uma dúvida comum entre vários fotógrafos: a relação entre o calor gerado por elas e suas temperaturas de cor. São rápidos, assistam e depois comento as diferenças:</p>
<p><object width="300" height="255" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qmWpbykZBBQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="300" height="255" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/qmWpbykZBBQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Eficiência não é o forte dessas lâmpadas&#8230;Devido ao processo de funcionamento apenas 5% da energia elétrica consumida é convertida em luz, os 95% restantes são convertidos em calor. Conforme mostrado no vídeo, a temperatura de trabalho de uma lâmpada incandescente pode chegar até 3.000 graus Celsius, o que equivale a 3.273 K.</p>
<p>Repare que esse valor está bem abaixo dos 5.600 K usado como &#8220;luz do dia&#8221; pelo balanço de branco das câmeras digitais. Mais uma vez: Se está abaixo do ponto escolhido como &#8220;branco&#8221;, a tendência é uma predominância de tons amarelos/laranja nas fotos. Por isso que suas fotos sem flash feitas na sala de sua casa saem amareladas se não houver o ajuste correto do White Balance.</p>
<p>Durante as fotos do <a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/07/08/40-watts/" target="_blank">Ricardo Blat</a> para o cartaz de sua peça eu tive a chance de usar lâmpadas como essa como fontes de iluminação. A primeira foi feita sem ajuste algum, note o &#8220;aquecimento&#8221; dos tons da pele e da camisa branca pela invasão dos amarelos:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Ricardo-Blat.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1297" title="Ricardo Blat" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Ricardo-Blat-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A câmera está com o WB ajustado para DayLight e a iluminação é feita por um abajur com uma lâmpada incandescente trabalhando a 3.000 K. Quando reajustei o WB para esse valor, os tons da pele, da camisa e da parede azul voltaram ao normal:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Ricardo-Blat-WB.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1298" title="Ricardo Blat WB" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Ricardo-Blat-WB-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Um detalhe que confunde muitos fotógrafos é que por produzirem muito calor essas lâmpadas são chamadas de &#8220;quentes&#8221;, associando-se rapidamente a uma alta temperatura de cor, mas normalmente esse valor não passa dos 2.800 K.</p>
<p>O inverso acontece com as lâmpadas fluorescentes, que por serem muito mais eficientes conseguem produzir mais luz do que calor, sendo normalmente conhecidas por luz &#8220;fria&#8221; embora possam ter temperaturas de cor bem mais elevadas. Veja o vídeo para entender o seu funcionamento:</p>
<p><object width="350" height="292" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dEwRG9EpWzY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="350" height="292" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/dEwRG9EpWzY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>É possível encontrar atualmente no mercado lâmpadas fluorescentes com temperaturas de cor variando de 2.700 K (simulando as incandescentes, mas sem o calor gerado por elas), 4.000K (próximo da luz branca) e de até 8.000 K para usos especiais.</p>
<p>A relação do balanço de branco também permance inalterada para essas lâmpadas: se uma luz fluorescente de 4.000 K é usada como fonte de iluminação da minha foto e a câmera está ajustada em 6.000 K, a foto sairá com tons amarelados, se altero o ajuste da câmera para 2.000 K, a foto resultante passará a apresentar tons mais azulados.</p>
<p>Não importa onde você decide ajustar o seu &#8220;branco&#8221; na câmera , o importante a se lembrar é: se a luz usada na foto tiver de uma temperatura de cor acima do valor que eu determinei, haverá predominância do azul, por sua vez, se a iluminação vier de uma fonte cuja temperatura esteja abaixo do valor estabelecido na câmera, os amarelos/vermelhos irão prevalecer. Sempre.</p>
<p>Acredito que agora tenha ficado fácil de entender a tabela de balanços de branco que você encontra no manual de suas câmeras, apresentada abaixo:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/WB.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1302" title="WB" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/WB-300x210.png" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p>O botão de White Balance deve ser encarado não só como um regulador da reprodução dos tons das cores de sua foto, mas também como um convite à experimentação, uma forma rápida e divertida de se conseguir efeitos criativos especialmente quando se usa a última fonte de luz ainda não discutida aqui, que por sinal, é a tônica desse blog: o flash portátil.</p>
<p>Todas as câmeras digitais atuais permitem algum tipo de ajuste de balanço de branco, indo dos pré-selecionáveis até a opção de se escolher manualmente o valor de temperatura de cor em Kelvin a ser usado nas suas fotos. O problema ao se acoplar um flash à câmera é que eles vem de fábrica pré ajustados em 5.500/6.000 K, ou seja, a temperatura de cor é fixa e tende a reproduzir o parâmetro &#8220;Day Light&#8221;.</p>
<p>Mude o balanço de branco de sua câmera para valores muito baixos e dispare um flash e uma luz azul iluminará o primeiro plano de sua imagem.</p>
<p>É para evitar essas alterações de cor que vários modelos de flash são vendidos com kits de gelatina de correção de cor, normalmente são os filtros CTO ( de Color Temperature Orange) e o FL-D (de Fluorescent &#8211; Day Light). O primeiro, como o próprio nome diz, é uma gelatina laranja especialmente desenvolvida para reduzir a temperatura do flash de 5.600 K para 3.200 K. O segundo gel é conhecido como Window Green e deve ser utilizado para corrigir os tons verdes irritantes que aparecem quando se fotografa sob luz fluorescente.</p>
<div id="attachment_1312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/color-filters-SB900.jpg"><img class="size-medium wp-image-1312" title="color-filters-SB900" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/color-filters-SB900-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">CTO à esquerda e Window Green à direita</p></div>
<p>A idéia é simples: ajuste o White Balance da câmera para Tungstênio ou Fluorescente e acrescente o gel correspondente na cabeça do flash. Durante o WS I LOVE MY JOB em Vitória tivemos a chance de entender como o processo funciona.</p>
<p>Acompanhe as fotos da modelo Giulia Savaris feitas pelo participante e grande amigo Andre Fachetti em um parque da cidade durante uma tarde nublada de Domingo:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1308" title="Giulia 1" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>A idéia era simular a iluminação de um poste colocando um SB-900 acima da cabeça da Giulia e assim forçar os participantes a posicionar corretamente a modelo em relação à luz. Nessa primeira foto a câmera está em &#8220;daylight&#8221; e o flash não possui nenhum gel de correção. As duas fontes de luz (natural e flash) coincidem com o meu ponto branco escolhido na câmera e os tons apresentados estão corretos.</p>
<p>André perguntou se poderia colocar o white balance da câmera em Tungstênio e ver o resultado do uso do flash.  Observe a foto abaixo:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1309" title="Giulia 2" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A câmera está ajustada agora para 3.200 K, esse é o meu ponto branco a partir de agora. Como comentei acima, o dia estava nublado em Vitória fazendo com que a temperatura de cor da luz do dia estivesse bem acima dos 3.200. Se a luz está acima do meu ponto branco, então uma invasão de azul deve ocorrer, como bem mostra a foto. O próximo passo é adicionar um flash sem gel algum, veja abaixo:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1310" title="Giulia 3" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-3-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Sem saber, Andre transformou a bela Giulia em um zumbi dos infernos. Agora tanto o flash (5.600 K) quanto a luz natural estão acima do ponto que determinei como branco, a luz do flash também vai aparecer azulada. Olhe o que aconteceu quando adicionamos um gel CTO na cabeça do SB-900 acima da modelo:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1311" title="Giulia 4" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Giulia-4-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Como o CTO reduz a temperatura de cor do flash para 3.200 K, ela passa a &#8220;bater&#8221; com o ponto que eu deteminei como branco da minha câmera, as áreas iluminadas pelo flash agora mostram os tons corretos que o fotógrafo queria na imagem.</p>
<p>Rápido, simples e indolor.</p>
<p>Estava com saudades de escrever aqui, mas as viagens para os WS de Flash I LOVE MY JOB andaram me tomando um bom tempo. Aproveito para avisar que devido a uma viagem de trabalho tive que adiar o WS em São José dos Campos para Agosto (data ainda a ser definida), portanto, se você está querendo aprender a dominar seus flashes e revolucionar sua fotografia, clique <a href="http://renatorochamiranda.webstorelw.com.br/" target="_blank">aqui</a> e faça a sua inscrição!</p>
<p>Acompanhe o @i_lovemyjob no twitter para receber as novidades que vem por aí! (e elas são muitas)</p>
<p>Boa Luz e Boa Sorte! Sempre!</p>
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		<title>&#8220;Reflexos&#8221; no Código Da Vinci</title>
		<link>http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/11/15/reflexos-no-codigo-da-vinci/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 03:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[SB-600]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sei, eu sei, eu sei&#8230;prometi a resposta ao mistério do quadro apresentado no post &#8220;O Código Da Vinci&#8221; para o dia 30 de Abril, mas de lá até agora aconteceram tantas coisas na minha vida que dariam vários posts, pena que não sobre fotografia&#8230;Eu peço desculpas pelo atraso, mas vou tentar responder hoje. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei, eu sei, eu sei&#8230;prometi a resposta ao mistério do quadro apresentado no post <a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/03/24/o-codigo-da-vinci/" target="_blank">&#8220;O Código Da Vinci&#8221;</a> para o dia 30 de Abril, mas de lá até agora aconteceram tantas coisas na minha vida que dariam vários posts, pena que não sobre fotografia&#8230;Eu peço desculpas pelo atraso, mas vou tentar responder hoje. E vai ser difícil entregar a camisa a um só leitor porque foram várias as participações, muitos falaram apenas em rebatedor, o que está &#8220;quase&#8221; correto, mas só um deles falou primeiro exatamente o conceito descrito aqui, o nome do ganhador está no final do post&#8230;.</p>
<p>Para aqueles que não o leram eu recomendo que o façam agora, clicando <a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/03/24/o-codigo-da-vinci/" target="_blank">aqui</a> e aproveitem para ver o complemento da discussão no post seguinte, <a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/03/24/olhe-nos-olhos-quero-ver-o-que-voce-diz/" target="_blank">&#8220;Olhe nos olhos, quero ver o que você diz&#8221;</a>, assim a resposta tende a ficar mais clara.</p>
<p><span id="more-1002"></span></p>
<p>Tudo começou quando comentei sobre o quadro de Leonardo Da Vinci, &#8220;Lady with an Ermine&#8221;, de 1489, mostrado abaixo:</p>
<div id="attachment_1004" class="wp-caption aligncenter" style="width: 402px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/1490_Leonardo_da_Vinci_Lady_with_the_Ermine-L400.jpg"><img class="size-full wp-image-1004" title="1490_Leonardo_da_Vinci_Lady_with_the_Ermine-L400" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/1490_Leonardo_da_Vinci_Lady_with_the_Ermine-L400.jpg" alt="" width="392" height="538" /></a><p class="wp-caption-text">Lady with an Ermine, 1489-1490 - Leonardo Da Vinci</p></div>
<p style="text-align: left;">Eu perguntava se Da Vinci havia mesmo usado uma luz apenas na pintura e , se isso fosse verdade, como poderia surgir um brilho de intensidade maior que a própria fonte luminosa na linha da maxila da modelo, justamente em uma área de sombra, como se pode ver no detalhe abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/codigo_abre_detalhe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1008" title="codigo_abre_detalhe" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/codigo_abre_detalhe.jpg" alt="" width="350" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Muitos comentaram que provavelmente havia um espelho refletindo a luz original e outros fizeram abstrações curiosas sobre um comportamento tão corriqueiro da luz e explorado à exaustão na publicidade que mostra como podemos viciar nossos olhos e deixar de percerber detalhes importantes para profissionais que trabalham com iluminação.</p>
<p style="text-align: left;">A resposta pode ser vista em qualquer final de tarde e originalmente eu iria fazer um vídeo simples usando o Sol como referência, mas como não para de chover aqui no Rio e o blog fala sobre flashes, resolvi, então, usar apenas um SB-900 montado em um softbox médio para ilustrar o conceito e sua poderosa utilização. Vamos aos detalhes, sigam as fotos abaixo, por favor:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_1010" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-1_LOW.jpg"><img class="size-medium wp-image-1010" title="daniela 1_LOW" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-1_LOW-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6 @ 1/250s com 1/16 do SB-900</p></div>
<p style="text-align: left;">Essa é Daniela, sendo iluminada por um SB-900 em 1/16 da carga, colocado à direita da foto, distante 1,4 m dela. A exposição correta para essa distância seria f/8, mas como o softbox rouba potência, tive que abrir um stop no diafragma para evitar uma subexposição. Não se preocupe em anotar esses valores, o importante é entender o conceito que será mostrado na seqüência, ok?</p>
<p style="text-align: left;">O diagrama de luz abaixo pode ajudar a entender a disposição da luz:</p>
<div id="attachment_1011" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/Diagrama-daniela-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1011" title="Diagrama daniela 1" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/Diagrama-daniela-1-300x217.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">clique para aumentar</p></div>
<p style="text-align: left;">Uma vez encontradas a abertura, a potência e a distância do flash, mantido o raio de 1,4 m a exposição de minha foto deve ser a mesma sempre, certo? CERTO? Bem, veja a foto abaixo, dessa vez com o SB-900 colocado ligeiramente atrás dela, e com a mesma exposição:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_1013" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-2_LOW.jpg"><img class="size-medium wp-image-1013" title="daniela 2_LOW" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-2_LOW-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250s, 1/16 do SB-900, ISO 100</p></div>
<p style="text-align: left;">veja o diagrama de luz, para entender onde o SB-900 está (lembre-se de que as fotos estão sempre na mesma exposição:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_1014" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/lighting-diagram-1289783186.jpg"><img class="size-medium wp-image-1014" title="lighting-diagram-1289783186" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/lighting-diagram-1289783186-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">clique para aumentar</p></div>
<p style="text-align: left;">A primeira foto mostra o tom da pele e a camisa preta da Daniela corretamente expostas, mas bastou uma mudança no posicionamento da luz para que um &#8220;brilho intenso&#8221; em sua face aparecesse, mesmo a exposição sendo a mesma nas duas fotos. O que está acontecendo aqui?</p>
<p style="text-align: left;">Há uma lei simples na Ótica que afirma o seguinte:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">O ângulo de incidência da Luz é igual ao ângulo de reflexão.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Isso explica o brilho misterioso na foto, o que você está vendo é o <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>reflexo da fonte luminos</strong></em><em><strong>a</strong></em><em><strong> </strong></em></span><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>na superfície em que ela está incidindo</strong></em></span>, a imagem abaixo exemplifica essa lei de forma bem evidente:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_1015" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-3_LOW.jpg"><img class="size-medium wp-image-1015" title="daniela 3_LOW" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-3_LOW-300x217.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250, 1/16 do SB-900, ISO 100</p></div>
<p>Bastou a Daniela colocar um óculos escuros para que o softbox aparecesse refletido na lente, como é a reflexão da própria fonte de luz, aquele trecho tem uma exposição maior que a abertura da objetiva consegue suportar sem superexpor a imagem, causando o &#8220;estouro&#8221; na lente do óculos e na face. Esse tipo de &#8220;brilho&#8221; se chama <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>reflexão especular</strong></em></span> (ou <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>specular highlight</strong></em></span>, em inglês).</p>
<p>Um outro aspecto interessante que deve ser levado em consideração é que mesmo que eu reduza a carga do flash &#8220;acidentalmente&#8221;, o brilho especular ainda aparece, como na foto abaixo, onde reduzi de 1/16 para 1/32 a carga do SB-900, veja o resultado:</p>
<div id="attachment_1019" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-4_LOW.jpg"><img class="size-medium wp-image-1019" title="daniela 4_LOW" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-4_LOW-300x208.jpg" alt="" width="300" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250s, ISO 100 FLASH EM 1/32 DA CARGA!!!</p></div>
<p>Exatamente por ser um reflexo de uma fonte luminosa cuja exposição é muito maior, um erro na abertura ou na carga do flash ainda produz o efeito do brilho, esse posicionamento em flashes em TTL pode salvar algumas fotos&#8230;.</p>
<p>Espero que a essa altura o leitor já esteja fazendo uma pergunta bem interessante: &#8220;Renato, se o angulo de incidência da luz deve ser igual ao de reflexão&#8221;, na primeira foto da Daniela o brilho especular não deveria aparecer, já que daquele angulo o softbox também não produziria o mesmo efeito?</p>
<p>Vamos rever a primeira foto da Daniela, porque a pergunta é importante:</p>
<div id="attachment_1010" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-1_LOW.jpg"><img class="size-medium wp-image-1010" title="daniela 1_LOW" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-1_LOW-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6 @ 1/250s com 1/16 do SB-900</p></div>
<p>Sim, desse ângulo onde está posicionado, parte da luz do softbox reflete na pele e deveria produzir um brilho intenso, não? Mas pense comigo: a pele humana necessita da luz para realizar algumas reações químicas, como a produção de melanina e de vitamina D, por isso ela tem um baixo índice de reflexão, a pele absorve muito mais luz do que reflete e é por isso que mesmo que você esteja no Japão, Portugal ou qualquer canto do planeta sabe que esse material é &#8220;pele humana&#8221;, porque a lei da Ótica ainda se manifesta aqui:</p>
<div id="attachment_1020" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-5_LOW.jpg"><img class="size-medium wp-image-1020" title="daniela 5_LOW" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/daniela-5_LOW-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250s, ISO 100, SB-900 em 1/16 da carga</p></div>
<p>Mesmo que você não tenha me acompanhado na produção dessa imagem e viva do outro lado do mundo, consegue perceber que é um retrato de um ser humano usando um óculos com armação de metal e lentes de plástico. Essa é a vantagem de se tirar proveito do <em><span style="text-decoration: underline;"><strong>brilho especular</strong></span></em>: ele revela a textura da superfície daquilo que o fotógrafo está iluminando. Pare um segundo agora e pegue qualquer revista e veja como fotos de comida, nús, carros abusam do reflexo especular para provocar seus sentidos de um jeito sutil, inconsciente..é a luz posicionada de uma maneira que mexa poderosamente com seu cérebro.</p>
<p>Agora vamos voltar ao toque genial de Da Vinci:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/1490_Leonardo_da_Vinci_Lady_with_the_Ermine-L400.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1004" title="1490_Leonardo_da_Vinci_Lady_with_the_Ermine-L400" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/1490_Leonardo_da_Vinci_Lady_with_the_Ermine-L400-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a></p>
<p>Sim, ele usou apenas uma luz na pintura toda. Observe a sombra no nariz e mãos da modelo e perceba que a luz vem de cima, ligeiramente atrás da garota, produzindo um brilho especular nas bochechas do rosto, nariz, testa e costas, revelando o &#8220;viço&#8221; de uma pele de uma menina de 16 anos e o furão branco está genialmente colocado de forma que a luz incida sobre sua cabeça e rebata na linha do maxilar da menina, produzindo outro brilho especular. É um rebatedor vivo, de 4 patas, mas que está cuidadosamente colocado, se sua cabeça estivesse em outra posição, ele continuaria a rebater luz para cima, mas não geraria o brilho. O genial desse detalhe é que esse especular serve como separador das áreas de sombra do rosto e do pescoço, sem ele, o admirador do quadro veria uma massa de pele em um plano só, o brilho serve para que o expectador da obra entenda que os volumes do rosto e do pescoço estão em planos diferentes, reproduzindo uma terceira dimensão em uma tela, que por definição, só pode ter duas: comprimento e largura. E como diria Bono Vox:  “It’s all right, it’s all right, <em>she moves in mysterious ways…”</em></p>
<p>E a camisa I LOVE MY JOB com o patrocínio da Udênio do Brasil vai para Paulo Machado, que deu uma resposta mais completa: &#8220;É uma luz especular, gerada pelo angulo de incidencia da luz na região. A  luz vindo tanto da janela quanto da porta mesmo tendo “potência” menor  gera um brilho maior nas bordas por concentrar os raios de luz em uma  única região, desta forma ela parece mais forte, mas nada mais é do que  uma luz concentrada pelo angulo da superficie onde está refletindo&#8221;</p>
<p>E não percam a chance de conhecer mais sobre flashes e os mistérios da luz, há 4 WS de Flash I LOVE MY JOB em andamento, 2 aqui no Rio, 1 em Recife e outro em Vitória, maiores informações aqui:</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/agenda/">http://www.ilovemyjob.com.br/blog/agenda/</a></p>
<p>abraços</p>
<p>Boa Luz e Boa Sorte!!</p>
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]]></content:encoded>
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		<title>Special Kids no Rio!</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa eu não poderia deixar de postar aqui no blog. A Special Kids Photography, uma ONG do meu amigo Rubens Vieira, além de ser uma grande parceira aqui do I LOVE MY JOB, realiza um trabalho fantástico e emocionante usando a fotografia como instrumento de inclusão social, quebrando barreiras de preconceito e ensinando fotógrafos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa eu não poderia deixar de postar aqui no blog. A <a href="http://specialkidsphotography.com.br/" target="_blank">Special Kids Photography</a>, uma ONG do meu amigo Rubens Vieira, além de ser uma grande parceira aqui do <strong>I LOVE MY JOB</strong>, realiza um trabalho fantástico e emocionante usando a fotografia como instrumento de inclusão social, quebrando barreiras de preconceito e ensinando fotógrafos a trabalhar com crianças com necessidades especiais. Uma visita no <a href="http://specialkidsphotography.com.br/" target="_blank">site</a> da Special Kids já mostra o alcance e o sucesso de sua jornada e quanto ainda falta para conscientizar fotógrafos em um país tão grande quanto o nosso. Tem sido um trabalho de formiguinha, mas essas formiguinhas tem ido cada vez mais longe, e dessa vez elas vão estar aqui no Rio, no dia 11 de Dezembro, para um workshop para fotógrafos interessados. As informações estão no cartaz aqui em baixo e eu pediria a todos os leitores que compartilhassem esse link com todos que conheçam, vejam os sorrisos nas fotos do site e vão entender o porque.</p>
<p><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/Specialkids_RJ_2010_low.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-987" title="Specialkids_RJ_2010_low" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/Specialkids_RJ_2010_low-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p><span id="more-981"></span></p>
<p>E em breve, aqui no <strong>I LOVE MY JOB</strong>, uma entrevista em vídeo com o Rubens, onde poderão tirar mais dúvidas sobre o assunto e conhecer esse trabalho lindo! Só falta ajustar alguns detalhes&#8230;muito em breve!</p>
<p>Abraços</p>
<p>Boa Luz e Boa Sorte!</p>
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		<title>Remote TTL: Filial do Inferno</title>
		<link>http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/10/22/remote-ttl-filial-do-inferno/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 03:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É curioso, mas eu quase não publiquei o o último post escrito aqui, sobre a medição dos flashes em TTL , porque achei que estava muito &#8220;simples&#8221;, afinal usei uma parede e um pano preto para explicar conceitos um tanto quanto obscuros. Foi justamente essa simplicidade que gerou tantos comentários e elogios, os quais agradeço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É curioso, mas eu quase não publiquei o o último post escrito aqui, sobre a medição dos <strong><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/10/19/os-caes-em-ttl-inferno/" target="_blank">flashes em TTL</a> </strong>, porque achei que estava muito &#8220;simples&#8221;, afinal usei uma parede e um pano preto para explicar conceitos um tanto quanto obscuros. Foi justamente essa simplicidade que gerou tantos comentários e elogios, os quais agradeço de coração. A repercussão foi tão grande que o acesso ao <strong>blog</strong> triplicou da noite para o dia. Obrigado a todos que leram e comentaram.</p>
<p>Naquele texto, eu usava o<strong> flash</strong> no topo da <strong>câmera</strong> e havia deixado um &#8220;gancho&#8221; na esperança de que alguém fizesse a pergunta que gerou esse novo post, um complemento igualmente simples ao assunto anterior. A pergunta foi feita por um dos leitores, Jefferson Palladino:<span id="more-907"></span></p>
<blockquote><p>Muito bom o texto, uma única dúvida, esse método pode ser usado também com o <strong>flash</strong> fora da <strong>câmera</strong>?!</p></blockquote>
<p>Não só pode, Jefferson, como deve ser usado: o problema não está no posicionamento dos flashes e sim para onde se aponta a câmera ao fazermos a medição da luz.</p>
<p>Eu fiz mais dois testes simples, igualmente fáceis de se reproduzir para que vocês tenham a chance de treinar e compreender, já que novas e desafiadoras questões surgem quando começamos a usar os <strong>flashes</strong> em posições diferentes da usual.</p>
<p>O primeiro teste consiste em fotografar uma xícara de café branca em cima de uma mesa igualmente branca.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O TESTE DA XÍCARA BRANCA ILUMINADA COM FLASH FORA DA CÂMERA&#8221;</strong></p>
<p>Um <a href="http://www.nikonusa.com/Nikon-Products/Product/Flashes/4807/SB-900-AF-Speedlight.html" target="_blank"><strong>SB-900</strong></a> funcionava como &#8220;MASTER&#8221; no topo da <a href="http://www.nikonusa.com/Nikon-Products/Product/Digital-SLR/25466/D3S.html" target="_blank"><strong>D3s</strong></a> e outro <a href="http://www.nikonusa.com/Nikon-Products/Product/Flashes/4807/SB-900-AF-Speedlight.html" target="_blank"><strong>SB-900</strong></a> foi posicionado em um tripé, no modo REMOTE TTL,  à direita da foto.</p>
<p>Eu enchi o quadro com a mesa e a xícara e cliquei sem compensação alguma, a imagem resultante está abaixo:</p>
<div id="attachment_913" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/xicara-cinza.jpg"><img class="size-medium wp-image-913" title="xicara cinza" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/xicara-cinza-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">f/11@ 1/250s, ISO 100</p></div>
<p>Novamente escolhi uma <strong>exposição</strong> baixa o suficiente para cancelar a<strong> iluminação</strong> fluorescente da minha cozinha e como explicado no post anterior, o <strong>padrão cinza 18%</strong> prevaleceu, fazendo com que o <strong>flash</strong> disparasse uma potência menor que a ideal. Percebe-se claramente que tanto a xícara quanto a mesa estão longe de serem brancas, mas acinzentadas.</p>
<p>Compensei o <strong>flash</strong> MASTER que estava na <strong>D3s</strong> em +1.7 e fiz um novo disparo mantendo o mesmo quadro. Observe o resultado:</p>
<div id="attachment_916" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/xicara-branca.jpg"><img class="size-medium wp-image-916" title="xicara branca" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/xicara-branca-300x208.jpg" alt="" width="300" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">f/11@ 1/250s, ISO 100, Flash MASTER em +1,7</p></div>
<p>Agora sim, uma xícara branca em cima de uma mesa branca!</p>
<p>Vamos agora ao outro extremo na escala de <strong>contraste</strong>: uma camisa (surrada) preta em cima de um tecido preto (amassado)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O TESTE DA CAMISA SURRADA PRETA EM CIMA DE UM TECIDO PRETO AMASSADO COM O FLASH FORA DA CÂMERA&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: left;">Mantendo o<strong> flash</strong> na mesma posição e sem nehuma <strong>compensação</strong>, cliquei novamente com o quadro preenchido com os tons de preto. Olhem a foto abaixo:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_917" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/camisa-cinza.jpg"><img class="size-medium wp-image-917" title="camisa cinza" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/camisa-cinza-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">f/11@ 1/250s, ISO 100, flash sem compensação</p></div>
<p style="text-align: left;">Ok, eu avisei que a camisa era velha..:).  Agora ocorreu o inverso, o flash disparou mais luz que o ideal, &#8220;estourando&#8221;os pretos para que se transformassem em cinza. Tal qual nos testes do post anterior&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Foi só compensar para -1,7 o <strong>flash</strong> MASTER que as coisas voltaram ao normal. Aqui vale um lembrete: uma vez ajustados para REMOTE, os <strong>flashes</strong> viram unidades &#8220;burras&#8221;, que respondem ao comando do <strong>flash</strong> MASTER, não há como compensar os <strong>flashes</strong> externos.</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_918" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/camisa-preta.jpg"><img class="size-medium wp-image-918" title="camisa preta" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/camisa-preta-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">f/11@ 1/250s, ISO 100, Flash MASTER em -1,7</p></div>
<p style="text-align: left;">Não importa se você usa um flash apenas no topo da <strong>câmera</strong> para iluminar sua foto, ou se há 300 <strong>flashes</strong> em modo REMOTE na cena, uma vez apontada para o tom errado, sua máquina irá propagar esse erro adiante. Concentre-se em acertar a exposição da foto e o domínio dos &#8220;cães&#8221; vem a reboque.</p>
<p style="text-align: left;">É por isso que no modo <strong>COMMANDER</strong> presente em alguns modelos da <strong>Nikon</strong>, há um espaço para se compensar a <strong>exposição</strong> do<strong> flash</strong> no menu da <strong>câmera</strong>, como se pode ver na imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/D200_Commander_Mode.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-919" title="D200_Commander_Mode" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/D200_Commander_Mode-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: left;">É possível compensar a exposição do flash de +3 a -3 stops na fileira à direita onde se lê &#8220;Comp.&#8221;. A mesma possibilidade existe tanto no <strong>SB-800</strong> quanto no <strong>SB-900 </strong>no modo MASTER. Use-as e seja feliz!!</p>
<p style="text-align: left;">Boa Luz e Boa Sorte!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os “cães” em TTL: INFERNO</title>
		<link>http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/10/19/os-caes-em-ttl-inferno/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 05:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu passei o finalzinho da noite de uma sexta-feira 13 em uma discussão impressionante sobre o modo TTL em flashes com alguns amigos que me acompanham no Twitter (@heidertorres, @wefers, @namuchila, @felipeschiavon)  e achei curioso como 3 letras tem o poder de colocar a cabeça de um fotógrafo dentro de um vespeiro furioso. Quando terminamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu passei o finalzinho da noite de uma sexta-feira 13 em uma discussão impressionante sobre o modo TTL em flashes com alguns amigos que me acompanham no Twitter (@heidertorres, @wefers, @namuchila, @felipeschiavon)  e achei curioso como 3 letras tem o poder de colocar a cabeça de um fotógrafo dentro de um vespeiro furioso.</p>
<p>Quando terminamos de conversar me deu vontade de escrever esse post comentando sobre a mais badalada tecnologia presente nos flashes atuais, tida como a solução definitiva para qualquer tipo de foto, mas que na verdade confunde muita gente experiente. Ouso dizer que sua incompreensão é a causa de muito fotógrafo deixar de usar os flashes: &#8220;Meu Deus, se nem com isso eu consigo boas fotos, melhor fotografar sem eles&#8221;. Só que pensando assim, o fotógrafo limita sua atuação e diminui seus ganhos.</p>
<p><span id="more-804"></span></p>
<p>Sem dúvida a tecnologia envolvida no processo TTL (Through the Lens) é algo admirável, mas antes de tudo, faz-se necessário entender o que ocorre no momento do clique, mas como tudo se passa na velocidade da luz, nossos olhos tem dificuldade de compreender todas as etapas tanto na câmera quanto no flash.</p>
<p>A chave para entender o sistema TTL está justamente onde ele falha e para mostrar isso, vou fazer 4 experiências simples, que podem ser repetidas em qualquer lugar e aconselho que vocês as refaçam, porque uma vez entendido e praticado, as chances de erro caem a zero.</p>
<p>Para provar que a falha é do processo e não de modelos de câmera, todas as fotos abaixo foram feitas com uma arrasadora <a href="http://www.nikonusa.com/Find-Your-Nikon/Product/Digital-SLR/25466/D3S.html" target="_blank">Nikon D3s</a>, uma das melhores (e mais caras) câmeras disponíveis no mercado, a objetiva usada foi uma nova <a href="http://www.nikonusa.com/Find-Your-Nikon/Product/Camera-Lenses/2164/AF-S-NIKKOR-24-70mm-f%252F2.8G-ED.html" target="_blank">24-70 f/2.8</a>, tão arrasadora quanto a câmera.</p>
<p>O primeiro teste consiste em tirar uma foto de uma parede branca, sim, uma simples parede branca iluminada apenas pela luz natural, sem o uso do flash. Eu o chamarei de &#8220;O Teste da Parede Branca&#8221;, só para ficar mais dramático e imponente:)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O TESTE DA PAREDE BRANCA</strong></p>
<p>O visor da câmera foi preenchido pelo tom branco e zerei a exposição &#8220;perfeita&#8221; recomendada pelo fotômetro, como se pode observar na foto abaixo:</p>
<div id="attachment_846" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM5662.jpg"><img class="size-medium wp-image-846" title="_RRM5662" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM5662-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">f/4.5@1/500s, ISO 800</p></div>
<p>A imagem mostra claramente uma parede cinza médio e não um branco neve como a da minha sala. Foi o fotômetro que errou? Os japoneses da Nikon cochilaram em algum ponto na produção de uma câmera de mais de 5.000 dólares ou algo está acontecendo que eu não sei?</p>
<p>A resposta é: NÃO! Sua câmera e fotômetro estão corretos.</p>
<p>Nós, seres humanos, só conseguimos medir alguma coisa quando a comparamos com um padrão reconhecido e calibrado. Se a parede que fotografei tem 2 metros de altura, estou afirmando que o padrão reconhecido internacionalmente e chamado &#8220;<a href="http://www.forp.usp.br/restauradora/pg/metrologia/metrologia_med_linea_area/medlinhi.htm" target="_blank">metro</a>&#8221; está se repetindo 2 vezes naquele comprimento.  O mesmo ocorre com o &#8220;segundo&#8221;, o &#8220;litro&#8221; e todas as demais unidades conhecidas. Sem elas não conseguiríamos viver em uma sociedade e nem fotografar, porque quando <strong><span style="text-decoration: underline;"><em>medimos</em></span></strong> a luz de uma cena, a estamos comparando com a reflexão que ela teria em um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cart%C3%A3o_cinza" target="_blank">cartão cinza 18%</a></p>
<p>Ou seja, ao apontar minha câmera para a parede branca e zerar o &#8220;deus&#8221; fotômetro, eu pedi que o branco fosse transformado em cinza e foi isso que ela magistralmente fez (e é só isso o que ela sabe fazer). Espero que aqui o leitor compreenda que o fotômetro não é o senhor de suas fotos, ele só indica onde está o tom médio da sua imagem e que não há exposição perfeita, o fotógrafo é o dono da situação. Como eu não desejo uma parede cinza e sim branca, basta deixar que mais luz atinja o sensor. Provavelmente aquele livro &#8220;How to Take Great Pictures&#8221;, que descansa na sua estante, comenta que basta aumentar 1 stop para que o cinza se transforme em branco, mas isso não é verdade para todas as situações, vá para uma praia com areias claras ou uma montanha nevada e comece a lutar contra o fotômetro. Não há mais sentido em guardar regrinhas estabelecidas quando se pode olhar e julgar a exposição no monitor da sua câmera.</p>
<p>Voltando ao teste&#8230;eu refiz a foto, abrindo o diafragma (ou o obturador) para que mais luz atingisse o sensor.</p>
<div id="attachment_854" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM5672.jpg"><img class="size-medium wp-image-854" title="_RRM5672" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM5672-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">f/2.8@ 1/320s, ISO 800</p></div>
<p>Observe a nova exposição, o fotômetro indica uma superexposição de 1 2/3 de stop acima da recomendada, se eu seguisse a regrinha do &#8220;aumente um stop e tenha branco&#8221; ainda não teria o branco. E para ser bem sincero, não me satisfiz com o resultado, poderia ter subido ainda mais a exposição, mas começaria a perder a textura da parede, então, parei por aí.</p>
<p>Estamos em um extremo da escala de contraste, no branco, será que na outra ponta ocorre algo parecido? É hora de fazermos um segundo teste, desta vez fotografando algo em um tom bem escuro, preto mesmo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“O TESTE DO PANO PRETO”</strong></p>
<p>Como não há paredes pretas aqui em casa (nem nunca haverá, pelo amor  de Deus!) eu apenas fixei com fita crepe um tecido preto que tenho aqui  em casa em uma parede e zerei o fotômetro com o pano enchendo o quadro. A foto  resultante está aí embaixo:</p>
<div id="attachment_858" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Cinza-preto.jpg"><img class="size-medium wp-image-858" title="Cinza-preto" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Cinza-preto-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">f/2.8@ 1/25, ISO 6.400</p></div>
<p>Não é nem de longe a imagem de um tecido preto, mas de um cinza ( e só por curiosidade: compare com o cinza do teste anterior, veja como estão bem próximos!). Como  falei no primeiro teste, o fotômetro de sua câmera só sabe fazer uma  coisa: apontar-lhe qual será o tom médio de sua foto. Quando enchi o  quadro com o tom escuro e zerei o fotômetro, novamente a câmera pensou que eu  queria um cinza e não um preto, deixando que mais luz entrasse pela  objetiva, “lavando”o preto até que se chegasse ao tom de cinza médio.</p>
<p>Nas páginas daquele mesmo livro “How To Take Great Pictures” há um  outra dica: ao fotografar tons escuros, basta baixar 1 stop que o preto  aparece…será mesmo? veja a exposição que tive que encontrar para ter o  preto do tecido.</p>
<div id="attachment_859" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Preto.jpg"><img class="size-medium wp-image-859" title="Preto" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Preto-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">f/2.8@ 1/80s, ISO 6.400</p></div>
<p>Foram 2 pontos acima do valor recomendado pelo fotômetro. As fotos foram feitas em um dia nublado com grande variação de luz, ora abria um pouco de sol, ora voltava a nublar, daí a razão de alterações tão grandes, mas a idéia é apenas mostrar que o sistema TTL está totalmente baseado em uma comparação com um cinza médio e infelizmente várias situações que encontramos estão longe do tom padrão ( que tal noivas em vestidos brancos reluzentes e noivos em ternos pretos?)</p>
<p>Os dois testes acima foram feitos somente com luz natural, mas o que acontece quando não há luz disponível e dependemos do flash para iluminar corretamente nossas imagens? Hora de mais dois testes, usando a mesma parede e o mesmo tecido preto, só que dessa vez, eles serão iluminados por um SB-900 no topo da câmera.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O TESTE DA PAREDE BRANCA ILUMINADA COM FLASH&#8221; </strong></p>
<p style="text-align: left;">Nesse teste eu preciso eliminar a presença da luz natural, como escrevo essa parte do texto a noite, foi uma tarefa relativamente fácil: em ISO 100, com f/5.6@ 1/250 s, e ainda sem o flash ligado, a foto abaixo mostra a minha parede &#8220;branca&#8221;:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_880" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/parede-sem-flash.jpg"><img class="size-medium wp-image-880" title="parede sem flash" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/parede-sem-flash-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@ 1/250s, ISO 100, SEM flash</p></div>
<p style="text-align: left;">Aqui não há erro algum de fotômetro, não houve foi tempo suficiente para a luz sensibilizar o sensor da câmera. O &#8220;cão&#8221; vai entrar em ação! Liguei o SB-900 no modo TTL, me certifiquei de que estava no alcance correto da luz e disparei mantendo a mesma exposição. Observe a imagem resultante:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_881" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f5.6_iso-100.jpg"><img class="size-medium wp-image-881" title="f5.6_iso 100" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f5.6_iso-100-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@ 1/250s, ISO 100, flash em TTL</p></div>
<p>Ok, esse disparo aconteceu na velocidade da luz, é aqui que muitos fotógrafos tropeçam, mas vou tentar explicar com palavras o diálogo entre flash e câmera:</p>
<p style="text-align: left;">(SB-900) &#8211; Sra. D3s, essa é uma parede branca, o que a senhora quer que eu faça?</p>
<p style="text-align: left;">(D3s) &#8211; Ora, Sr. Sb-900, a única coisa que eu sei fazer, mas não estou conseguindo por conta desses ajustes da exposição. O senhor poderia iluminar essa parede de forma que ela se pareça com um cinza 18%?</p>
<p style="text-align: left;">(SB-900) &#8211; Claro! Isso é moleza para mim!</p>
<p style="text-align: left;">E velozmente cordiais, câmera e flash se ajustam para transformar uma parede branca em cinza. O SB-900 despejou menos luz do que era desejado&#8230;.humm..a primeira experiência já nos mostrou a resposta para esse problema, basta abrir mais a abertura e eu volto a ter o branco, não é? NÃO É?</p>
<p style="text-align: left;">Pois bem, eu vou extrapolar e tentar uma nova foto, dessa vez com o diafragma 2 pontos mais aberto, em vez de f/5.6, vou usar f/2.8, eu quero um branco sem textura, veja o resultado na imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_882" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f2.8_iso100.jpg"><img class="size-medium wp-image-882" title="f2.8_iso100" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f2.8_iso100-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">f/2.8@1/250s, ISO 100, flash em TTL</p></div>
<p style="text-align: left;">Oh..oh&#8230;algo está errado! As duas fotos estão idênticas, mesmo eu tendo escancarado a abertura para <em>deixar mais luz entrar no sensor</em>&#8230;.só que não há mais luz para entrar no sensor, sua foto depende exclusivamente da iluminação vinda do flash!!! Eis o que eles falaram no momento do disparo:</p>
<p style="text-align: left;">(D3s) &#8211; Senhor SB-900, nosso ilustre fotógrafo agora ajustou a abertura para f/2.8, o senhor poderia recalcular a sua potência para manter a parede cinza?</p>
<p style="text-align: left;">(SB-900) &#8211; Claro! Isso é moleza para mim!</p>
<p style="text-align: left;">Como eu ainda estou enchendo o quadro com um tom diferente do cinza médio, câmera e flash se ajustam mutuamente para manter o padrão sempre, qualquer que seja a abertura que se utilize. O SB sempre despejará uma intensidade menor do que a esperada. A solução mais básica é aumentar a intensidade diretamente no flash, já que é ele que está comandando a iluminação. Refiz as duas fotos, com as mesmas exposições, só que agora o flash estava ajustado em +1,7.</p>
<p style="text-align: left;">O Sb-900 se virou para a câmera e disse:</p>
<p style="text-align: left;">(SB-900) &#8211; Prezada senhora, nosso querido fotógrafo aumentou minha intensidade em +1,7, ok?</p>
<p style="text-align: left;">(D3s) &#8211; Ok, mas avise para ele que o resultado será algo bem próximo de um branco e não um cinza 18%&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">(SB-900) &#8211; Mas acho que é isso que ele está querendo, vamos ver, vou recalcular minha potência para fazê-lo feliz, ok?</p>
<p style="text-align: left;">(D3s) &#8211; ok, infelizmente não há nada que eu possa fazer&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Veja o resultado das duas novas fotos com as mesmas exposições, só que com o flash ajustado para +1,7:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_887" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f5.6.jpg"><img class="size-medium wp-image-887" title="f:5.6" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f5.6-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@ 1/250s, ISO 100. Flash em +1,7</p></div>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_888" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f2.8.jpg"><img class="size-medium wp-image-888" title="f:2.8" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f2.8-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">f/2.8@ 1/250s, ISO 100, flash em +1,7</p></div>
<p style="text-align: left;">O branco que eu desejava apareceu, vamos ver como se comportam câmera e flash quando utilizados para fotografar o mesmo tecido preto colado na parede.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O TESTE DO TECIDO PRETO ILUMINADO COM FLASH&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">Vou fazer as mesmas fotos com as exposições em f/5.6 e f/2.8, com o flash sem alteração alguma, veja o resultado abaixo:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_891" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f56-flash-preto.jpg"><img class="size-medium wp-image-891" title="f:56 flash preto" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f56-flash-preto-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250s, ISO 100, Flash em TTL</p></div>
<div id="attachment_892" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f28-flash-preto.jpg"><img class="size-medium wp-image-892" title="f:28 flash preto" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f28-flash-preto-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">f/2.8@1/250s, ISO 100, flash em TTL</p></div>
<p style="text-align: left;">Nenhuma das duas fotos mostra o tom correto do tecido preto, estão ligeiramente estourados, o SB-900 usou uma potência maior do que deveria para iluminar a cena, tentando levar o preto próximo ao cinza. Vamos ver o que acontece quando diminuo em -1,7 a intensidade do flash, acompanhe as 2 imagens, feitas nas mesmas exposições anteriores:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_893" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f56flash-17.jpg"><img class="size-medium wp-image-893" title="f56flash-17" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f56flash-17-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250s, ISO 100, Flash em TTL -1,7</p></div>
<div id="attachment_894" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f28flash-17.jpg"><img class="size-medium wp-image-894" title="f28flash-17" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/f28flash-17-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">f/2.8@1/250 s, ISO 100, Flash em TTL-1,7</p></div>
<p style="text-align: left;">Agora sim! um tecido preto corretamente exposto com um leve ajuste de compensação diretamente feito no flash. Por mais que o fotômetro de sua câmera teime em trazer a imagem para um tom médio, a correção no flash desfaz o desentendido e corrije a exposição da cena.</p>
<p style="text-align: left;">Mas então em um casamento ou um show, por exemplo, onde os tons passam longe do cinza médio eu preciso ficar controlando a intensidade do flash a todo instante, isso não deixa o fotógrafo mais lento? De certa forma sim, mas há uma forma de contornar o problema que é usar o &#8220;spot meter&#8221; de sua câmera para travar a exposição no tom médio certo (existem outras formas, mas esse post é uma explicação geral, deixo a parte mais detalhada para um outro post, ok?) e todos os outros tons da imagem &#8220;caem&#8221; nos lugares certos. Eu fiz o seguinte: imprimi a imagem do cinza que apareceu lá em cima no primeiro teste e colei na parede branca, fotografei, aqui está o resultado:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_897" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM6631.jpg"><img class="size-medium wp-image-897" title="_RRM6631" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM6631-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250 s, ISO 100, Flash TTL, spot meter no centro do quadrado cinza</p></div>
<p style="text-align: left;">agora colei a mesma impressão no centro do pano preto e refiz a mesma exposição, todas as 2 fotos com a compensação do flash zerada, observe a foto resultante:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_898" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM6630.jpg"><img class="size-medium wp-image-898" title="_RRM6630" src="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/RRM6630-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">f/5.6@1/250 s, ISO 100, Flash TTL, spotmeter no centro do quadrado cinza</p></div>
<p style="text-align: left;">Como concentrei a exposição no centro do retângulo acinzentado graças ao modo &#8220;spot meter&#8221;, a comparação da luz da cena foi feita de acordo com o padrão cinza 18% de seu fotômetro interno e o flash foi disparado na intensidade correta, trazendo todos os tons restantes para seus respectivos lugares, sem qualquer ajuste no SB.</p>
<p style="text-align: left;">Praticamente todas as câmeras atuais trazem o &#8220;spotmeter&#8221; entre os modos de medição de luz e muitas delas ainda contam com um botão na traseira de seus corpos com a seguinte inscrição &#8220;AE-L/AF-L&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Essas siglas significam: &#8220;Auto Exposure Lock/ Auto Focus Lock&#8221;, ou seja, uma vez apertado, ele trava a exposição e/ou o foco no tom que vc escolher, seu trabalho em um casamento, por exemplo, onde o flash é praticamente indispensável, é buscar o tom correto e travar sua exposição ali. Sim, você terá que apertar alguns botões a mais, mas garante um rendimento melhor de suas fotos e horas a menos na edição e tratamento sacais na frente de um computador.</p>
<p style="text-align: left;">Entender como sua câmera expõe uma foto é a chave para o domínio do flash. Os testes acima são facílimos de serem repetidos, eu aconselho que vocês treinem e entendam os conceitos antes de partirem para um trabalho específico. Você, seu equipamento, sua reputação e seus clientes agradecerão.</p>
<p style="text-align: left;">Sei que o texto foi longo, mas o assunto merecia, espero ter ajudado!</p>
<p style="text-align: left;">Boa Luz e Boa sorte!!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>ilovemyjob.ning.com</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 15:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para variar eu já estou atrasado e da última vez que acessei, mais de 100 pessoas já tinham aderido&#8230; Comecei a escrever no blog  tentando reunir todo mundo em um único local, mas como o tempo de atualizar os posts é escasso, eu acabava gerando uma espera desnecessária. Emails, comunidedes no Orkut e Facebook e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para variar eu já estou atrasado e da última vez que acessei, mais de 100 pessoas já tinham aderido&#8230;</p>
<p>Comecei a escrever no blog  tentando reunir todo mundo em um único local, mas como o tempo de atualizar os posts é escasso, eu acabava gerando uma espera desnecessária. Emails, comunidedes no Orkut e Facebook e twitter eram usados para minimizar isso. Mas o volume de correspondência estava me levando literalmente à loucura, pensei então: &#8220;o que eu poderia fazer para ficar louco de uma vez?&#8221;</p>
<p><span id="more-782"></span></p>
<p>Foi quando um amigo meu me mostrou uma idéia: &#8216;Por que você não cria uma rede social voltada exclusivamente para fotografia? assim seus membros podiam trocar experiências e dúvidas on line, sem esperar a sua monitoração, acho que a &#8220;troca&#8221;seria mais imediata&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;e esse serviço existe?&#8221;&#8230;.&#8221;sim&#8221;</p>
<p>E não era que existia mesmo? fui lá e criei a rede social do &#8220;I LOVE MY JOB&#8221;. Fiquei na dúvida durante um tempo se mais uma rede social não iria ser complicado de administrar para quem  já tem as outras, mas como o assunto era exclusivo e as dúvidas e carências muito grandes, resolvi arriscar e pelo twitter anunciei o lançamento, em poucas horas as adesões me mostraram que o caminho estava correto, meu receio não tinha motivos para existir.</p>
<p>Se vc já é um membro, &#8220;muito obrigado&#8221;, e fica o desejo que usemos o serviço o melhor que pudermos, são raras as chances de nos encontrarmos e acho que estamos mesmo precisando de união. Caso ainda não tenha visto a novidade, porque não dá um clique aí embaixo e se associa? É gratuito.</p>
<p><a href="http://ilovemyjob.ning.com" target="_blank">http://ilovemyjob.ning.com</a></p>
<p>Use o fórum, coloque suas fotos, encontre profissionais, tire suas dúvidas e solte as travas que existem aí dentro, no meio de tanta gente, com certeza alguém tem uma dica para resolver aquele problemão que te aflige.</p>
<p>Boa Sorte a todos!</p>
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		<title>Dourado e os Cães</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 01:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Esse post é tão rápido quanto o vídeo que o acompanha. Estou em uma pequena área que serve de entrada auxiliar para a casa do Big Brother Brasil no dia seguinte à final do programa. Como os três finalistas estavam lá para uma seqüência de reportagens, surgiu a idéia de fazer umas fotos diferenciadas. Eu fiz alguns cliques [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Esse post é tão rápido quanto o vídeo que o acompanha. Estou em uma pequena área que serve de entrada auxiliar para a casa do<a href="http://bbb.globo.com/" target="_blank"> Big Brother Brasil</a> no dia seguinte à final do programa. Como os três finalistas estavam lá para uma seqüência de reportagens, surgiu a idéia de fazer umas fotos diferenciadas.</p>
<p>Eu fiz alguns cliques pelo gramado e no interior da casa, mas essa área de entrada representava um desafio para uma imagem que eu tinha na cabeça.</p>
<p><span id="more-715"></span></p>
<p>Não há absolutamente nada de interessante dentro da pequena sala e uma fileira de luzes fluorescentes no teto mostra todos os detalhes existentes. É o tipo de situação onde você precisa mais esconder do que iluminar e como disse outras vezes aqui no blog, às vezes, o que você vê como um problema pode camuflar uma grande solução.</p>
<p>Meu primeiro plano da imagem eu já tinha: Marcelo Dourado, vencedor do programa. Precisava urgentemente encontrar um fundo interessante para minha foto&#8230;e o que encontrei matou dois problemas de uma vez só: ao expor a foto pela calha de luz, joguei o restante da sala em uma escuridão total, incluindo o Dourado.</p>
<p>hehehe&#8230;Dois cães começaram a latir alto, eles adoram o escuro!</p>
<p>Um SB-900 está na mão de um amigo que começa a se iniciar na fotografia, ele ainda segura o Nokia N85 que fez o pequeno vídeo. Nossa assessora foi lá para trás com outro SB-900. Há uma razão para ela estar naquela posição: normalmente jornalistas carregam consigo um pequeno bloco de notas que funciona com perfeição como uma bandeira para o flash, bloqueando a luz que entraria na minha lente graças a posição onde o SB se encontrava.</p>
<p>O sistema inteiro funciona em TTL, foi só ajustar e curtir&#8230;acredite: tudo não levou mais do que 5 minutos.</p>
<p>Curta você também, e se você está no Sul do país e tem vontade de fazer o mesmo com seus &#8221; cães&#8221;, não perca a oportunidade, dia 5 e 6 de Junho eu estarei na pousada do Ilheu, em Floripa,  ministrando mais um workshop de flash!</p>
<p>Para maiores informações, clique <a href="http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/04/16/workshop-em-floripa-56-junho/" target="_blank">aqui</a> ou veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/800asas/4567109693/" target="_blank">depoimento</a> que os participantes do Rio fizeram logo depois do curso (valeu galera!!) no Flickr.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6NUM-CLLCec&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/6NUM-CLLCec&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Ponto para os cães! Boa Luz e Boa Sorte!</p>
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