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Nikon 50mm f/1.4G AF-S:Unboxing 80

Leve, prática, com uma ótica já excelente, clara e rápida o suficiente para ser usada em qualquer tipo de luz sem o uso de tripés ou flashes e, como se não bastasse, uma mestra na arte de compor e fotografar.

Todas essas qualidades transformaram a objetiva 50mm em um mito. Ao contrário das objetivas com zoom, uma lente fixa com essa distância focal exige que o fotógrafo se mexa para encontrar o quadro certo e conversar intimamente com o retratado, forçando-o a sair da zona de conforto e a abertura máxima de f/1.4 transforma um pequeno bocado de luz em energia suficiente para a sua criatividade pirar.

Foi a primeira lente que usei no meu começo de carreira e com ela obtive as respostas que tanto procurava, as imagens que fiz acalmaram a minha alma e um “sim, vá em frente” apareceu na minha mente depois de uma olhada em algumas delas.

Lago Sagrado de Gokyo, Nepal (5.800m)

Comprei a 50mm f/1.4 D ainda no Nepal e a mantive comigo durante 11 anos sem um problema sequer e as vezes em que ela me salvou de situações precárias de luz são incontáveis. De certa forma era ela que, carinhosamente, me conduzia durante toda a viagem. Tenho um apreço diferente por essa lente, não só por ter me ensinado coisas que eu não sabia, mas por ter sido generosa comigo durante muito tempo.

Yaks na subida para Dole

Mas como aprendi no Nepal, desapego e generosidade são necessários na nossa jornada individual: Rafa, meu produtor e amigo (também conhecido como I-Rafa e que com serenidade segurou a barra durante uma tormenta que enfrentei há pouco tempo atrás) também procura seu caminho na fotografia, achei que da mesma forma que a 50mm tinha me ajudado, poderia fazer o mesmo por ele. Agora o pequeno talismã de vidro está nas mãos dele e adquiri a nova Nikkor AF-S 50mm f/1.4 G que a Nikon lançou recentemente.

Eu fiz um vídeo mostrando pequenas diferenças entre as duas, um vídeo de “unboxing”, veja abaixo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=dt4nYG-2d90[/youtube]

Há diferenças evidentes entre os dois modelos, a mais nova conta com um motor de autofocus na própria lente, que satisfará os donos das D40, D60, D3000 e D5000 que só podiam usar a lente antiga no modo manual, provando que “não há almoço grátis”. O motor garante um autofocus silencioso, porém, não achei tão mais rápido do que o modelo anterior. Um “muito bem-vindo” para-sol já acompanha a nova 50mm evitando o “flare” e servindo como proteção contra pequenos choques.

Uma pequena chave na lateral da lente permite escolher entre o modo manual total ou automático com “override”, ou seja, é possível reajustar o foco manualmente depois que a focagem foi feita pela câmera sem prejuízo para as engrenagens internas. Gostaria de ver esse nova lente sendo usada nos modelos que virão com autofocus durante o modo de filmagem, como já acontece com a D7000.

Com a remoção do anel de abertura a nova lente ficou confinada aos modelos eletrônicos de câmera, uma vez que a abertura só poderá ser ajustada pelos “dials” da máquina e embora exista menos elementos na lente, ela ficou mais pesada e mais cara. A antiga, da série D, sai por US$ 330,oo contra US$410 da série G (preço BH/USA). Prepare-se para gastar um pouco mais com filtros também, porque o diâmetro aumentou de 52mm para 58mm.

O que realmente me chamou atenção no modelo novo foi o diafragma com 9 lâminas (7 na antiga) e o “Super Integrated Coating (SIC)” que, segundo a Nikon, garante imagens com cores e contraste superiores e eliminação de “fantasmas” e flare. O mesmo coating está presente na nova 24-70 f/2.8 e pude constatar que o melhora é evidente, o próximo passo é fazer o mesmo com as fotos feitas com a novo 50mm AF-S f/1.4 G.

Eu levei as duas lentes para a praia da Barra aqui no Rio e fiz as mesmas imagens, coloquei a camera em um tripé e ia trocando as lentes mantendo a cena fixa.

Uma lente eu vou chamar de A a outra será B e queria que vcs tentassem descobrir qual é o modelo novo, comentários são bem-vindos.

Eu sei que é uma injustiça fazer esse teste aqui pela internet por conta de resolução e desajustes de monitores, mas como a falta de calibração será aplicada em todas as imagens, vale a tentativa.

Não há nenhum ajuste nas fotos no Photoshop, elas saíram do cartão diretamente para o post, todas foram feitas em ISO 100 é só clicar que elas aparecem em tamanho grande e a a observação dos detalhes é favorecida, liguem o som e curtam a viagem:

LENTE A -f/1.4 @1/2.500 s

LENTE B - f/1.4@1/2500s

Ainda mantendo a abertura de f/1.4, mais duas para comparação:

LENTE A - f/1.4@1/400s

LENTE B - f/1.4@1/400s

Agora vamos mostrar o fundo, ajustando a abertura para f/16, mantendo a foto do beijo do casal ( eu sou um cara romântico..rsr):

LENTE A - f/16@ 1/3s

LENTE B - f/16 @ 1/3s

Agora mais duas imagens em f/5.6:

LENTE A - f/5.6@ 1/80s

LENTE B - F/5.8@1/80s

As duas últimas, dessa vez em f/4:

LENTE A - f/4@1/1000s

LENTE B - f/4@1/1000s

A visualização em tamanho grande garante a resposta do desafio (há uma forma de “colar” na resposta também, mas aí perde a graça), as diferenças são sutis, você seria capaz de dizer qual é a nova Nikkor AF-S 50mm f/1.4 G?

Por favor, deixem seus comentários e compartilhem!!

E não esqueçam: dias 5/6 de Fevereiro estarei em Cuiabá e logo depois, no final de semana dos dias 12/13, em Brasiília para mais dois WS de Flash Criativo  I LOVE MY JOB, clique aqui para se inscrever, as vagas estão acabando!

Boa Luz e Boa Sorte!

Jogando um cão na parede! 12

Uma boa dica para ampliar as possibilidades de divulgação durante uma viagem, é tentar produzir fotos “neutras”, que não façam referência ao local onde a novela está sendo gravada. Fotos com Paris ao fundo acabam sendo usadas em reportagens sobre as gravações em Paris.É um tanto estranho, mas aos poucos você se acostuma com o fato de ter que produzir boas fotos com prazo de validade bem curto. As imagens também envelhecem…

Uma das gravações acontecia nas margens do Sena, na ponte onde o músico do último vídeo toca o seu saxofone.

José Mayer e TaísPara alcançá-la era necessário passar por uma passagem subterrânea baixa e estreita, toda feita de blocos bem claros de concreto. Eu não sabia, mas eles seriam os rebatedores mais pesados que já utilizei.

Eu fotografava o ensaio de dentro da passagem, em cima de uma caixa de madeira, com uma teleobjetiva fechada nos atores. Virei-me para trocar a lente e me deparei com a imagem abaixo:

escada

Da forma como estava iluminada, a escada que dava acesso à passagem formava um padrão de listras muito interessante. Olhei para o figurino do José Mayer e pensei: “Hummm, que tal juntar tudo isso?”

Problema: o interior daquele pequeno túnel era completamente escuro…

Solução: ouvir os latidos dos cães…rsrsrs

Os atores teriam que passar por onde eu estava, então, pedi que nossa assessora Roberta segurasse um SB-800 para mim, já programado no modo REMOTE.

Como a foto teria que ser rápida, não poderia usar tripé nem a sombrinha, mas não queria uma luz dura iluminando o rosto de ninguém.

Enquanto o José Mayer caminhava de volta em direção à escada, ajustei o flash embutido da D200 para commander mode, programei o SB para funcionar em TTL mesmo, com um aumento de potência de +1 ponto.

-“Zé, posso fazer um retrato seu aqui mesmo? Coisa rápida!”

-“Claro!”

Eu não tinha total certeza de que aqulo iria funcionar, mas não custava tentar. Pedi que a Roberta girasse a cabeça do flash na diração da quina entre o teto e a parede da passagem e disparei, rezando para que ninguém descesse a escada naquele momento e que o aumento da carga fosse suficiente para compensar a perda de luz rebatida.

Uma olhada no monitor da câmera mostrou que Alguém Lá em Cima me atendeu:

José Mayer

Ponto para os cães!

Fico por aqui, boa sorte!!

Eles viraram poliglotas… 24

jul20

O vídeo deste post encerra as produções feitas durante a viagem de gravação da novela Viver a Vida. Falta colocar um ou dois posts comentando sobre uns retratos feitos com os cães, mas isso é rapidinho.

Agora já estou tentando produzir um novo material com as cenas feitas aqui nos Lençóis, o pouco que já consegui está bem legal, tem até carro debaixo d´água e manguezal com mais de 10 metros de altura. Eta, país porreta!!

Mais alguns dias e já tem coisa nova por aqui.

Algumas observações sobre o vídeo:

ele começa sem som mesmo…

É um tango eletrônico que ambienta as fotos, de um grupo argentino muito bom: Bajo Fondo.

Por que eu escolhi um tango se as cenas se passam em Paris?

Bom, Pierre, nosso motorista, me disse certa vez que adorava passar um tempo em Buenos Aires porque se sentia em casa: arquitetura parecida, bons vinhos, ótima comida e lindas mulheres.

-Você já esteve no Rio, Pierre?

Ele fez biquinho e disse: “No,no”.

Tadinho do francês…

Bom, deixando a brincadeira de lado:

-na cena com a Alinne Moraes na cadeira de rodas, é praticamente impossível perceber que existe um castelo atrás do lago, sua máquina fotográfica tem o mesmo problema: não consegue registrar uma variação tão grande de luz. Com os flashes eu coloco a luz natural onde quiser, é só variar a velocidade do obturador. Ponto para os cães!

-Olhe novamente revistas como a Caras e Contigo! e observe que a foto que abre a matéria SEMPRE tem o retratado no lado direito. Você vira a página e já dá de cara com a informação que precisa.

A Taís Araújo está no lado esquerdo da foto nos Jardins de Monet, mas um “flip” no photoshop resolve o problema.

Não dá para ver, mas sem o flash os jardins desapareceriam em uma superexposição. Os cães levam vantagem, de novo.

-Não perca tempo tentando aprender sobre posicionamento de luz em filmes ou séries de TV. Para mostrar o que acontece no meio da sessão, o diretor se vê obrigado a afastar as luzes das modelos, o que faz com que uma mega sombrinha de alguns milhares de euros da Broncolor acabe iluminando as costas da Taís Araújo.

Afaste a luz e troque potência por abrangência, iluminando o fundo de suas fotos. Quanto mais perto da modelo, mais controle você tem, é uma consequência da lei do inverso do quadrado, I=1/d2 (eu sei,eu sei..estou devendo um post sobre isso…)

-Mesmo com a mega sombrinha e uma modelo como a Taís, às vezes não dá tempo…vire-se com o que você tem disponível.

Nas fotos com a Taís e a torre Eiffel:

Eu recebi uma pergunta interessante no primeiro post sobre as gravações: “Como é o relacionamento em uma viagem quando outro fotógrafo divide o espaço com você?”

Resposta: estamos todos no mesmo barco, na sessão de fotos, eu recebo um auxílio luxuoso de Fernando Torquatto, ele é quem segura um dos cães para mim.

Veja novamente o vídeo e observe que quando a câmera mostra só a Torre Eiffel, o azul do céu aparece muito bem, enquanto ela viaja para mostrar a Taís Araújo em uma área de sombra, uma superexposição detona o céu.

Só um flash devolve o azul para você, no tom e intensidade que escolher. Ponto para os cães, novamente.

Na foto do José Mayer e Taís Araújo:

Você será obrigado a fazer alguns “bonecos”: fotos dos atores olhando para a câmera como se fossem os personagens.

Enquanto isso não acontece, momentos de descontração e sorrisos genuínos passam rapidamente pela sua frente. Fique atento!

-Um vestido vermelho…uma atriz…um flash…a figurinista também está sorrindo.É contagiante…

-Fale com o fotografado. Ele não tem idéia do que você está fazendo. Nas fotos com o José Mayer, eu peço que ele movimente o rosto na direção da luz e ele pergunta: “É só o rosto, né?”

Não era…e uma mão fora do lugar pode arruinar a foto.

-Mesmo com os cães rosnando na bolsa, não substime a luz natural.

Fico por aqui, espero que tenham gostado. Boa sorte!!

Os cães estão latindo em árabe… 31

jun15

Caso seja recém-chegado aqui, não se assute: o assunto não é adestramento canino. “Cachorros eletrônicos”, ou simplesmente “cães”, foi a forma carinhosa que eu encontrei para me referir a um acessório tão criticado e desconhecido: os flashes portáteis.

Eu penso que usar números e letras para descrevê-los, como em SB-800 ou 580 EXII, só aumenta a distância entre o conhecimento e a prática, como se tivéssemos que programar um R2D2 ou o C3PO a cada tentativa de uso.

Eles são poderosos, confiáveis e topam qualquer parada e, assim como nossos amigos de nariz frio e quatro patas, devem ser compreendidos para que toda a graça que há neles seja liberada.

Essa é a idéia do blog, e do vídeo aí de cima…

Comentei no último post que estou na Jordânia fazendo as imagens de divulgação da nova novela das 20h da Rede Globo, Viver a Vida, e antes do embarque, comprei uma Sony Cybershot W110, capaz de gravar vídeos em Full HD e pequena o suficiente para caber em qualquer espaço, para tentar filmar algumas sessões de foto. Uma imagem vale mais que mil palavras…

Uma viagem como essa gera uma pressão descomunal muito antes dela começar, são vários os pedidos de fotos para todos os jornais, sites e revistas do país, além do tradicional aviso: “Na sua folga, tente fazer ensaios dos atores conhecendo e visitando locais típicos da região para tentarmos emplacar na Caras, Contigo, Quem, etc…”.

Na minha “folga”? rsrsrsrs…

Assim que cheguei em Petra, tratei de produzir as fotos mais desejadas de todas: retratos dos personagens, mostrando quem são os atores, seus figurinos e o local onde estão gravando. O vídeo mostra os dois primeiros dias de gravação na trilha que leva até um monumento de pedra chamado Monastério, são apenas 854 degraus da base até o topo, com um calor que ultrapassava os 40 graus e que abriu uma ferida no topo da minha cabeça logo nas primeiras horas.

Era o Sol de Petra dando as boas vindas, mas uns latidos vindos de dentro da mochila me diziam que os “cães” queriam ir à forra…

A luz em Petra é dura boa parte do tempo, e com montanhas claras e um piso branco ao seu redor, chega a ser difícil manter os olhos abertos sem um bom óculos escuros, acho que o vídeo mostra bem toda a intensidade luminosa do local. Não havia dúvidas se deveria ou não usar um flash, a pergunta agora era: como ele iria ser usado.

Embora os SBs sejam capazes de sincronizar em qualquer velocidade de obturador, eles perdem muita potência acima do 1/250 s (vel. de sincronismo de flash da D200) e com um sol de meio dia a ser domado, potência era tudo o que eu não podia perder, portanto, a velocidade já estava escolhida: 1/250 s.

Com um valor como esse no obturador e uma luz intensa lá fora, eu já esperava aberturas pequenas e grande profundidade de campo. Todas as fotos mostradas no vídeo foram feitas com a 17-55 f/2.8 fechada em f/8. Não havia sentido em viajar para Petra e produzir retratos com o fundo todo desfocado, a idéia era justamente o oposto disso: mostrar o ambiente onde nos encontrávamos.

A parte numérica estava resolvida, restava trabalhar a luz:

A sessão com a Taís Araújo, a protagonista Helena da novela, dá uma boa dica para melhorar o controle do Sol quando se usa um flash: procure uma sombra…

Fácil de falar e difícil de encontrar, sombras eram disputadas a tapa por beduínos, camelos, burros, turistas ensopados e parte da produção da novela. Eu não acreditei quando vi um banco de pedra ao lado de um arbusto com flores rosadas sem ninguém por perto e longe o bastante de uma muralha rochosa.

Coloquei o SB-800 em um tripé e usei uma sombrinha difusora para gerar uma luz suave, contrastando com a iluminação dura do fundo. Contraste entre as luzes era uma forma de destacar a atriz do plano de fundo, e ao colocar o tripé na lateral, revelei volumes do corpo e texturas do figurino.

Conforme íamos subindo os degraus da trilha, as sombras desapareciam e o sol se tornava cada vez mais presente. Em vez de brigar com ele, transformei-o em um contra-luz, procurando fotografar os atores em algum local onde pudesse ter uma noção de profundidade, relativamente fácil de encontrar no meio daquela paisagem. Como iniciei com o flash na sombrinha, mantive-o assim até o final para ter um estilo de luz constante em todas as fotos.

O SB-800 estava em “REMOTE”, programado para funcionar em TTL mesmo, como os intervalos para fotografar eram curtos, não tinha nem tempo de calcular a exposição do flash em Manual, era soltar os “cães” da mochila e clicar.

Bom, ainda tem material a ser mostrado aqui, mas com um Movie Maker que travava a cada 5 minutos, eu demorei mais do que o desejado para terminar o vídeo, espero que vocês gostem e que tenha ajudado bastante.

Ah! para os amantes da batida eletrônica: meu berço foi o rock´n roll, portanto, aumentem o som…é Rage Against The Machine mandando um cover do Pink Floyd.

Boa Sorte!

FAQ sobre o Workshop de Flash 37

FAQ – PERGUNTAS MAIS FREQUENTES.

.Eu não tenho flash, posso participar?

Não acha melhor comprar o flash primeiro e depois tentar participar?

.Eu acabei de sair de um curso de fotografia, posso me inscrever?

Porque não? Se você compreende abertura, velocidade de obturador e exposição básica, já sabe usar um flash…é só praticar!

.Quais os modelos de câmera da Nikon podem ser usados?

Com um SB-800/900 no topo da câmera, qualquer modelo serve. Eles funcionam como master, controlando os flashes externos. Para os modelos digitais com flash incorporado, o sistema CLS funciona a partir da D70 em diante, onde o flash incorporado controla os externos. As novas D3000/5000 não contam com esse sistema, precisam de um flash master no topo da câmera.

.Quais os modelos de flash da Nikon podem ser usados?

Os modelos SB-900 e SB-800 podem funcionar como MASTER e REMOTE, fora da câmera. O SB-600 só serve como REMOTE.

.Eu só tenho o SB-600, o que fazer?

Se sua câmera tem um flash incorporado e for da D70 para cima, ele pode controlar o SB-600, caso contrário, eu te empresto um dos meus SB-800, mas lembre-se de que eu só tenho 3 que funcionam como MASTER…e são 15 participantes…

.Eu tenho um SB-26, que tem fotocélula, dá para participar?

Sim, embora ele não participe do sistema CLS da Nikon, dá para dispará-lo fora da câmera sem problemas. Aliás, qualquer flash antigo da marca com fotocélula incorporada ou externa (avulsa ou um módulo SU-4), podem ser disparados fora da câmera.

.Se tem uma modelo, vamos fazer um ensaio de moda?

Não, ela está lá para nos ajudar, nós vamos fazer fotos com flash.

.Eu posso usar as fotos para o meu portfolio?

Depende da autorização da modelo, mas nunca deu problema. Muitas vezes elas pedem algumas fotos para uso no portfolio delas.

.Os flashes ficarão no TTL o tempo todo?

Não, o TTL é um dos temas abordados, começamos em Manual e depois partimos para o TTL.

. Se chover? Como fazemos?

Nos molhamos um pouco, até procurar uma área coberta, mas normalmente faço o WS em áreas com coberturas próximas.

.Não, eu digo que se chover não teremos Sol…

Isso não é problema para os flashinhos…é aí que eles mostram toda a sua versatilidade.

.Eu não gosto de usar flash, prefiro a luz natural…

Não é questão de gosto, mas de necessidade, não é sempre que tempos a melhor luz a nossa disposição. E conhecimento nunca é demais…aprenda a simular a luz natural ou até mesmo a eliminá-la. Ter um flash e não usá-lo e questão de estilo, não saber usá-lo é limitação e tudo o que sua fotografia não precisa é de limites.

Bom acho que é isso, qualquer duvida é só escrever: renatorochamiranda@gmail.com

twitter: @i_lovemyjob

BOA LUZ E BOA SORTE!

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