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Sergio Larrain: o que é Fotografia? 14

Fotógrafo da Magnum falecido em 2012, o chileno Sergio Larrain escreveu uma carta quando seu sobrinho começou a se interessar por fotografia. Deparei-me com esse texto no (muito bom) blog da Rafaela, que me redirecionou para o original chileno.

Nesses últimos três anos de viagens, eu consegui separar bem o que fazia para o trabalho e o que reservava para mim.

Minha relação com equipamento, lentes e a própria fotografia mudou bastante, acredito que para melhor. Leia mais »

O bebe chinês, o bom senso e o flash 12

Na semana passada uma notícia causou um rebuliço no mundo da fotografia: um bebê chinês sem nome, morador de uma província sem nome, ficou cego depois que um tio sem nome o fotografou usando o flash de um celular sem marca e a equipe de um hospital sem nome confirmou a cegueira sem exames.

A história levantou a questão: “afinal, um bebê pode ser fotografado com flash?”

Mais do que usar um flash a pergunta deveria ser: “Afinal, deve-se usar o bom senso na hora de se fotografar um bebe? ou qualquer outro assunto?”

É óbvio que notícia é falsa do início ao fim, mas o único dado que ela fornece é suficiente para se ter todas as informações sobre o comportamento da luz na foto sem que se dê um click sequer!

O texto não informa nada sobre as pessoas envolvidas no fato mas, curiosamente, é super preciso em relação o flash, segundo o repórter ele foi disparado a 25 centímetros do rosto do bebê.

A essa distância até mesmo um cego se incomodaria com o clarão do disparo, mas se há um flash, então é possível calcular a abertura usada na fotografia graças a fórmula do número guia: abertura x distância.

A 25 centímetros é possível afirmar que uma abertura pequena foi utilizada gerando uma grande profundidade de campo e como o flash está muito próximo, a iluminação ficará toda concentrada no rosto da criança

Algo diferente e inesperado para fotos de newborn, que normalmente trabalham com profundidades de campo apertadas com todos os planos da imagem igualmente iluminados.

Essa poderia até ser uma brecha, uma vantagem para que você começasse a produzir imagens diferentes da imensa maioria, destacando-se, assim, do seu concorrente. Mas é melhor esperar o próximo workshop daquele guru da administração e marketing para fotógrafos que nunca pegou numa camera na vida, não é mesmo?

Vários fotógrafos trataram de avisar seus clientes que só usavam luz natural, mas o que eu não entendo é que com certeza esses estúdios usam janelas que não estão viradas o tempo todo para o melhor da luz e nem sempre é possível ter o sol na intensidade correta para uma exposição ideal.

O fotógrafo acaba trabalhando com ISOs elevados e baixas velocidades de obturador para compensar a pouca entrada de luz, ou seja:

Você gastou alguns mil dólares para comprar um equipamento excelente e acaba operando em sensibilidades tão altas que diminuem todas as qualidades que fizeram sua câmera e lente tão caras!

Que tal usar um equipamento de iluminação portátil, leve, discreto, que não depende de energia elétrica, pode ser usado em ISOS baixos, na abertura que você quiser, em velocidades altas e ainda por cima, consegue simular perfeitamente a iluminação natural que você tanto adora?

Esse acessório iluminação é o seu flash portátil!

Ao invés de 25 cm de distância, que tal usá-lo mais longe do assunto? Evitando, assim, a perturbação do disparo direto e garantindo a abertura grande e a pouca profundidade de campo que você tanto busca.

A vantagem de usar o flash afastado é que o que se perde de intensidade, ganha-se em abrangência de luz. Esse é o mistério por trás da fórmula do inverso do quadrado da distância

http://goo.gl/A7aSRH

Luana com por do Sol às 21h (http://goo.gl/A7aSRH)

A ênfase na queda da intensidade da luz é tão grande que se perde o grande barato da iluminação: com um flash apenas se consegue muita coisa.

Você pode mais com menos!

Esse é o truque que Deus usou quando afastou o sol para 150 milhões de quilômetros da Terra, se fosse possível estar em Mercúrio agora, eu e você seríamos vaporizados por uma luz extremamente suave, porém, de pouca abrangência

Ainda resta uma dúvida: com o flash afastado, a luz não fica cada vez mais dura?

Sim, duríssima! Mas quem adora a luz natural não pode criticar a dureza do Flash, pois as duas luzes são absolutamente iguais em qualidade.

Você não coloca uma cortina ou um modificador para suavizar a luz que entra pela sua janela? Faça exatamente a mesma coisa com o flash, mas usando ISOs baixos e velocidade altas, tudo que você precisa para uma foto ideal de forma tranqüila e rápida, a qualquer hora do dia ( e da noite) e em qualquer lugar!

Eu acho estranho que toda hora surjam inúmeros “Mestres da Luz” “Senhores da foto”, Magos da iluminação, especialistas em “sei lá o quê top master omni blém blém” que não tem trabalhos publicados, mas falam sobre o flash todo dia a toda hora em vídeos, cursos, palestras e uma notícia como essa mostra que a o mistério persiste e a confusão ainda reina.

Com única informação precisa garimpada na notícia, todo o esquema e o comportamento da luz surgem no seu cérebro sem um único disparo da câmera e nem desespero do fotógrafo.

Seu flash pode lhe ensinar a ser um fotógrafo mais versátil e seguro e iluminar pode ser mais divertido e fácil do que parece.

Fico por aqui!

Boa Luz e Boa Sorte!

Teleobjetivas achatam planos? 38

Sim! E mamíferos como os coelhos colocam ovos de chocolate na Páscoa…

Eu tirei 10 dias de férias bem merecidas e a proposta desse post é bem simples:

Farei duas fotos com a câmera no tripé, mantendo fixa a exposição e alterando apenas a distancia focal, na primeira imagem será usada uma 50mm (tanto faz se f/ 1.4 ou f/ 1.8) e na segunda, uma 85mm (também não importa a abertura máxima).

Antes, acho que vale a pena explicar o que é a “distancia focal” de uma objetiva:

 é a distância, em milímetros, entre o ponto de convergência da luz até o ponto – sensor ou filme - onde a imagem focalizada será projetada.

Eu sei.. não ajuda muito, é o tipo de definição que pede um mergulho mais profundo, até porque é la no fundo que se encontram as respostas para angulo de visão, distancia focal e tamanho de imagem, mas você terá que enfrentar catetos, tangentes e o Teorema de Pitágoras, como a maioria dos fotógrafos atualmente quer as respostas prontas, eu vou ficar por aqui, ok?

 

50mm (f/4@ 1/25s, ISO 1600)

50mm (f/4@ 1/25s, ISO 1600)

Aqui esta nossa primeira imagem, tentei fazer um vídeo mostrando todo o post, mas com um vento de -2 graus entrando pelas frestas da roupa ficava difícil falar ou pensar em alguma coisa.

Ela mostra Thaisa, minha engenheira sagaz, sentada em um banco com um arbusto e um pequeno prédio ao fundo, a câmera esta no tripé e o próximo passo é clicar a mesma cena, desta vez com uma 85mm, na mesma exposição:

85mm (f/4@1/25s, ISO 1600)

85mm (f/4@1/25s, ISO 1600)

WOW!

Olha a diferença no enquadramento e como esse post está tendendo a terminar como todos aqueles que você já leu recomendando escolher com calma sua teleobjetiva e observar como distancias focais maiores tendem a isolar o assunto principal e ACHATAR OS PLANOS DA IMAGEM, fazendo com que a Thaisa fique mais próxima do prédio ao fundo e do arbusto.

Normalmente, esses posts também sugerem a compra uma objetiva que você ainda não tem e cujo preço bate facilmente na casa de alguns mil dólares, o que te deixa chupando dedo e se achando a pior das criaturas e, como sempre, associando uma boa fotografia a equipamentos caros.

O que eu acho estranho nesse mundo onde é cada vez mais fácil dar um zoom em uma foto no monitor da câmera ou em programas como Lightroom ou Photoshop, é que não se tenha percebido que todas as imagens usadas para mostrar esse efeito de achatamento de planos, acabam provando justamente o contrário.

Observe novamente a imagem feita com a 50mm (note os fios de cabelo caindo pelo rosto da Thaisa, ok?):

50mm (f/4@ 1/25s, ISO 1600)

50mm (f/4@ 1/25s, ISO 1600)

Ainda na câmera, sem ajuda de qualquer programa de edição, usei o comando interno “TRIM” ( algumas modelos permitem que se ajuste a imagem ainda dentro da câmera) e dei um corte mais fechado na imagem, veja:

50mm "cropada" (f4@ 1/25s , ISO 1600

50mm “cropada” (f4@ 1/25s , ISO 1600)

ainda é a mesma 50mm, exatamente a mesma imagem, mas agora compare esse novo corte com a 85mm:

85mm (f/4@1/25s, ISO 1600)

85mm (f/4@1/25s, ISO 1600)

Como se esperava, o fundo ficou mais desfocado, consequência imediata de se aumentar a distancia focal de uma objetiva, mas cade o bendito achatamento de planos?

Infelizmente ( ou felizmente, dependendo do lado em que se esteja):

Teleobjetivas não achatam planos.

Até porque se há algo no universo que obteve êxito em ser achatado foi a noção de “plano”.

Quando se aumenta a distancia focal de uma objetiva,por exemplo, indo de uma 24mm para uma 50mm, de uma 85mm para uma 200mm, além da imediata diminuição da profundidade de campo, ocorre um aumento do tamanho da imagem projetada dentro da câmera.

Como seu sensor permanece com o tamanho inalterado, ele capta agora um pedaço menor da imagem, dando a impressão de que o objeto fotografado esta mais perto, quando na verdade sua imagem é que está aumentando.

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Justamente pela falta daquele mergulho mais profundo lá de cima, pela pressa em se obter resultados imediatos e pela mania de querer crescer na fotografia ouvindo “dicas” de gente que nem portfólio tem é que sua mente está sendo ludibriada por conceitos bobos.

Mas, se seus próprios olhos estão sendo enganados, como você espera se desenvolver em um profissão que depende, essencialmente, de um olhar aguçado?

Boa Luz e Boa Sorte!

 

PS: o teclado é italiano, alguns erros eu vou corrigir na volta, ok?

PS(2): eu não parei de escrever aqui, estou usando o pouco tempo que me sobra para reunir os melhores fotógrafos do pais para cursos presenciais no meu estudio, o Criadouro. Em 2 anos teve muita coisa boa, vem conhecer o espaço!

PS(3): eu consigo contar de cabeça pelo menos 4 posts que foram literalmente surrupiados daqui e vendidos em curso on-line por ai, dá pelo menos o crédito, meu velho…fica deselegante isso…

Fotografia de Gestantes no Criadouro 2

Anota na agenda!

Sábado, dia 8 de Fevereiro, de 9h às 18h, tem a segunda edição do Curso de Fotografia de Gestante com a fotógrafa paulista Fernanda Giarato.

No final de 2013 ela esteve pela primeira vez no Criadouro e o curso foi um sucesso!

participantes praticam com a modelo

participantes praticam com a modelo

Turma cheia, duas gestantes como modelos e a Fernanda soube explorar todas as possibilidades de iluminação natural da casa, criando fotos incríveis.

Há dois álbuns de fotos no facebook, ficou bem legal o resultado, clique aqui  e aqui para ver! Vale a pena, agora com novos jardins e outros cantinhos fotográficos o curso promete!

A idéia é mostrar todo o processo, desde o primeiro contato com a grávida, contratos, iluminação natural, produção, poses, direção, tratamento e montagem do álbum, para quem está começando ou tem dúvidas de como entrar nesse ramo, é uma oportunidade excelente

A turma é pequena, novamente teremos duas grávidas para fotografar e o investimento pode ser parcelado em até 18x diretamente no aplicativo Facileme dentro da página do Criadouro, clique no link abaixo para mais informações:

https://www.facileme.com.br/app/p/312110

Galera prestando atenção

Galera prestando atenção

Para quem mora fora do Rio, o Criadouro tem parceria com três pousadas/hotéis distantes 5 minutos do estúdio, cujas diárias começam em R$ 70,00, mande um email ou comentário que indico os links.

É isso, espero vocês aqui! ( e em breve: curso de Diagramação e Iluminação Profissional no Criadouro, em Março! Aguardem!

Fotógrafos são pessoas felizes!

Fotógrafos são pessoas felizes!

 

Boa Luz e Boa Sorte!

 

 

 

 

Criando um Estúdio de Luz Natural 9

Eu consegui terminar o estúdio fotográfico do Criadouro no meio de 2013, bem no início de Julho. Como dei a sorte de ser vizinho de porta de um fotógrafo publicitário e minha especialidade são os Retratos, não vi muita necessidade de criar outro fundo branco a 20 metros de um já existente. (ok, eu realmente não curto fundos brancos).

A idéia era reproduzir um pouco da minha realidade diária na TV simulando uma casa envelhecida com piso de madeira, usando uma tapadeira que gira e mostra duas texturas diferentes na “parede”, aumentando a versatilidade do cenário. A estrutura ( piso + paredes) e a pintura foram feitas em tempo recorde, dois dias apenas.

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Com a chegada dos equipamentos de luz eu lembro de ficar horas analisando o caminho do Sol e, graças a duas grip heads que comprei ( obrigado Carlos!), acabei canibalizando dois antigos tripés de fundo que havia aqui, deixando solitárias as duas forquilhas do suporte.

"In the American West" - Richard Avedon

“In the American West” – Richard Avedon

Nesse primeiro ano de Criadouro deu para perceber como as estações provocam mudanças significativas nas entradas de luz, quem pensou a casa tinha grande talento para fotografia: o Sol cruza diagonalmente a estrutura deixando boa luz entrar tanto pela manhã quanto pela tarde, grandes janelas estrategicamente colocadas provam o talento do arquiteto.

Lembro de ficar horas bolando um plano para criar, dentro do estúdio artificial, uma forma de usar a excelente iluminação natural disponível. Como recebo outros fotógrafos aqui para debates e cursos, achei que quanto menos se dependesse de equipamento, melhor seria o desempenho de quem ainda não tinha experiência em estúdio.

estúdio de Irving Penn

estúdio de Irving Penn

Uma velha garagem preguiçosamente vazia, dois fundos de TNT usados ( calma, mais sobre isso lá embaixo) e as duas forquilhas de fundo foram uma bela resposta para minha busca.

A garagem nada mais é que um grande “U” com 6 metros em cada lado, coberta com telhas de amianto e com pilares colocados a 3 metros de distância entre eles, poderiam facilmente servir como tripés para as forquilhas..hummm…a cabeça começou a entrar em parafuso:

“Se eu trocasse duas telhas de amianto por outras de plástico leitoso branco (R$ 60,00 cada na Leroy Merlin) poderia aproveitar o Sol a partir das 13 horas até o fim do dia e ainda teria uma luz rebatida na parede amarela da casa, trocando em miúdos fotográficos: luz difusa e quente vinda do alto e pelas laterais, em calorosa e tropical quantidade e praticamente de graça! Um sonho se realizando!

telhas sendo rocadas

telhas sendo rocadas

Uma das minhas críticas aos livros de “17 trilhões de esquemas de luz testados e aprovados” é que a ênfase é tão grande em posições “mágicas” de luz que o leitor, ao tentar reproduzir o que vê, frustra-se por não entender que o que há de mágico é o perfeito arranjo entre a modelo e o esquema criado.

Normalmente o fotógrafo iniciante dispõe a iluminação de uma forma, fica mudo, clica oito mil vezes, reza para que o resultado saia igual ao da revista enquanto a modelo se coloca em posições completamente desfavoráveis à iluminação criada. Posicionar uma cabeça de flash é metade do trabalho, mas você não fotografa um tripé!

Esqueça a luz, olhe a modelo!

Como agora na garagem a posição é fixa, se eu quiser controlar contraste e sombras, obrigatoriamente devo parar, observar e mover o retratado, além disso, o grau de contato é maior já que não há trambolhos luminosos em volta dispersando a atenção.

Marcio Scavone no curso de Retrato usando o estúdio, 14 participantes.

Marcio Scavone no curso de Retrato usando o estúdio, 14 participantes.

Com a “fonte luminosa” montada, faltava agora aproveitar os pilares da garagem como tripés para fixação do fundo. Um suporte para três rolos de papel está em R$ 160,00 nas lojas especializadas, mas com um pouco de paciência e uma boa loja de materiais de construção dá para gastar bem menos. A lista abaixo mostra o que eu usei, adaptações são bem-vindas:

listaDe baixo para cima:

1 – Um par de mão francesa de alumínio ( não enferruja) com uns 30 cm de comprimento, em perfil U.

2- as forquilhas pré-existentes

3- 2 parafusos de 3/8 de polegada  ( aqueles típicos de cabeça de tripé)

4- uma broca de 9,5mm para metal (9,5 mm = 3/8 de polegada)

5- um bom arco de serra

 

furo 38

 Use a broca de 9,5mm para aumentar o furo pré-existente, na mão francesa de 30 cm dá para colocar 3 forquilhas em linha.

parafuso cortado

Aqui é a parte mais chata do processo, eu cortei o parafuso para que encaixasse perfeitamente dentro do U da mão francesa, é uma tarefa relativamente fácil se você possuir um arco de serra que não fale chinês. A foto abaixo explica o motivo do corte:

forquilha presa

Entendeu? Agora com 2,8mm, o parafuso é travada pelo perfil U, fazendo com que a forquilha não rode em falso. A sua mão francesa é uma barra chata? sem problemas, trave com uma porca.

fundo

Voilá! Em menos de duas horas e pela metade do preço o suporte ficou pronto, agora é aproveitar!!

Veja o resultado em algumas fotos:

Carlos e Mônica

Carlos e Mônica

Gabriele Nery, f/4@1/200s ISO 100

Gabriele Nery, f/4@1/200s ISO 100

 

 

INÍCIO DO MOMENTO DÚVIDA:

Renato, eu vi você usando um fundo de TNT no suporte, mas eu acho que fica tão feio, aquelas marquinhas do tecido ficam aparecendo a toda hora quando fotografo…”

Você deve usar aberturas maiores para desfocar o fundo, o fato de se enxergar detalhes do material  já é parte da resposta…

“Mas no meu estúdio eu só consigo aberturas muito pequenas, mesmo comprando o mais profissional e potente dos flashes, o Zulman Omini Mega Power Ultra Hecta Pro IIe, que tem potência de 100!

Você caiu em uma armadilha e não está percebendo, 100 o que? Estranho todos os fabricantes falando sobre a “potência” de suas luzes e escondendo as informações que permitiriam a comparação entre elas, mas isso fica para outro post!

“mas Renato, você tem escrito menos posts ultimamente…”

Eu vou mudar isso em 2014 ( plagiadores, alegrai-vos!!), mas enquanto isso curta a página do Criadouro e entenda a razão:

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FIM DO MOMENTO DÚVIDA

Fico por aqui! Um 2014 repleto de coragem para todos vocês!

 

abraços

 

 

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