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Duas Luzes a 45º: o mito 30

A terça-feira passada começou com a necessidade de produzir um retrato bem interessante de uma das atrizes da nova temporada de “Malhação”. Eu e a assessora do programa conferimos a agenda do nosso estúdio e marcamos a foto para a quinta, acertamos alguns detalhes sobre a produção e parti para uma gravação noturna do novo seriado.

Meia hora depois lá estava ela na cidade cenográfica, com a expressão triste, ainda dentro do carrinho elétrico: “Renato, não vai dar tempo, temos que produzir a foto agora!”

Vai parecer estranho vindo de um fotógrafo conhecido pela habilidade com os flashes portáteis, mas as coisas complicam um pouco quando não se pode contar com a luz natural e toda iluminação disponível está concentrada somente no set de gravação…e você está sem os flashes portáteis!!

Não havia alternativa, a foto tinha que ser produzida ali. A primeira providência é (rezar..rs) encontrar alguma fonte luminosa com intensidade suficiente para iluminar a sua cena (se você for leitor do blog vai lembrar da foto da Raica, feita com apenas 2 azulejos de luz). Espalhadas pelo chão aquelas luzinhas de natal chinesas eram uma opção, mas o que me chamou a atenção mesmo foram 2 totens usados na decoração do hotel cenográfico:

fundo

Eram móveis, produziam uma luz difusa incrível da cabeça aos pés de uma pessoa e com a intensidade de f/4@1/125 em ISO 800… e ainda não seriam utilizados durante um bom tempo pela Arte.

Pronto! ali estava o meu estúdio!

Como a atriz ainda participava de outra foto e uma entrevista, chamei uma amiga,  Thammy, para servir de stand-in e testar a iluminação.  Posicionei os totens a 45 graus, a mesma distância, como mostra o esquema abaixo:

esquema_luz1

Thammy nem esperou uma orientação minha, viu as duas fontes de luz e se posicionou entre elas, é o jeito mais natural de pensar, muitas modelos ( e muitos fotógrafos) acham que o “melhor” da luz só pode estar nessa área interna e sem querer cria-se uma luz “chapada”,  “flat” ou seja lá o termo bonitinho que queira usar para descrever essa iluminação. Duas luzes de mesma potência dispostas a mesma distância de algo são excelentes para reproduzir quadros e Thammy está longe de se parecer com um quadro.

Thammy_blog

O fato de ter parado dentro da área iluminada não significa que ela tenha que ficar ali para sempre. Você pode controlar o contraste de sua foto sem variar potência ou distância da fonte, mas pedindo que a modelo se movimente, como no caso abaixo, indo para a fronteira do meu “softbox” de madeira:

teste

O set de luz é rigorosamente o mesmo, idem para câmera, lentes e exposição, foi apenas a modelo que se movimentou um pouco para frente, porém, veja como aumentou consideravelmente o contraste da foto:

Thammy_blog-2

compare o antes e depois:

Juntas

Eu já bati nesse tecla um monte de vezes, mas não custa lembrar: a luz deve ser sua amiga, não há escapatória, dica, conselho ou quadradinho colorido em blog muderno que de jeito na foto se o fotógrafo não entende como sua luz se comporta e pare de tentar encontrar aquela posição “mágica de luz”, o que existe é uma coordenação perfeita entre a luz e sua modelo. Olhe para a modelo! A luz é o início, não o fim.

Uma vez acertada a posição, foi curtir o momento!

Abaixo algumas fotos do teste com a Thammy:

Juntas2

Boa Luz e Boa Sorte!

Nikon AF-S 50mm f/1.4 G = “B” 15

Havia uma forma fácil de “colar” na resposta da comparação no post anterior: quando se passava o mouse pelas imagens elas mostravam o link com a letra (D ou G) da lente que eu havia usado, mas dessa forma o teste não teria a menor graça.

A nova Nikkor AF-S 50mm f/1.4 G é a “LENTE B” e ela se mostra melhor mesmo em vários aspectos, embora a antiga ainda tenha uma qualidade excelente e um preço convidativo se considerarmos que novos filtros terão que ser adquiridos no “up-grade”. Eu normalmente uso 4 deles junto com essa objetiva (não ao mesmo tempo, lógico): um polarizador, um 81B, um UV e um anel adaptador para o sistema Cokin quando tenho que usar um filtro de densidade neutra graduado. Somando todos esses elementos, o salto representa um investimento considerável.

Algumas fotos mostram que a Nikon trabalhou com esmero na confecção da lente, a eliminação de “fantasmas” nas bordas da imagem fica evidente na foto do casal, assim como a melhora nas cores da foto. Veja uma comparação entre as duas fotos do casal se beijando em f/1.4, o “recorte”da camisa branca do homem fica melhor na lente nova e o rosa da camisa da mulher está mais saturado:

Detalhe 50mm f/1.4 D (LENTE A)

detalhe 50mm AF-S f/1.4 G (LENTE B)

Percebe-se com clareza que a acutância da lente foi aprimorada.

Há uma melhora na saturação das cores também:

detalhe 50mm f/1.4 D - LENTE A

detalhe 50mm f/1.4 G - LENTE B

Vitor, o menino que chorava no banco da praia porque brigara com sua mãe nos mostra que o contraste aumentou na nova lente, observem:

detalhe 50mm f/1.4 D - LENTE A

detalhe 50mm f/1.4 G - LENTE B

E com a melhora na nitidez, há mais detalhes no rosto de Douglas, o motoqueiro que posou para o primeiro retrato, mesmo em f/1.4:

Detalhe 50mm f1.4 D

Detalhe 50mm f1.4 G - LENTE B

e em uma incrível coincidência, enquanto adicionava essas fotos do Douglas aqui no blog uma discussão sobre a quantidade de lâminas no diafragma e a qualidade do bokeh no desfoque surgiu no Twitter graças ao @igor_fraga, prontamente meu amigo @VernagliaJr matou a charada:

“@igor_fraga : Quanto mais lâminas, mais redonda a abertura e mais suave o bokeh, diafragma de poucas lâminas forma polígonos nos brilhos, como pentágonos…”

É exatamente isso que ocorre na fresta entre as madeiras do fundo, observe como a primeira foto mostra polígonos brancos enquanto a segunda já mostra quase círculos perfeitos. Um dos poucos casos em que “mais é mais”.

Resumindo: uma excelente lente (trocadilho infame novamente…ih! virei poeta..rsrs), uns degraus acima da versão mais antiga.

Obrigado pela participação no post anterior e quem gostou compartilhe à vontade.

Amanhã viajo para Cuiabá para um novo WS I LOVE MY JOB e no final de semana seguinte é a vez de soltar os cães em Brasília e vem mais coisa boa por aí..aguardem! É só chegar a agenda para quem ainda não se inscreveu

Boa Luz e Boa Sorte!!

Uma luz apenas? 15

Estou de Volta ao Rio, melhor dizendo, ao Brasil.

Estava curtindo merecidas folgas quando, uma dia antes de voltar ao trabalho, o telefone tocou: “Renato, você conhece o Maranhão?”

Olhei os “cães”, estavam deitados e assim ficaram, mas balançaram a cauda…rsrs…

Não consegui nem esquentar minha cama direito, só deu tempo de levar o equipamento para uma manutenção preventiva, pegar as diárias e a outra câmera e embarcar em um vôo de 8 horas entre o Rio de Janeiro e São Luis (mais uma hora e voltava para a França, país grande ou confusão aérea?), para fazer as fotos da nova novela das 18h, Pelo Avesso, dirigida por Ricardo Waddington.

Bom, aqui estou eu em Barreirinhas, portão de entrada para os Lençóis Maranhenses. Ainda tenho um vídeo com fotos de Paris para colocar aqui, mas enquanto não termino de editá-lo, aproveito para fazer novas filmagens e fotos e agradecer pelos comentários e incentivos ao blog. Graças a vocês ele está crescendo em um ritmo difícil de acreditar e atraindo coisas boas, acho que posso me adiantar e dizer que ótimas surpresas nos aguardam para o segundo semestre. Coisa boa mesmo, mas segurem a ansiedade!

Recebi vários emails comentando sobre as possibilidades que se abrem quando um flash fora da câmera é adicionado à foto, mas ficou a sensação que o melhor da festa podia estar ficando de fora.

Uma das maiores vantagens de usar o sistema CLS (Creative Lighting Sistem) da Nikon não está no equipamento em si, mas fora dele: de tão fácil e prático de usar (um tutorial mostrando como programar os flashes no modo REMOTE está aqui) permite que o fotógrafo se concentre mais na iluminação do que nos flashes. Isso tem um impacto tremendo na forma de se encarar um foto.

Quando decidi colocar 2 SBs na mochila, pretendia usar 4 luzes: a do Sol, a dos flashes dedicados e do flashinho embutido. Um jogo potente, versátil e fácil de se carregar em uma bolsa média.

20 anos de Colégio Santo Agostinho e 8 de Engenharia na PUC fazem um certo estrago, me levando a olhar para uma foto como quem resolve um problema de Cinemática em Física, separando para conquistar, veja esses exemplos:

Taís Araújo

Como não é possível ajustar a posição do Sol, ele é quem determina o posicionamento da atriz. Na foto ao lado, a Fornalha jordaniana ilumina a Taís Araújo em um angulo de 45 graus, dando volume e deixando quase metade do corpo da atriz na sombra (eu exagerei um pouco no PS para evidenciar a sombra). Caso não houvesse nenhuma outra fonte de luz disponível, essa já seria uma foto boa para divulgação. As sombras atrapalham um pouco a impressão dessa imagem em papel jornal, mas com um SB louco para sair da mochila, você consegue muito mais.

Taís Araújo e SB900

Parte do trabalho que o flash vai fazer poderia ser feito com um rebatedor, mas o flash oferece a vantagem de permitir que o fotógrafo estabeleça relações entre as luzes da foto. Seria impossível subexpor o fundo com um rebatedor, com o flash, era só aumentar a velocidade do obturador da câmera. Nessa segunda foto, o flash foi colocado atrás da atriz, essa posição traz 2 vantagens básicas:

-Aprimora a sensação de volume por conta do reflexo da fonte luminosa na pele e no tecido da roupa. Esse brilho que surge na foto nada mais é do que a imagem do flash disparando, mas ajuda muito na reprodução da textura da calça, camisa e pele (perfeita por sinal, não há PS ali) da atriz. Tudo que seu cérebro precisa para entender que um corpo e não um painel da atriz está sendo fotografado está presente na foto: um brilho especular, sombras e o tom correto da pele.

Anne, a fiscal de figuração local, ao ver a foto exclamou: “Uau! ela está brilhando no deserto!” Era essa sensação que eu buscava…

-Obriga a sombra resultante a ficar exatamente no eixo da câmera, local onde se encontra o flash embutido. Caso eu quisesse (nesse caso não foi preciso) controlar a intensidade dessa sombra, era só programar o flashinho.

Lembre-se de que, por causa do vento, eu não usava tipés no momento da foto, a Val segurava o SB-900 para mim. Ter 2 pessoas disponíveis como “flash holders” nesses casos pode ser entendido como um milagre divino ou um abuso do fotógrafo. As chances estavam mais para a segunda opção.

Todos os aspectos são controlados pelo fotógrafo de forma rápida, segura e inteligente, sem a necessidade de acessórios extras ou rebatedores voando para lá e para cá e aproveitando ao máximo o pouco tempo disponível.

Controle, versatilidade e liberdade. Ponto para os cães. De novo!

Fico por aqui. Boa sorte!

De volta ao básico… 2

Sem dúvida, um flash bem usado é capaz de aprimorar a iluminação de suas fotos, mas o que fazer quando se está sem ele?

Voltar ao tempo onde só se contava com a luz natural e procurar por quem fez o máximo com o mínimo: os mestres da pintura.

Dispor do melhor equipamento não o fará um ótimo fotógrafo, mas gastar sola de sapato em corredores de museu ajuda a aumentar o arquivo de referências visuais que a sua mente necessita, além de entregar de bandeja a solução para várias situações de luz.

Não é mais uma questão de “Será que vai funcionar?”… Funciona!

Em Abril, um novo programa estréia na grade da Globo, “Tudo Novo de Novo”, e tive que fazer fotos dos atores durante os testes de figurino.

Detalhe: não me pergunte o motivo, mas eu estava sem flash.

Solução? A mesma de séculos, procurar uma janela grande o suficiente para iluminar suavemente um ator em corpo inteiro. Graças a Deus, o estúdio I do Projac tem janelões nos 2 lados do prédio, garantindo uma luz indireta e difusa qualquer que seja a posição do Sol

Cristina Costa Marina Ruy Barbosa

Eu não sei quem colocou as arandelas amarelas na parede, mas deixo aqui meu agradecimento…rsrsrs.

O corredor não era largo o suficiente pra o uso de uma teleobjetiva, o fundo não muito interessante, mas dá para ganhar uma guerra perdendo duas batalhas.

O primeiro a entrar no “estúdio” foi o ator Marco Ricca:

Marco Ricca

A foto está tecnicamente perfeita, tudo o que seu cérebro precisa para entender que um volume, e não um plano, está sendo fotografado está presente:

Um brilho especular na direita, atrás do ator, sombras na lateral e o tom correto de sua face na esquerda. Resumindo: contraste.

Mas há um problema: eu não sou pago para fazer fotos perfeitas. Meu trabalho é criar imagens que sejam divulgáveis em várias publicações diferentes e ter metade do rosto jogado nas sombras pode ser um transtorno quando o papel que irá reproduzir a imagem é ruim como o de um jornal.

Como não posso mexer na posição da luz, só me resta alterar a posição do rosto. A imagem no começo do artigo revela o “caminho das pedras”, Da Vinci já nos ajudava séculos atrás.

Mario Cardoso

Ao pedir que o ator Mario Cardoso movesse ligeiramente o rosto na direção da janela, permiti que a luz iluminasse uma parte maior , dessa forma, toda a área nobre da face está corretamente iluminada, mantendo a mesma relação de contraste da foto anterior.

Veja o resultado, desta vez em um close da atriz Marina Ruy Barbosa:

Marina Ruy Barbosa

O exercício de posicionar corretamente o fotografado em relação à luz deve ser levado para dentro dos estúdios fotográficos ou quando se usa luzes portáteis como um flash.

Não há uma posição mágica de luz que garanta um resultado satisfatório, o truque está em relacionar corretamente luz e o fotografado para se chegar ao objetivo desejado.

Acho que um exemplo mais do que conhecido pode resumir visualmente tudo o que está escrito aqui:

Monalisa, Leonardo da Vinci

Não é à toa que ele é o mestre dos mestres…Estude os clássicos!

Espero ter ajudado. Boa sorte!

Um gel, dois géis… 12


No meio da tarde de uma quinta-feira lotada de pautas, recebo um email de uma de nossas assessoras:

“Renato, preciso de uma foto que mostre os atores Daniel Dalcin e Mariana Rios mexendo no computador como se estivessem atualizando seus blogs. Dentro do estúdio H existe uma sala com computador, tenta fazer lá. Preciso para hoje, matéria no Extra.

Bjs, JU”

Ok…traduzindo em imagem o que está escrito no texto, aqui está a “sala com computador”:

sala

Uma luminária fluorescente (o tom verde da foto vem de lá) que teimava em aparecer no monitor, paredes brancas e nuas por todos os lados, mesa sem graça no canto e algo que já foi um computador sobre ela. Não é de se estranhar que a sala vivia trancada…

O método “tradicional” sugere que se rebata a luz do flash no teto ou nas paredes, mas isso só iria iluminar algo que eu queria, a todo custo, esconder.

Eu tinha 2 trunfos no colete e estava disposto a usá-los….

Primeiro passo: desligar a luz fluorescente, eliminando o reflexo na tela do monitor e o tom esverdeado. Fácil!

Segundo passo: encontrar a velocidade de obturador que congelava o movimento do canhão de elétrons que varre a tela dos monitores CRT, geralmente algo abaixo dos 1/30s já resolve.

A situação agora era essa:

sala escura

Terceiro passo: Usar os meus trunfos: 2 SB-800, e dois pedaços de gelatinas coloridas, uma laranja e outra vermelha.

Quarto passo: aproveitar a escuridão!

Um dos SB-800 foi parar atrás do monitor, para “soltá-lo” do fundo branco insosso. Estava no modo REMOTE, em manual e a 1/128 da carga total, me garantindo vida longa para as baterias e um tempo rápido de regarga.

O resultado já ficou mais interessante:

com um SB atrás do monitor

Com apenas um flash eu já garanti um contraste melhor na foto, adicionei o gel laranja para diferenciar uma imagem da outra, mantendo a mesma iluminação.

O resultado, com o gel laranja, foi esse:

gel laranja

Note que ao adicionar o gel, houve uma redução na intensidade da luz, isso deve ser levado em consideração em casos específicos, mas nessa situação a perda não fazia tanta diferença para mim.

Hora de preparar a luz dos atores:

O flash atrás do computador estava ajustado para o grupo A e no canal 1, como era bem provável que a potência do segundo SB-800 seria diferente, programei-o para o canal B, assim tinha liberdade para  controlar todos os flashes separadamente.

Pedi ao nosso estagiário Thiago Prado Neris que se sentasse na cadeira no canto esquerdo da foto e deixei o segundo SB na moldura de madeira que apoiava a mesa. Eu queria ver como a sombra gerada iria se comportar.

Thiago

Nossa, que cara de malvado, hein, Thiago? rsrsrs

Esse segundo flash deveria iluminar apenas o rosto dos atores, evitando assim, uma confusão de luzes dentro da foto.

Sempre carrego no meu colete um pedaço de Cine-Foil, um papel alumínio preto fosco que controla rápida e facilmente vazamentos de luz. Envolvi na cabeça do flash e criei, em segundos, um snoot para o SB (que disparava a 1/32 da carga total).

Tudo pronto, era só chamar os atores! A primeira com tempo livre era a Mariana Rios, a Yasmim de “Malhação”.

Thiago agora segurava o flash à direita da câmera, espremido entre a mesa e eu. A foto agora estava assim:

yasmim

A sombra gerada pelo flash caía quase totalmente fora do quadro e o único inconveniente agora era o reflexo do flash embutido da D200 que aparecia no monitor. Poderia facilmente eliminá-lo se pudesse me mexer à vontade pela sala, mas com um tripé humano ao meu lado me impedindo os movimentos, deixei para fazer isso no photoshop.

Uma das fotos já estava feita, agora era esperar pelo outro ator. Enquanto Thiago o chamava, troquei o gel laranja pelo vermelho no flash atrás do monitor.

Ele se sentou e eu cliquei:daniel

Perdi mais tempo preparando as fotos do que clicando, mas a cada dia me surpreendo com as possibilidades que os flashes e um pouco de imaginação são capazes de criar.

Para quem se interessar: a Rosco tem uma amostra de filtros de iluminação que parecem aqueles mostruários de tintas, é gratuito e os pedaços se encaixam com perfeição na cabeça dos flashes, é pedir e se divertir!

Fico por aqui! Boa sorte!

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