Tripés Compactos 46
Todo mês eu recebo inúmeros emails com dúvidas sobre qual modelo de flash portátil se deve comprar, são leitores que ou estão para viajar ou conseguiram importar o equipamento da forma tradicional: pagando 25% a mais pelo teletransporte do produto.
Minha resposta é sempre a mesma: aquele que seu orçamento permitir, mas qualquer que seja o modelo, prepare-se para gastar, pelo menos, cem dólares além do que planejou.
-”Ah não, o cara é meu amigo, sempre compro com ele, a taxa fica menos que isso!”
-”Você quer usar o flash fora da câmera, não é?”, eu pergunto.
-”Sim, estilo Strobist”
Sempre que falam “Estilo Strobist” a conexão cai, é impressionante!
INÍCIO DO MOMENTO:
“QUANTO DO TEU SAL SÃO LÁGRIMAS DE PORTUGAL? “
David Hobby é um excelente fotógrafo norte-americano que criou um site chamado Strobist para difundir técnicas de uso do flash fora da câmera. Em inglês fica bem legal também: “off camera flash“. Mas antes mesmo de cunhar o nome do blog, fotógrafos no mundo todo faziam “strobismo” sem nem imaginar que faziam “strobismo“, pois strobist não é uma técnica nova, é apenas o nome de um site, usar o flash fora da câmera é tão antigo quanto o próprio flash.
Não sei se estou ficando velho ou se há uma esquizofrenia generalizada entre fotógrafos tentando usar estrangeirismos inúteis para se destacar da multidão, criando pseudo especializações que sugerem um conhecimento secreto que outros profissionais não tem, como se apenas um nome diferente fosse garantia de fotos melhores e orçamentos maiores.
Aquilo que se vê como resultado é o oposto disso, pois quanto mais nomes criam, mais suas fotos se assemelham: vestidos de noiva e cachoeiras, alianças e casais desfocados, espelhos e noivas se maquiando, pradarias ensolaradas e casais minúsculos e felizes em grande angular, papais beijando barrigões, por-do-sol, praia e namorados olhando para o infinito, grávidas em PB com o nome do rebento em vermelho, crianças à moda Anne Guedes sem a Anne Guedes, HDRs inexplicáveis.
Eu leio o Strobist e tenho certeza que nem o David Hobby deseja que alguém faça “strobismo”..ugh!..a idéia de compartilhar conhecimento não é se fixar em uma técnica, estética ou equipamento, mas fornecer novas ferramentas para melhorar sua criatividade, jamais de repetir clichês fotográficos à exaustão.
Imagine o quanto seria estranho (e limitante) dizer que se quer fazer “Sartorialist” em vez de fotografia de moda (ou de costumes)?
Ao mesmo tempo, na outra ponta do processo, vejo um acirramento de ânimos contra os recém-chegados, a frieza do contato nas redes socias permite questionamentos levianos sobre o motivo de alguém querer ser fotógrafo, sobre qual razão o levou a comprar uma câmera.
Em um “protesto” no Facebook pode se ver uma câmera fotográfica amadora seguida dos dizeres: “Mas porque as pessoas compram uma maquina profissional e saem por aí achando que são fotógrafas?”
Um bom motivo é que elas podem comprar a câmera que desejam, não há nada que as impeça, outra excelente razão é que talvez queiram ser fotógrafas, novamente nada no mundo pode impedí-las e talvez porque não haja outra palavra além de “fotógrafo” para chamar alguém com uma camera fotográfica nas mãos fazendo fotos por aí…
Se as fotos são boas ou não, é uma questão que passa longe do equipamento, mas quanto a ser fotógrafo, qualquer um de nós tem o direito de ser. E qual a eficácia de se ficar sentado na frente do computador compartilhando quadradinho colorido em rede social? Isso vai mudar alguma coisa?
Quer ser valorizado? Faça fotos valiosas.
São campanhas que se dizem à favor da “valorização da Fotografia”, mas com um leve ranço de “eliminação da concorrência”. Como se aqueles que criticam não tiveram, algum dia, as mesmas dúvidas sobre enquadramento, ISO, e fotometria ou os mesmos equipamentos dos criticados.
Como se houvesse uma razão ou motivo para ser fotógrafo, aliás, como se fosse possível definir com exatidão o que é ser FOTÓGRAFO nos dias atuais.
Aos que tentam, meus pêsames: é nessa indefinição que reside toda a nossa glória e força, são nesses “buracos” que a Fotografia se reinventa. Fica a sensação de que cem anos se passaram e não aprendemos nada.
P.S: eu sei, eu sou vidraça também: falar de estrangeirismo é mole com o nome I LOVE MY JOB, né seu Renato?
FIM DO MOMENTO
Uma vez fora da câmera, seu flash vai precisar se apoiar em algo para iluminar corretamente, daí a menção aos cem dólares a mais no orçamento: cada flash novo vai pedir um bom conjunto de tripé + cabeça adaptadora. Conforme seu arsenal for crescendo, você vai ver que o número de tripés tende a passar o dos flashes, eles acabam servindo também para segurar bandeiras, modificadores, rebatedores, etc..
Ao longo dos WS de Flash Criativo sempre encontrava fotógrafos usando tripés de câmera ou de estúdio como suporte para os flashes. Nada contra os de estúdio, eles foram feitos para isso, porém são maiores e mais pesados, limitando a versatilidade dos flashinhos. Os de câmera é que não são a opção mais sensata, pois como o próprio nome diz, são feitos para segurar câmeras, não flashes: são pesados demais, lentos na montagem e não chegam muito alto.
Eu fiz um pequeno vídeo mostrando os modelos que uso, logo depois eu coloquei uma lista com as características de cada um, espero que curtam:
e aqui vai a lista:
EXTENSÃO TUBULAR
A extensão tubular ( extension arm) nada mais é do que uma pequena vara de alumínio com tamanhos variados como 25, 35, 55 cm (R$ 22,00 / R$ 25,00 / R$ 28,00) e com conectores nas pontas, permitindo que se monte um tubo maior com o tamanho que quiser. Eu uso muito como se fosse uma girafa pequena com o auxílio de uma cabeça de efeito, ou então em locais onde a montagem de um tripé não é vantajosa, como em casamentos, formaturas e eventos (claro que a cabeça adaptadora está na ponta com um flash). Solte um ou mais assistentes com esses acessórios pelo salão e as possibilidades de iluminação são infinitas. Encontrada na Mako.
MANFROTTO 5001B
O antigo Manfrotto Nano 001B
o tripé escolhido quando o assunto é viagem. Na verdade não é um tripe, mas uma benção de Deus: pesa 930 g, fechado fica com apenas 49 cm e aguenta 1,5 kg de peso, suficientes para um flash/sombrinha/ haze. Leve como uma pluma e indestrutível como o alumínio, vai cair diversas vezes depois de montado mas fica como novo na sequência. Eu nunca acreditei que ele aguentasse o tranco, hoje ele ri da minha cara todo vez que o uso.
A Manfrotto diz que ele chega só a 1,90 m do chão, mas com uma extensão tubular como a de cima, ele passa fácil dos 2,50 m. Na BH custa cerca de US$ 50, mas aqui beira os R$ 250, quando é encontrado, um bom local para compra é na Lumatek.
Prenda na lateral da mochila e vá para um deserto na Jordãnia e os locais vão achar que estão diante do Boba Fett de Guerra nas Estrelas, o que não deixa de ser charmoso.
MANFROTTO 051NB
Procurei para ver as especificações aqui para o post mas não encontrei à venda na BH, embora algumas lojas brasileiras ainda o tenham. É uma versão ligeiramente maior e mais pesada que o anterior. Fechado fica com pouco mais de 67 cm e chega aos 2,30m de altura, pesa 1,1 kg e suporta 4 vezes esse valor. É a minha escolha para os trabalhos diários, onde não tenho que me preocupar tanto com um possível tombo do tripé. O preço não varia muito do modelo mais leve, é questão de uso mesmo. Esses modelos já ficam dentro da mochila de iluminação, os anteriores já estão amarrados na mochila de viagem.
MANFROTTO 1051BAC
Esses são os novos modelos de tripés compactos da Manfrotto, as pernas se fecham no mesmo plano do restante do corpo, o que facilita muito a armazenagem, vários deles podem ser empilhados de uma vez só, pode parecer frescura mas guardar um monte de tripés em uma mochila pode ser sacal no final de um trabalho.
Outro detalhe interessante é que eles são amortecidos por uma coluna de ar, como vocês podem ver no vídeo acima. O funcionamento é idêntico ao de um êmbolo, uma coluna de ar segura o deslocamento da coluna central, o que evita a pancada característica quando de esquece de travar as etapas do tripé. Pequenos luxos que não alteraram signifivativamente o preço final do produto, custa U$ 60,00 na B&H e R$ 250,00 na Lumatek (em 12x nos cartões).
Chegam a 2,0 m (2,30m no mod 1052), pesam 1,0 kg e fechados ficam com 67cm. Os tubos são mais robustos que os dois modelos anteriores, ainda não testei em campo, mas parecem bem resistentes.
É feia como o cão chupando manga, poderia ser mais leve, poderia ter menos alavancas, mas é a peça que vai segurar o seu flash carregado a dois metros do chão, é bom que seja confiável e isso ela é. Você simplesmente rosqueia a sapata do flash na parte dourada superior e esquece que ela existe. De quebra ainda vem com um encaixe para sombrinha. Não enferruja e foi feita com paquímetros e não no olhômetro, ou seja, as partes se encaixam com perfeição, nada fica se mexendo como em outras cabeças por aí. Sinceramente, não vejo motivos para se economizar nessa compra, essa Lite Tite impressiona.
Comentários são bem vindos!
Boa Luz e Boa Sorte!












Otimas dicas. Sabe se existe algum outro tipo de sapata que nao seja essas originais de plastico?
Valeu.
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 22nd, 2012 at 22:41
aqui nesse link tem um monte, mas eu ainda prefiro as do flash:
http://www.bhphotovideo.com/c/buy/Flash-Mounts/ci/4940/N/4288586356
abraços
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marcus Reply:
fevereiro 25th, 2012 at 23:27
@Marcus desimoni, Valeu Renato. Abracao.
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Adorei! Super bem escrito, fofo vc falando o diabo a quatro rs… Bjs Dani
Ps: na legenda do video o nome do tripé sai 1052 bac e vc fala 1051 bac, bobeira, só pra vc saber
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[...] Post completo aqui. [...]
Renato, como sempre muito show o post.
Tira uma dúvida, realmente precisa adquirir o Lite Tite, ou posso usar o flash direto no tripé?
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 23rd, 2012 at 12:23
sem o Lite Tite vc perde o movimento da cabeça e o suporte para sombrinha, acho que não vale a pena não, limita as possibilidades.
abraços
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Djunior Reply:
fevereiro 23rd, 2012 at 12:37
@Renato Miranda, Entendi… valeu pelo post… mais um que vai me acompanhar nessa minha jornada!!!
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A capacidade de compartilhar.
E fazê-lo bem feito.
Sempre.
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Strobist é coisa de Hobby.
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 23rd, 2012 at 19:18
@Mario Amaya,
rsrsrs
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Belo post! Usamos alguns dos mesmos equipamentos por aqui.
Um bom cold shoe (carinho mas vale) :
http://www.friocoldshoe.com/frio/
Tambem gosto de recomendar Justin Clamps.
E sandbags (ou straps para prender a mochila no tripé e evitar que tombem). Facil de improvisar, mas vale ter um decente.
Tripé caindo na cabeça do sujeito fotografado pega super mal.
Pior que isso, só falar que “faz strobist” ; )
[ ]s ig
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 23rd, 2012 at 19:03
Gostei desse “frio”, Ig, vou atualizar o post quando chegar em casa, obrigado! Concordo com o que vc falou, comentei sobre caneleiras funcionando como sandbags para os tripés no vídeo.
abraços
Renato
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Mestre Renato, boa noite?!
Mais um show de texto e informação. Parabéns pelo seu trabalho.
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Excelente o post, muito bom o puxão de orelhas na “reserva de mercado” (o que por sinal dava um outro post). Abçs
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Renato,
As recomendações de tripés caem como uma luva para quem se importa com qualidade e valoriza seu cartao de credito.
Mas o que me impressionou no post foi a serenidade com que você tratou o assuntos no tópico “MOMENTO”.
Também me enchi desses “ataques de pelanca” de defesa de classe sem fundamento algum a que somos expostos a todo momento, acho que as pessoas estão esquecendo desse detalhe importante: FOTOGRAFAR mais e preocupar-se menos com a grama do vizinho, mesmo que esta pareca mais verde (afinal, quem sabe é o monitor dele que está melhor calibrado).
A melhor forma de garantir “reserva de mercado” é fazendo o melhor sempre, com as ferramentas que temos em mãos.
Grande abraço e obrigado.
*Estamos com saudades das Twitcam’s
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 23rd, 2012 at 21:31
Obrigado Nereu, volto com as twitcams logo logo! abração e sucesso!
Renato
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Boa, man. Gostei do papo sobre a questão de ser ‘fotógrafo. Sou meio suspeito pra falar do “strobismo”, pois como membro da comunidade do Flickr, sempre usei o termo “strobist info” pra designar a técnica da foto. Ficou algo meio padronizado, mas, nesse caso, não vejo problemas.
Porém, concordo contigo sobre o uso do termo como uma verdade absoluta e única (sendo que a ideia do Hobby e de outros bambas é difundir conhecimento e aguçar criatividade dos fotógrafos). Abraços.
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Renato sempre Ranto,
Com seus cachorros e agora mostrando as coleiras. kkk
Estou sentindo falta daquelas aulas ao vivo de com muita mais muita dicas e as vezes nao dicas. Por onde anda Ranto? Depois que cheguei aqui no Brasil não vi mais nenhum, estou sentindo falta. Abrço Rick
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 24th, 2012 at 02:50
@Rickwd, em breve, Rick, em breve!!
abraços
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Grande Renatão! Estava um tempo sem vir aqui e adorei o look do site. O conjunto da obra está muito legal, parabéns.
Esse post está genial. informação útil e um toque pra ter o que pensar. Vou continuar ligado.
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 24th, 2012 at 13:00
@Stefano Aguiar,
valeu Stefano! apareça sempre!
abração
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Parabéns e obrigada pelo artigo, muito a aprender. O momento para pensar foi maravilhoso.
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 28th, 2012 at 00:05
Obrigado Luiza! Apareça sempre por aqui!
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Parabéns pelos posts, talvez aqui não seja o melhor lugar mas vamos lá, estou tendo problemas com o alcance dos flashes nikon o que fazer? obrigado
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Renato Miranda Reply:
março 2nd, 2012 at 13:09
mas que tipo de problemas?
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Muito bom sua critica sobre o modismo de chamar Strobist o fato de usar flash fora da câmera como se fosse algo novo.
Começei a fazer ensaios a menos de um ano após realizar um curso básico e um de lightroom. Hoje aprendo fazendo testes e colocando em pratica durante ensaios. Informações busco pela internet, pricipalmente aqui pelo seu blog. Quando tiver oportunidade, farei o seu WS para tirar dúvidas e apreender mais!
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Renato Miranda Reply:
março 2nd, 2012 at 13:18
@Hugo Simas, Ok, obrigado, devo voltar com os WS depois de Março, inicio pelo Rio! acompanhe as infos aqui no blog
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É Renatão, como sempre com razão! Que momento! Quanto mais fotógrafos meia-boca, melhor para profissionais competentes, que trabalham honestamente e sabendo o que fazem. Não vejo mal algum em alguém comprar uma câmera profissional e sair por aí fotografando. Até por que, em geral compram câmeras de entrada, que não são profissionais nem para o próprio fabricante. O mal está em sair por aí se dizendo profissional e enganando clientes desavisados, que por sua vez, se deixam enganar e vão atrás de preços absurdamente baixos e fora de mercado. De qualquer forma, este assunto dá muito pano pra manga e não cabe aquí neste espaço tão generoso de compartilhamento de conhecimento. Estou aguardando o WS aqui no rio para nos conhecermos. Grande abraço e parabéns pelo trabalho!
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Renato Miranda Reply:
março 8th, 2012 at 22:21
valeu felipe, acho que agora em Abril rola aqui no Rio! espere novidades!
abração
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E ai, meu querido blz, vc sempre nos presentiando com sua sabedoria adoro olho o seu blog… graças a vc aprendi muita coisa sobre cls nikon ,,, obrigado!!! e que DEUS continue te iluminando cade vez mas …….inté…. como minha esposa sempre diz vc naum existe !!!!!!!!! e acha qeu to doido……….!!!!!!!
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E ai, meu querido blz, vc sempre nos presentiando com sua sabedoria adoro olhar o seu blog… graças a vc aprendi muitas coisas sobre cls nikon ,,, obrigado!!! e que DEUS continue te iluminando cade vez mas …….inté…. como minha esposa sempre diz vc naum existe !!!!!!!!! e acha que to doido……….!!!!!!!
[Responda]
Já era hora de ver uma manifestação a favor da liberdade e contra o elistismo que vem se praticando entre algumas cepas de gente que se acham “donos” do termo, como se o fato de conhecer uma técnica ou outra, ou apenas ter chego antes, garanta o monopólio do “novo” negócio, hobby. http://profissoes.web.simplesnet.pt/
Belo artigo!
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Valeu, veio na hora certa…
Gostaria que você desse uma “luz” agora, falando sobre sombrinhas e sobre materiais para fundos (tecidos, fórmica, MDF, papel, etc… ). Sei que minha dúvida pode ser de outros também.
Desde já, agradeço!
Abraços…
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Renato Miranda Reply:
abril 8th, 2012 at 02:13
Boa idéia Robson! Vou providenciar! abração
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Ricardo, parabéns pelo blog! Ta show! Me diz uma coisa, vc costuma levar alguma girafa para externas? Sente falta dela? Ou o assistente mesmo q te ajuda? Pra estúdio é uma beleza, mas pra outdoor tira toda a praticidade que buscamos, no meu caso, sem assistente…. valeu Ricardo. Parabéns pelos trabalhos, curto demais. Abraços, muita paz pra todos nós.
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Renato Miranda Reply:
abril 8th, 2012 at 02:11
Nas externas eu costumo ter a ajuda do assistente, é tão leve o tripé que dá para fazer uma girafa com ele. Abração e muita paz Renato ( não Ricardo.rs)
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Olá Renato, estou retomando meu trabalho com fotografia corporativa aqui em Porto Alegre e lembrei do teu blog. Ótimas dicas, estou aprendendo muito sobre flashes, com certeza vai ser um diferencial no meu trabalho aqui nos Pampas (assim espero!).
Muito obrigada por compartilhar esse material valioso.
Abs
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Renato Miranda Reply:
abril 8th, 2012 at 02:07
Obrigado Thais! Sucesso, qualquer dúvida escreva!
abraços
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Ha que vacilo Renato, errei o nome duas vezes ainda…foi mal parceiro..Sucesso pra nós! Abraço
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Miranda-san,
Parabéns pelo trabalho e pela grande contribuição para os fotografos do mundo!
Obs.: Não conseguir encontrar no site o modelo MANFROTTO 501B, acredito que seja 5001B.
Um abraço. Sucesso!
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Renato Miranda Reply:
abril 25th, 2012 at 02:27
certíssimo, vou corrigir! abraços, obrigado!
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Renato ,esse LITE TITE é o 026 ? abraços e Parabéns pela materia.
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Renato Miranda Reply:
maio 3rd, 2012 at 01:10
Vivendo e aprendendo! rsrs..eu nunca tinha prestado atenção nesse 26 ao lado do Lite Tite! é ele mesmo!
http://www.amazon.com/Manfrotto-026-Lite-Tite-Umbrella-Adapter/dp/B001ENW61I
abração!
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Muito bom seu blog,está sendo muito útil suas postagens…
OBRIGADA por compartilhar seus conhecimentos!
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Renato Miranda Reply:
maio 4th, 2012 at 00:04
Obrigado Andreia, qualquer coisa escreva! bjs
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