O White Balance 67
Responda rapidamente e sem a ajuda do Google:
O que é cor? O que é temperatura? O que é luz?
Se a sua mente travou com essas perguntas, imagine há dois séculos atrás. A forma como os físicos amarraram esses três conceitos foi revolucionária, criou os alicerces para o surgimento da Mecânica Quântica e permitiu que um pequeno botão com as letras W e B fosse colocado no corpo de sua câmera fotográfica. Toda vez que é pressionado, ele abre as portas de um laboratório alemão em 1860.
Sentado bem a sua frente está um físico de 25 anos que vem estudando as radiações térmicas de alguns elementos. Chegando um pouco mais para perto já se consegue ler o nome no bolso do jaleco, Gustav Robert Kirchhoff (o senhor da foto aí de cima), mas perturbá-lo agora seria desastroso já que ele está prestes a criar a idéia de “corpo negro“.
Segundo Kirchhoff, um corpo negro é aquele que absorve toda a radiação que incide sobre ele, nenhuma luz o atravessa nem é refletida. Eliminando a contaminação externa, ele pode se concentrar no estudo das radiações que o próprio corpo emite. O brilhante jovem alemão está frenético, ele para e pensa: “se um corpo negro não absorve nem reflete energia, o que acontece quando ele passa a emitir energia?”
Kirchhoff pega uma esfera oca de metal com um pequeno furo na superfície (esse furo é o “corpo negro”) e passa a aquecê-la, suas próximas observações vão determinar o futuro da Termodinâmica:
O espectro da radiação que passa pelo furo é contínuo, não depende do material que compõe o objeto, mas da temperatura em que ele se encontra e um comprimento de onda está diretamente associado a cada temperatura”
Uma abstração genial fez com que Kirchhoff estabelecesse a relação entre a temperatura de um objeto e a cor da radiação que ele emite. Surgia pela primeira vez a escala de “Temperatura de Cor”, indicada abaixo (clique para aumentá-la):
escala de temperatura de cor em Kelvin
Conforme a esfera era aquecida a luz que passava pelo furo mudava de cor: começava pelo vermelho, ia para o amarelo, chegava no branco e terminava no azul.
No limite inferior da tabela está o infravermelho e no superior o ultravioleta (ambos invisíveis ao olho humano).
Nossa noção diária de temperatura não está associada à unidade “K” usada na tabela, então, por que ela foi a escolhida e não a escala Celsius que comumente usamos?
A resposta é simples: a escala Celsius é relativa, depende do ponto de congelamento e ebulição da água que, por sua vez, estão relacionados à noção de pressão atmosférica no nível do mar. No topo do Everest um balde de água ferve abaixo dos 100 graus Celsius.
Para uma noção exata e invariável da temperatura de um corpo, faz-se necessário o uso de uma escala absoluta cuja unidade é o Kelvin (K), ela está presente no mesmo sistema internacional que padronizou o metro, o quilo, o litro e o segundo. O nome é uma homenagem a Lorde Kelvin, um físico e engenheiro irlandês que dá uma volta completa no túmulo cada vez que alguém diz “graus Kelvin”.
Lembre-se: quem tem grau são os ângulos e o Celsius.
( MOMENTO FLASHBACK)
Há 10 anos atrás, durante a prova que me concederia o título de “fotógrafo” em um sindicato aqui no Rio, eu me deparei com a seguinte pergunta: “O que é Kelvin?” A resposta foi exatamente igual aos dois parágrafos acima e um belo zero aparecia ao seu lado. Até hoje não sei “o que é kelvin” para quem formulou a pergunta pois me negaram uma revisão da prova. Tatuei a palavra “Kelvin” no meu braço esquerdo, assim quando me perguntam o que é aquilo eu respondo que é uma homenagem a um amigo falecido.
Eu não tenho absolutamente nada contra a “certificação” da profissão de fotógrafo, mas por favor, comecem pelos certificadores, pois a pergunta seguinte era: o que é “SPOT-MITER?”(sic).
(FIM DO MOMENTO FLASHBACK)
Um detalhe importante na escala de temperatura de cores é que abaixo do ponto “branco” há uma dominância dos vermelhos/laranjas e logo acima dele os tons azuis prevalecem. É difícil perceber isso naturalmente pois nosso cérebro é capaz de ajustar essas variações de tom automaticamente. As paredes brancas da minha casa são sempre brancas qualquer que seja a hora do dia e a iluminação usada em determinado cômodo, uma vez que eu sei que elas são brancas, meu cérebro faz o trabalho pesado de compensar possíveis invasões de cor, mas se eu resolvo fotografar a minha casa, minha câmera terá dificuldades de entender qual tom eu realmente desejo mostrar, pois como Kirchhoff demonstrou acima, os comprimentos de onda que o sensor fotográfico registrará irão depender da temperatura da fonte que ilumina a sua foto.
Na passado longínquo (estou sendo irônico aqui), quando ainda se fotografava com películas, era comum encontrar filmes pré-ajustados para determinadas condições de luz, como os filmes Daylight e os balanceados para Tugstênio, e uma série de filtros de correção de cor para compensar as variações resultantes.
Nas digitais modernas existe um botão de White Balance (WB) que, mais do que garantir o tom correto das cores na foto de acordo com padrão da fonte com que se ilumina, é um convite para expandir a sua criatividade, como veremos mais abaixo.
Então que tal entender a temperatura dos corpos que nos servem como fontes de luz e ver como eles servem de parâmetro para a correção de cor de nossas câmeras:
O SOL
333 mil vezes maior do que a Terra e responsável por 99,9% da massa de todo Sistema Solar, essa usina gigantesca de fusão nuclear tem temperaturas que variam de 15.ooo.000 K no seu núcleo até 5.000.000 K na Coroa Solar. Esse cara é o responsável pela mítica “luz natural” e para nossa sorte, a temperatura efetiva de sua superfície gira em torno de 5.700k. Uma rápida comparação com a escala de Temperatura de Cor e observa-se que esse valor se encontra na parte “branca” do espectro de cor. Não é coincidência que essa temperatura tenha sido estipulada como parâmetro para “Day Light” de sua câmera digital. O problema é que você não está fotografando na superfície do Sol e sim dentro de um planeta cercado por uma atmosfera que tem a capacidade de filtrar alguns comprimentos de onda conforme nossa estrela avança no firmamento.
O termo “daylight” refere-se a um curto período de tempo, geralmente entre 10 h e 15 h de um dia limpo, sem nuvens no céu. Durante o nascer e o por do Sol, a luz é atenuada devido à passagem particularmente longa na atmosfera terrestre, o que reduz sua intensidade e temperatura e filtra alguns comprimentos de onda provocando alterações no tom das fotos. Um exemplo claro está nas duas fotos abaixo, feitas em Taperoá na Paraíba:
A câmera estava ajustada em “daylight” (5.600 K) e o Sol apresenta a cor branca correta da escala de cor, mas ao serem filtrados pelas nuvens do céu, os raios solares perderam intensidade e apresentam uma coloração amarela, indicando que estão próximos dos 4.000 K da tabela de temperatura de cor.
No nascer do Sol a dispersão e filtragem dos raios é ainda maior e sua intensidade cai para próximo dos 2.800/3.000 K, o que gera uma dominância dos vermelhos na cena. Com a câmera ainda em 5.600 K, um nascer do Sol na Paraíba vai apresentar os tons avermelhados encontrados no início da tabela de cores:
Como indiquei para a câmera que meu branco estava em 5.600 K, qualquer luz com temperatura abaixo desse valor produzirá tonalidades mais quentes, como bem indica a relação da escala de temperatura de cor.
Mas o que aconteceria se mantivesse minha câmera ainda em 5.600 K e fotografasse com uma fonte de luz que estivesse acima desse valor? Uma rápida olhada na tabela e observa-se que acima de onde eu considero o meu “branco” (nesse caso 5.600 K) uma invasão de azul deve ocorrer, esfriando a foto.
Normalmente em dias nublados e áreas de sombras, a temperatura de cor da luz do dia pode variar de 7.000 K até 18.000 K. Foi exatamente o que ocorreu quando fotografei um gato no telhado em um final de dia nublado mantendo o WB em daylight (5.600 K). Observe que a parede branca logo atrás do felino apresenta uma predominância de azul:
Sua câmera não tem idéia de que a parede é branca e o muro é amarelo, ela só está obedecendo ao padrão estabelecido na escala de temperatura de cor: uma vez ajustado o seu ponto “branco”, temperaturas abaixo dele irão apresentar tons mais quentes e acima dele, tons mais frios. Um rápido acerto manual ajustando o WB da câmera em 7.400 K e a foto apresentou tonalidades mais corretas:
LÂMPADAS DE TUGSTÊNIO E FLUORESCENTES
Eu encontrei dois vídeos que mostram como funcionam as lâmpadas incandescentes e fluorescentes, acredito que servirão para sanar uma dúvida comum entre vários fotógrafos: a relação entre o calor gerado por elas e suas temperaturas de cor. São rápidos, assistam e depois comento as diferenças:
Eficiência não é o forte dessas lâmpadas…Devido ao processo de funcionamento apenas 5% da energia elétrica consumida é convertida em luz, os 95% restantes são convertidos em calor. Conforme mostrado no vídeo, a temperatura de trabalho de uma lâmpada incandescente pode chegar até 3.000 graus Celsius, o que equivale a 3.273 K.
Repare que esse valor está bem abaixo dos 5.600 K usado como “luz do dia” pelo balanço de branco das câmeras digitais. Mais uma vez: Se está abaixo do ponto escolhido como “branco”, a tendência é uma predominância de tons amarelos/laranja nas fotos. Por isso que suas fotos sem flash feitas na sala de sua casa saem amareladas se não houver o ajuste correto do White Balance.
Durante as fotos do Ricardo Blat para o cartaz de sua peça eu tive a chance de usar lâmpadas como essa como fontes de iluminação. A primeira foi feita sem ajuste algum, note o “aquecimento” dos tons da pele e da camisa branca pela invasão dos amarelos:
A câmera está com o WB ajustado para DayLight e a iluminação é feita por um abajur com uma lâmpada incandescente trabalhando a 3.000 K. Quando reajustei o WB para esse valor, os tons da pele, da camisa e da parede azul voltaram ao normal:
Um detalhe que confunde muitos fotógrafos é que por produzirem muito calor essas lâmpadas são chamadas de “quentes”, associando-se rapidamente a uma alta temperatura de cor, mas normalmente esse valor não passa dos 2.800 K.
O inverso acontece com as lâmpadas fluorescentes, que por serem muito mais eficientes conseguem produzir mais luz do que calor, sendo normalmente conhecidas por luz “fria” embora possam ter temperaturas de cor bem mais elevadas. Veja o vídeo para entender o seu funcionamento:
É possível encontrar atualmente no mercado lâmpadas fluorescentes com temperaturas de cor variando de 2.700 K (simulando as incandescentes, mas sem o calor gerado por elas), 4.000K (próximo da luz branca) e de até 8.000 K para usos especiais.
A relação do balanço de branco também permance inalterada para essas lâmpadas: se uma luz fluorescente de 4.000 K é usada como fonte de iluminação da minha foto e a câmera está ajustada em 6.000 K, a foto sairá com tons amarelados, se altero o ajuste da câmera para 2.000 K, a foto resultante passará a apresentar tons mais azulados.
Não importa onde você decide ajustar o seu “branco” na câmera , o importante a se lembrar é: se a luz usada na foto tiver de uma temperatura de cor acima do valor que eu determinei, haverá predominância do azul, por sua vez, se a iluminação vier de uma fonte cuja temperatura esteja abaixo do valor estabelecido na câmera, os amarelos/vermelhos irão prevalecer. Sempre.
Acredito que agora tenha ficado fácil de entender a tabela de balanços de branco que você encontra no manual de suas câmeras, apresentada abaixo:
O botão de White Balance deve ser encarado não só como um regulador da reprodução dos tons das cores de sua foto, mas também como um convite à experimentação, uma forma rápida e divertida de se conseguir efeitos criativos especialmente quando se usa a última fonte de luz ainda não discutida aqui, que por sinal, é a tônica desse blog: o flash portátil.
Todas as câmeras digitais atuais permitem algum tipo de ajuste de balanço de branco, indo dos pré-selecionáveis até a opção de se escolher manualmente o valor de temperatura de cor em Kelvin a ser usado nas suas fotos. O problema ao se acoplar um flash à câmera é que eles vem de fábrica pré ajustados em 5.500/6.000 K, ou seja, a temperatura de cor é fixa e tende a reproduzir o parâmetro “Day Light”.
Mude o balanço de branco de sua câmera para valores muito baixos e dispare um flash e uma luz azul iluminará o primeiro plano de sua imagem.
É para evitar essas alterações de cor que vários modelos de flash são vendidos com kits de gelatina de correção de cor, normalmente são os filtros CTO ( de Color Temperature Orange) e o FL-D (de Fluorescent – Day Light). O primeiro, como o próprio nome diz, é uma gelatina laranja especialmente desenvolvida para reduzir a temperatura do flash de 5.600 K para 3.200 K. O segundo gel é conhecido como Window Green e deve ser utilizado para corrigir os tons verdes irritantes que aparecem quando se fotografa sob luz fluorescente.
A idéia é simples: ajuste o White Balance da câmera para Tungstênio ou Fluorescente e acrescente o gel correspondente na cabeça do flash. Durante o WS I LOVE MY JOB em Vitória tivemos a chance de entender como o processo funciona.
Acompanhe as fotos da modelo Giulia Savaris feitas pelo participante e grande amigo Andre Fachetti em um parque da cidade durante uma tarde nublada de Domingo:
A idéia era simular a iluminação de um poste colocando um SB-900 acima da cabeça da Giulia e assim forçar os participantes a posicionar corretamente a modelo em relação à luz. Nessa primeira foto a câmera está em “daylight” e o flash não possui nenhum gel de correção. As duas fontes de luz (natural e flash) coincidem com o meu ponto branco escolhido na câmera e os tons apresentados estão corretos.
André perguntou se poderia colocar o white balance da câmera em Tungstênio e ver o resultado do uso do flash. Observe a foto abaixo:
A câmera está ajustada agora para 3.200 K, esse é o meu ponto branco a partir de agora. Como comentei acima, o dia estava nublado em Vitória fazendo com que a temperatura de cor da luz do dia estivesse bem acima dos 3.200. Se a luz está acima do meu ponto branco, então uma invasão de azul deve ocorrer, como bem mostra a foto. O próximo passo é adicionar um flash sem gel algum, veja abaixo:
Sem saber, Andre transformou a bela Giulia em um zumbi dos infernos. Agora tanto o flash (5.600 K) quanto a luz natural estão acima do ponto que determinei como branco, a luz do flash também vai aparecer azulada. Olhe o que aconteceu quando adicionamos um gel CTO na cabeça do SB-900 acima da modelo:
Como o CTO reduz a temperatura de cor do flash para 3.200 K, ela passa a “bater” com o ponto que eu deteminei como branco da minha câmera, as áreas iluminadas pelo flash agora mostram os tons corretos que o fotógrafo queria na imagem.
Rápido, simples e indolor.
Estava com saudades de escrever aqui, mas as viagens para os WS de Flash I LOVE MY JOB andaram me tomando um bom tempo. Aproveito para avisar que devido a uma viagem de trabalho tive que adiar o WS em São José dos Campos para Agosto (data ainda a ser definida), portanto, se você está querendo aprender a dominar seus flashes e revolucionar sua fotografia, clique aqui e faça a sua inscrição!
Acompanhe o @i_lovemyjob no twitter para receber as novidades que vem por aí! (e elas são muitas)
Boa Luz e Boa Sorte! Sempre!




















Lição de casa de todo fotógrafo!
Ótimo artigo
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Renato Miranda Reply:
julho 12th, 2011 at 23:40
@André Fernandes, valeu André!!
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Muito bom o artigo! Técnico, prático e esclarecedor. Não posso deixar de aproveitar o momento “história da engenharia” para lembrar que, além de responsável pela descoberta da associação de temperatura e cor, Kirchhoff é o responsável pelas leis fundamentais para o cálculo de circuitos elétricos (e eletrônicos). Portanto, Kirchhoff não permitiu somente a criação do botão WB da câmera, mas de todas as câmeras digitais e de todos os seus equipamentos elétricos e eletrônicos.
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Renato Miranda Reply:
julho 12th, 2011 at 16:48
verdade, mas achei que poderia complicar se escrevesse sobre circuitos elétricos no texto..rsrs
abração
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Ótimas explicações amigo Renato. Eu faço fotos de eventos, na verdade estou iniciando, e por recomendação de fotógrafos da área deixo o WB em AUTO (uso uma Nikon D90). Porém vendo algumas fotos na internet de grandes fotógrafos da área percebo que tem algo mais e agora que li este teu artigo julgo ser o trabalho de regulagem do WB. Vou buscar mais informações acerca disso na área social.
Abraços, muito Obrigado!
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Renato Miranda Reply:
julho 12th, 2011 at 17:33
valeu Luciano, compartilhe com o seu pessoal!
abração
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muinto bom mesmo , agora saberemos como funciona o WB
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Renato Miranda Reply:
julho 12th, 2011 at 17:33
Obrigado Dennis, compartilha com o pessoal daí!
abração
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Ótimas explicações amigo Renato. Eu faço fotos de eventos, na verdade estou iniciando, e por recomendação de fotógrafos da área deixo o WB em AUTO (uso uma Nikon D90). Porém vendo algumas fotos na internet de grandes fotógrafos da área percebo que tem algo mais e agora que li este teu artigo julgo ser o trabalho de regulagem do WB. Vou buscar mais informações acerca disso na área social.
Abraços, muito Obrigado!
[Responda]
Muito bom Renato! Eu uso a D700 e o WB dela é genial. Abraços
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Renato Miranda Reply:
julho 12th, 2011 at 17:55
valeu Ezequiel!!
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[...] Link do Artigo: http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2011/07/12/o-white-balance/ [...]
Excelente material, parabéns!
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Renato Miranda Reply:
julho 12th, 2011 at 21:58
Obrigado Walter! Fiquei um tempo me dedicando a outros projetos mas é sempre bom voltar a escrever aqui! Abraços
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Já tinha lido sobre WB antes mas nunca com tanta informação detalhada. Já repassei essa leitura para os 4 cantos do mundo pois é essencial. Parabéns!
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Renato Miranda Reply:
julho 12th, 2011 at 23:42
Obrigado Reuel! O que me incentivou a escrever foi essa falta de informação que sempre levava a erros. Obrigado pela leitura!
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Po Renato. Show de bola! Minha dica para o próximo é filtros… ou grau de inclinação da luz. Abs
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Renato Miranda Reply:
julho 13th, 2011 at 01:16
@Bruno Cardi, obrigado Bruno, já tem um monte de posts no rascunho, tenho que colocar para publicar agora!
abração
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Renatão, vc sabe que sou seu admirador..
e fico impressionado com a quantidade de gente que, se dizendo fotógrafo não sabe disso ..
parabéns pela iniciativa… em divulgar e instruir
ouvi de gente que tem uma d7000 que desconhece isso, que desperdício…
estes deveriam ter um compactazinha e começar de baixo…aprendendo o básico…
Sua explicação sempre resumindo de forma espetacular
parabéns!!!!!
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Renato Miranda Reply:
julho 13th, 2011 at 01:17
@Ricardo Galvao,
valeu Ricardo! vc é mais do que bem-vindo aqui, a idéia é essa mesmo, ajudar aos que gostam da boa fotografia!
abração
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Renato,
Muito show o texto! Repliquei para um monte de gente, hehehe
Eu sou usuário do filtro CTO no flash há tempos, principalmente em baladas! Os efeitos são muito legais e criam um diferencial no trabalho, com cores imprevisíveis e sem compromisso!
Se quiser dár uma olhada, eis o link: https://skydrive.live.com/?cid=8114ba50e4ace323&sc=photos
Grande abraço, mestre!
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Renato Miranda Reply:
julho 13th, 2011 at 01:48
Obrigado Luis! dei uma olhada no link sim, só pedreira hein? trabalho com algumas noturnas também e sei o cansaço e a correria que são. Parabéns pelas fotos e obrigado pelo compartilhamento do texto
Boa Sorte! abração
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Caramba, nunca li sobre WB com tanta riqueza de detalhes e conceitos tão práticos. Fantástico Renato! Beijão!
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Renato Miranda Reply:
julho 13th, 2011 at 04:06
Obrigado Luciana, agora acho que consigo me dedicar mais um pouquinho ao blog, tava enlouquecido com as viagens! bjs grandes
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Cara muito bom! :D
Isso ajuda muito, mas o que me deixa mais nervoso é acertar o WB manual! Não sei qual o tom certo pra poder usar… raramente fotografo uma folha sulfite, ou entao uso um arquivo em 40% de cinza, ate que me ajuda! Mas não sei se é certo…
Parabens pelo texto :D gostei!!
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Renato Miranda Reply:
julho 13th, 2011 at 04:05
Obrigado Rafael! Normalmente quando nào sei qual o WB a ser usado eu fotografo uma folha branca sob a luz que quero usar e ajusto o WB manualmente, dá certo, mas a exposição tem que ser perfeita!
abração
[Responda]
Já li sobre WB, mas nunca com essa riqueza de detalhes e conceitos tão práticos. Fantástico! Beijão Renato!
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Show de bola, bem completo. Leitura essencial, parabéns pela riqueza de detalhes, agora companheiro, o momento “flash back” ficou literalmente marcado em sua vida, heim. Um abração e sucesso!
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Renato Miranda Reply:
julho 13th, 2011 at 12:44
Obrigado André! valeu por ter passado aqui! abração
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grande Renato, muito bom , didatico e simples de entender nossos alunos agradecem, abraço
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Renato Miranda Reply:
julho 13th, 2011 at 13:36
Valeu Rodger! Obrigado por passar por aqui e liberar as fotos!
abração
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Parabéns, fico orgulhosa quando o vejo transmitindo tantas informações importantes, dividindo todo seu apredizado com seus colegas e amigos. Continue assim, DEUS, te deu essa profissão não foi à toa, ele sabia que iria dividir seus conhecimentos, sem guardá-los só para você. Isto se chama HUMILDADE com SOLIDARIEDADE.
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Ótimo artigo, muito esclarecedor. O único ponto que ficou um pouco confuso para mim foi o momento que o “gato subiu no telhado” (hahaha). Eu entendi a questão dos tons mais azulados necessitarem do WB ajustado a uma temperatura maior. Eu não consegui é relacionar justamente um fim de tarde nublado com temperaturas altas em termos de irradiação de calor, como o artigo vinha relacionando no pôr do sol e perto do meio-dia. No mais PARABÉNS pelo ótimo texto. Abraço!
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Fernando Cury Reply:
julho 14th, 2011 at 16:38
@Fernando Cury, Onde escrevi pôr do sol, leia-se nascer do sol…
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Sensacional o texto e os videos. !!! Realmente muito bom. Vou postar no meu recém inaugurado blog, o link para esse texto.
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Renato Miranda Reply:
julho 15th, 2011 at 01:03
@Marcelo Borborema, Oi Marcelo! Obrigado, pode compartilhar quando quiser, será um prazer!
abraços
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Sou físico e adorei sua aula de fotografísica.
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Renato Miranda Reply:
julho 15th, 2011 at 00:31
Obrigado Caio! Em breve novas postagens por aqui!
abração
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Já havia visto muito texto sobre WB, mas nunca havia visto uma explicação…hoje eu vi. Parabéns!
Um grande abraço direto do Triângulo Mineiro…
[Responda]
Renato Miranda Reply:
julho 15th, 2011 at 23:24
@Robson Vieira,
Obrigado Robson, levei um tempão para escrever, mas valeu a pena! abração
[Responda]
Arigatou mais uma vez,ja aprendi com voce o uso do sistema CLS ,agora vou me dedicar aos filtros.
Um forte abraço ,direto da (terra dos japoneizinho ,que se recupera da Tsunami.)
[Responda]
Renato Miranda Reply:
julho 15th, 2011 at 23:25
@Ricardo Uehara, E aí Ricardo, como andam as coisas aí no Japão? To querendo fazer o WS aí na terra do Sol nascente, acha que já dá para ir?
abração
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Ricardo Uehara Reply:
julho 16th, 2011 at 02:22
@Renato Miranda,
Pois é Renato ,as coisas estão se ajustando ,mas vai levar um pouco de tempo ,os trabalhos fotograficos que me ajudavam no orçamento ,praticamente pararam.
Mas ,quem sobreviveu a Grande Tsunami que engoliu o Japão todo ,o ano que vem promete,diariamente vejo na TV ,noticias de novas tecnologia.Estamos sendo obrigados a participar do racionamento de energia.
Os eventos brasileiros iniciaram um pouco timidos,as baladas que mostravam a ajitação da galera brs tambem tem o inicio com cautela.
Neste ano acho que sem chance,mas a oferta de emprego melhorou bem ,e vejo muitos querendo aprender a fotografar.
Abração.
[Responda]
Renato Miranda Reply:
julho 16th, 2011 at 04:27
@Ricardo Uehara, ok, vou esperar um pouco mais, consegue ir me avisando como as coisas estão melhorando com o tempo?
abração
Muito bom,me esclareceu tudo..abraçao
[Responda]
Renato Miranda Reply:
julho 18th, 2011 at 18:10
Obrigado Roberto! Abração!
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Cara! Comecei a conhecer a fotografia agora, mas nesse mundo fantástico que é impossível não se apaixonar perdidamente e após conhecer seu blog a paixão aumentou mais ainda! É um exemplo vivo que vale a pena seguir o coração e buscar o que realmente faz a diferença pra nós, muito obrigado por mostrar q “Yes, you can”. Conheci o blog há duas semanas e embalado pela energia e gratidão que vc demostra nos post eu já terminei de ler todos hj, ansioso para o próximo. PARABENS, pelo que plantou e boa colheita, sempre!
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Renato Miranda Reply:
julho 29th, 2011 at 22:27
Obrigado Bruno, fico feliz de conseguir passar a empolgação que sinto! Em breve nosvos posts, continue acompanhando, virão surpresas em breve! abraços e tudo de bom!
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Muito bom, excelente!!! Adorei o post!!
Nunca entendi tao bem sobre o assunto como agora! Tambem adorei o efeito do gel no flash!!
Parabens mais uma vez!
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Renato Miranda Reply:
agosto 3rd, 2011 at 03:03
Obrigado Barbara! Se vc puder compartilhar nas suas redes socias seria de grande valia, esse assunto é nebuloso e quanto mais gente compreendê-lo, melhor! bjs
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O Window Green que todo mundo procura é um gel da Rosco, do kit Cinegel. Embora esse tom esteja registrado neste kit (pelo que eu vi, ok?), há um equivalente em outros packs da Rosco, como o CC30 (ou #4430, do kit Roscolux).
No mais, vc tirou grandes dúvidas que eu tinha na hora de consertar a luz, Renato. Com certeza, passarei o post adiante. Muito bom mesmo.
[Responda]
Amigão você está de parabéns.Eu sou laboratorista de Cabine escura usava ampliadores Durst , Sam Marco e outros. Aí! Se eu tivesse esse conhecimento na época eu não teria perdido tanto material buscando a perfeição das imagens. Faço eventos e agora vou começar a brincar com a luz com muito mais propriedade. Sabendo o que estou fazendo. No meu orkut eu postei alguns albuns de decoração fotografados com uma simples D40 e um flash incompativel forçando-me ao manual quase sempre. Sou simples mas gosto de mostrar no todos viram o que não foi visto: A luz!!!!!! Um abraço Roberto Guinhol.
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Renato Miranda Reply:
setembro 16th, 2011 at 01:23
Obrigado Roberto! Sucesso para ti!
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Ótimo post!
Só uma pequena ressalva (e por favor não leve a mal): A única coisa que muda entre a escala Celsius e Kelvin é o ponto de referência: o zero degC é o ponto de congelamento da agua pura à 1 atmosfera de pressão e o zero degK, também chamado de o zero absoluto, ocorre quando o estado de agitacao molecular (que caracteriza a temperatura) é zero, ou seja, a menor temperatura possível . Não há como caracterizar uma como sendo absoluta e outra relativa…
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Renato Miranda Reply:
setembro 16th, 2011 at 01:45
Oi Danilo! Há sim, a escala Celsius depende do ponto de congelamento e ebulição da água, eles estão diretamente relacionados a um valor de pressão atmosférica, como vc mesmo descreveu. Mude a pressão e os parâmetros mudam junto. No topo do Everest a água não ferve a 100 graus Celsius como aqui no nível do mar, logo é uma escala relativa. O mesmo não acontece quando se usa como parâmetro de temperatura a menor temperatura possível, o zero Absoluto
abração
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Danilo Reply:
setembro 17th, 2011 at 00:42
Vamos por partes:
Água ao nível do mar: Ferve a 100 degC ou 373.15 K (100 + 273.15)
Água no Evereste: Ferve a 72 degC ou 345 K (72 + 273.15)
Percebemos que: mudando a pressão, os parametros mudam, exatamente como você descreve, porém não só em Celsis, mas também mudam em Kelvin (como eu tentei descrever, mas não fui muito feliz com as palavras talvez). Portanto, o mesmo ACONTECE quando se usa como parâmetro a menor temperatura possível, o zero absoluto.
A maneira como você descreve, dá a entender que no Everest a agua continua fervendo a 373.15 K. Se entendi mal, desculpas…
Por curiosidade: As duas escalas, como qualquer outra escala que exista, tem um ponto de referecia. A Celsis definiu o ponto de congelamento e ebulição da agua a 1 atmosfera de pressão. Entre esses dois pontos temos 100 graus. Por isso essa escala pode ser chamada também de centígrada. A Kelvin por sua vez também pode ser chamada de centígrada, já que existem 100 graus entre o ponto de congelamento da agua(273.15 K) e ebulição (373.15 K), mas que só vale a a 1 atmosfera, se mudar a pressao, muda tudo, IGUALMENTE PARAS DUAS.
Conclusão: Eu sou muito chato mesmo…
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Renato Miranda Reply:
setembro 20th, 2011 at 14:31
Vc está misturando as bolas, olha o que vc escreveu: “Por curiosidade: As duas escalas, como qualquer outra escala que exista, tem um ponto de referecia. A Celsis definiu o ponto de congelamento e ebulição da agua a 1 atmosfera de pressão”….se o ponto de referência depende de outro conceito variável, ela varia também, é relativa. O ponto de referência da escala K é o zero ABSOLUTO, no topo do Everest, na superfície de Marte, o zero Kelvin é sempre igual, por isso que a escala é absoluta. Quando vc compara algo que varia conforme a pressão atm as duas escalas vão mostrar a variação (graças a Deus!), mas o ponto de referência de uma é invariável (Graças a Deus 2!)
abração
Um dos melhores textos que já vi sobre o tema.
Muito bom o blog conheci hj e estou curtindo bastante.
[Responda]
Renato Miranda Reply:
setembro 16th, 2011 at 01:17
Obrigado Sóstenes!!
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Um dos textos mais simples e presiso sobre o tema. Sou neófito na fotografia, e cometi erros numa com minha d90. Os pricipais foram em relação à balanço de brancos. Fotos a noite ficaram amarelas, e ao entardecer, ficaram azuladas. Agora, com sua explicação tudo ficou claro! Meus conhecimentos de termodinâmica e radiação térmica facilitaram. Parabéns, e grato pelos ensinamentos.
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Renato Miranda Reply:
outubro 13th, 2011 at 02:53
Obrigado José! Que bom que tenha gostado, seja bem-vindo!
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Uso uma D 5000 e sempre deixei o WB no auto ( por igorância mesmo )… e o que acontece? venho tendo dificuldade para fotografar com luz artificial. Agora sim, depois dessa aula bem elaborada, vou aplicar essas novas técnicas. Um abraço.
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Renato Miranda Reply:
novembro 18th, 2011 at 22:18
Valeu Cesar! Compartilhe com quem vc conhece! abraços
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[...] [...]
Já uso a tabela a algum tempo,mais convenhamos,temos que variar dependendo do que se ver e como esta o tempo,nascer do sol,já usei 3000,4000 e até cheguei a 6250 onde consegui uma definição melhor,,hoje começo em 4000 coloco o EV em -2 e o resultado tambem é satisfatório,,mais não sempre,,mais gostei da matéria direta e sem frescura,vou continuar a bisbilhotar e fazer uma garimpagem de informação no site,,assim vamos aprendendo mais com quem sabe,,,valeu amigo.
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Renato, para ter ideia deste ótimo post foi a sensação que tive em cada linha lida me dava a vontade de imaginar que vinham mais 10 linhas e por aí vai. Realmente uma AULA de entendimento eficiente.
Sem palavras,
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 9th, 2012 at 08:53
Obrigado Decio, gosto muito desse post também! abração
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