Os “cães” em TTL: INFERNO 125
Eu passei o finalzinho da noite de uma sexta-feira 13 em uma discussão impressionante sobre o modo TTL em flashes com alguns amigos que me acompanham no Twitter (@heidertorres, @wefers, @namuchila, @felipeschiavon) e achei curioso como 3 letras tem o poder de colocar a cabeça de um fotógrafo dentro de um vespeiro furioso.
Quando terminamos de conversar me deu vontade de escrever esse post comentando sobre a mais badalada tecnologia presente nos flashes atuais, tida como a solução definitiva para qualquer tipo de foto, mas que na verdade confunde muita gente experiente. Ouso dizer que sua incompreensão é a causa de muito fotógrafo deixar de usar os flashes: “Meu Deus, se nem com isso eu consigo boas fotos, melhor fotografar sem eles”. Só que pensando assim, o fotógrafo limita sua atuação e diminui seus ganhos.
Sem dúvida a tecnologia envolvida no processo TTL (Through the Lens) é algo admirável, mas antes de tudo, faz-se necessário entender o que ocorre no momento do clique, mas como tudo se passa na velocidade da luz, nossos olhos tem dificuldade de compreender todas as etapas tanto na câmera quanto no flash.
A chave para entender o sistema TTL está justamente onde ele falha e para mostrar isso, vou fazer 4 experiências simples, que podem ser repetidas em qualquer lugar e aconselho que vocês as refaçam, porque uma vez entendido e praticado, as chances de erro caem a zero.
Para provar que a falha é do processo e não de modelos de câmera, todas as fotos abaixo foram feitas com uma arrasadora Nikon D3s, uma das melhores (e mais caras) câmeras disponíveis no mercado, a objetiva usada foi uma nova 24-70 f/2.8, tão arrasadora quanto a câmera.
O primeiro teste consiste em tirar uma foto de uma parede branca, sim, uma simples parede branca iluminada apenas pela luz natural, sem o uso do flash. Eu o chamarei de “O Teste da Parede Branca”, só para ficar mais dramático e imponente:)
O TESTE DA PAREDE BRANCA
O visor da câmera foi preenchido pelo tom branco e zerei a exposição “perfeita” recomendada pelo fotômetro, como se pode observar na foto abaixo:
A imagem mostra claramente uma parede cinza médio e não um branco neve como a da minha sala. Foi o fotômetro que errou? Os japoneses da Nikon cochilaram em algum ponto na produção de uma câmera de mais de 5.000 dólares ou algo está acontecendo que eu não sei?
A resposta é: NÃO! Sua câmera e fotômetro estão corretos.
Nós, seres humanos, só conseguimos medir alguma coisa quando a comparamos com um padrão reconhecido e calibrado. Se a parede que fotografei tem 2 metros de altura, estou afirmando que o padrão reconhecido internacionalmente e chamado “metro” está se repetindo 2 vezes naquele comprimento. O mesmo ocorre com o “segundo”, o “litro” e todas as demais unidades conhecidas. Sem elas não conseguiríamos viver em uma sociedade e nem fotografar, porque quando medimos a luz de uma cena, a estamos comparando com a reflexão que ela teria em um cartão cinza 18%
Ou seja, ao apontar minha câmera para a parede branca e zerar o “deus” fotômetro, eu pedi que o branco fosse transformado em cinza e foi isso que ela magistralmente fez (e é só isso o que ela sabe fazer). Espero que aqui o leitor compreenda que o fotômetro não é o senhor de suas fotos, ele só indica onde está o tom médio da sua imagem e que não há exposição perfeita, o fotógrafo é o dono da situação. Como eu não desejo uma parede cinza e sim branca, basta deixar que mais luz atinja o sensor. Provavelmente aquele livro “How to Take Great Pictures”, que descansa na sua estante, comenta que basta aumentar 1 stop para que o cinza se transforme em branco, mas isso não é verdade para todas as situações, vá para uma praia com areias claras ou uma montanha nevada e comece a lutar contra o fotômetro. Não há mais sentido em guardar regrinhas estabelecidas quando se pode olhar e julgar a exposição no monitor da sua câmera.
Voltando ao teste…eu refiz a foto, abrindo o diafragma (ou o obturador) para que mais luz atingisse o sensor.
Observe a nova exposição, o fotômetro indica uma superexposição de 1 2/3 de stop acima da recomendada, se eu seguisse a regrinha do “aumente um stop e tenha branco” ainda não teria o branco. E para ser bem sincero, não me satisfiz com o resultado, poderia ter subido ainda mais a exposição, mas começaria a perder a textura da parede, então, parei por aí.
Estamos em um extremo da escala de contraste, no branco, será que na outra ponta ocorre algo parecido? É hora de fazermos um segundo teste, desta vez fotografando algo em um tom bem escuro, preto mesmo.
“O TESTE DO PANO PRETO”
Como não há paredes pretas aqui em casa (nem nunca haverá, pelo amor de Deus!) eu apenas fixei com fita crepe um tecido preto que tenho aqui em casa em uma parede e zerei o fotômetro com o pano enchendo o quadro. A foto resultante está aí embaixo:
Não é nem de longe a imagem de um tecido preto, mas de um cinza ( e só por curiosidade: compare com o cinza do teste anterior, veja como estão bem próximos!). Como falei no primeiro teste, o fotômetro de sua câmera só sabe fazer uma coisa: apontar-lhe qual será o tom médio de sua foto. Quando enchi o quadro com o tom escuro e zerei o fotômetro, novamente a câmera pensou que eu queria um cinza e não um preto, deixando que mais luz entrasse pela objetiva, “lavando”o preto até que se chegasse ao tom de cinza médio.
Nas páginas daquele mesmo livro “How To Take Great Pictures” há um outra dica: ao fotografar tons escuros, basta baixar 1 stop que o preto aparece…será mesmo? veja a exposição que tive que encontrar para ter o preto do tecido.
Foram 2 pontos acima do valor recomendado pelo fotômetro. As fotos foram feitas em um dia nublado com grande variação de luz, ora abria um pouco de sol, ora voltava a nublar, daí a razão de alterações tão grandes, mas a idéia é apenas mostrar que o sistema TTL está totalmente baseado em uma comparação com um cinza médio e infelizmente várias situações que encontramos estão longe do tom padrão ( que tal noivas em vestidos brancos reluzentes e noivos em ternos pretos?)
Os dois testes acima foram feitos somente com luz natural, mas o que acontece quando não há luz disponível e dependemos do flash para iluminar corretamente nossas imagens? Hora de mais dois testes, usando a mesma parede e o mesmo tecido preto, só que dessa vez, eles serão iluminados por um SB-900 no topo da câmera.
“O TESTE DA PAREDE BRANCA ILUMINADA COM FLASH”
Nesse teste eu preciso eliminar a presença da luz natural, como escrevo essa parte do texto a noite, foi uma tarefa relativamente fácil: em ISO 100, com f/5.6@ 1/250 s, e ainda sem o flash ligado, a foto abaixo mostra a minha parede “branca”:
Aqui não há erro algum de fotômetro, não houve foi tempo suficiente para a luz sensibilizar o sensor da câmera. O “cão” vai entrar em ação! Liguei o SB-900 no modo TTL, me certifiquei de que estava no alcance correto da luz e disparei mantendo a mesma exposição. Observe a imagem resultante:
Ok, esse disparo aconteceu na velocidade da luz, é aqui que muitos fotógrafos tropeçam, mas vou tentar explicar com palavras o diálogo entre flash e câmera:
(SB-900) – Sra. D3s, essa é uma parede branca, o que a senhora quer que eu faça?
(D3s) – Ora, Sr. Sb-900, a única coisa que eu sei fazer, mas não estou conseguindo por conta desses ajustes da exposição. O senhor poderia iluminar essa parede de forma que ela se pareça com um cinza 18%?
(SB-900) – Claro! Isso é moleza para mim!
E velozmente cordiais, câmera e flash se ajustam para transformar uma parede branca em cinza. O SB-900 despejou menos luz do que era desejado….humm..a primeira experiência já nos mostrou a resposta para esse problema, basta abrir mais a abertura e eu volto a ter o branco, não é? NÃO É?
Pois bem, eu vou extrapolar e tentar uma nova foto, dessa vez com o diafragma 2 pontos mais aberto, em vez de f/5.6, vou usar f/2.8, eu quero um branco sem textura, veja o resultado na imagem abaixo:
Oh..oh…algo está errado! As duas fotos estão idênticas, mesmo eu tendo escancarado a abertura para deixar mais luz entrar no sensor….só que não há mais luz para entrar no sensor, sua foto depende exclusivamente da iluminação vinda do flash!!! Eis o que eles falaram no momento do disparo:
(D3s) – Senhor SB-900, nosso ilustre fotógrafo agora ajustou a abertura para f/2.8, o senhor poderia recalcular a sua potência para manter a parede cinza?
(SB-900) – Claro! Isso é moleza para mim!
Como eu ainda estou enchendo o quadro com um tom diferente do cinza médio, câmera e flash se ajustam mutuamente para manter o padrão sempre, qualquer que seja a abertura que se utilize. O SB sempre despejará uma intensidade menor do que a esperada. A solução mais básica é aumentar a intensidade diretamente no flash, já que é ele que está comandando a iluminação. Refiz as duas fotos, com as mesmas exposições, só que agora o flash estava ajustado em +1,7.
O Sb-900 se virou para a câmera e disse:
(SB-900) – Prezada senhora, nosso querido fotógrafo aumentou minha intensidade em +1,7, ok?
(D3s) – Ok, mas avise para ele que o resultado será algo bem próximo de um branco e não um cinza 18%…
(SB-900) – Mas acho que é isso que ele está querendo, vamos ver, vou recalcular minha potência para fazê-lo feliz, ok?
(D3s) – ok, infelizmente não há nada que eu possa fazer…
Veja o resultado das duas novas fotos com as mesmas exposições, só que com o flash ajustado para +1,7:
O branco que eu desejava apareceu, vamos ver como se comportam câmera e flash quando utilizados para fotografar o mesmo tecido preto colado na parede.
“O TESTE DO TECIDO PRETO ILUMINADO COM FLASH”
Vou fazer as mesmas fotos com as exposições em f/5.6 e f/2.8, com o flash sem alteração alguma, veja o resultado abaixo:
Nenhuma das duas fotos mostra o tom correto do tecido preto, estão ligeiramente estourados, o SB-900 usou uma potência maior do que deveria para iluminar a cena, tentando levar o preto próximo ao cinza. Vamos ver o que acontece quando diminuo em -1,7 a intensidade do flash, acompanhe as 2 imagens, feitas nas mesmas exposições anteriores:
Agora sim! um tecido preto corretamente exposto com um leve ajuste de compensação diretamente feito no flash. Por mais que o fotômetro de sua câmera teime em trazer a imagem para um tom médio, a correção no flash desfaz o desentendido e corrije a exposição da cena.
Mas então em um casamento ou um show, por exemplo, onde os tons passam longe do cinza médio eu preciso ficar controlando a intensidade do flash a todo instante, isso não deixa o fotógrafo mais lento? De certa forma sim, mas há uma forma de contornar o problema que é usar o “spot meter” de sua câmera para travar a exposição no tom médio certo (existem outras formas, mas esse post é uma explicação geral, deixo a parte mais detalhada para um outro post, ok?) e todos os outros tons da imagem “caem” nos lugares certos. Eu fiz o seguinte: imprimi a imagem do cinza que apareceu lá em cima no primeiro teste e colei na parede branca, fotografei, aqui está o resultado:
agora colei a mesma impressão no centro do pano preto e refiz a mesma exposição, todas as 2 fotos com a compensação do flash zerada, observe a foto resultante:
Como concentrei a exposição no centro do retângulo acinzentado graças ao modo “spot meter”, a comparação da luz da cena foi feita de acordo com o padrão cinza 18% de seu fotômetro interno e o flash foi disparado na intensidade correta, trazendo todos os tons restantes para seus respectivos lugares, sem qualquer ajuste no SB.
Praticamente todas as câmeras atuais trazem o “spotmeter” entre os modos de medição de luz e muitas delas ainda contam com um botão na traseira de seus corpos com a seguinte inscrição “AE-L/AF-L”.
Essas siglas significam: “Auto Exposure Lock/ Auto Focus Lock”, ou seja, uma vez apertado, ele trava a exposição e/ou o foco no tom que vc escolher, seu trabalho em um casamento, por exemplo, onde o flash é praticamente indispensável, é buscar o tom correto e travar sua exposição ali. Sim, você terá que apertar alguns botões a mais, mas garante um rendimento melhor de suas fotos e horas a menos na edição e tratamento sacais na frente de um computador.
Entender como sua câmera expõe uma foto é a chave para o domínio do flash. Os testes acima são facílimos de serem repetidos, eu aconselho que vocês treinem e entendam os conceitos antes de partirem para um trabalho específico. Você, seu equipamento, sua reputação e seus clientes agradecerão.
Sei que o texto foi longo, mas o assunto merecia, espero ter ajudado!
Boa Luz e Boa sorte!!





















[...] This post was mentioned on Twitter by Paulo Trarbach, Fil!pe Reis. Fil!pe Reis said: Os “cães” em TTL: INFERNO http://bit.ly/dmZxoG @i_lovemyjob [...]
Renato,
O post está excelente, e não apenas porque trata dos flashs em TTL mas também explica muito bem o funcionamento do fotômetro das câmeras.
Mas vou dar uma sugestão, você fazer um outro post mostrando o funcionamento do flash TTL incluindo iluminação ambiente.
No post foi muito bem demonstrado o TTL quando não existe nenhuma outra iluminação (nos testes a iluminação foi cancelada). O que eu gostaria é ver como funciona quando a iluminação ambiente é pouca para a correta exposição, precisando do flash para complementar.
Conforme eu aprendi, o TTL do flash irá fazer a leitura independente da luz existente. Isso pode provocar um “estouro” ou uma super exposição.
É uma susgestão para complementar o tópico.
Parabéns pelo artigo.
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Durante muito tempo tive vontade de construir meu próprio cartao cinza, o que nunca aconteceu porque, fotografando com filme, havia o risco do teste se perder no momento da produção da cópia. No entanto, assim como comentou outro colega anteriormente, eu também usava a luminosidade da minha mão como referência, fazendo uma pequena correção (não me lembro mais qual) e obtinha excelentes resultados, mesmo com slides. Diante da facilidade da fotografia digital, nos últmos tempos, tinha deixado esse processo um pouco de lado. Depois desse comentário, e com a possibilidade de usar medição pontual (o que jamais me ocorreu), não só vou criar meu cartão cinza como também vou poder fazer um analogia mais precisa com o resultado obtido medindo a luz na palma da mão. Parabéns!
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Obrigado Renato.
Texto facil de entender.
E pela primeira vez vejo alguem explicando o que os tecnicos da Nikon progetam .
Fiz um teste rapidinho,deu certo ,farei com mais tempo e mais tempo e dedicação.
Abraços.
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Hoje sou mais amigo dos meus flashes rs obrigado pelos posts Renato!
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Só falta o Livro!!!!!!!! Parabéns!!!!!
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Fantástico! Melhor artigo sobre fotometria/TTL que já li. E Renato, esse diálogo entre D3s e SB900 nem o Joe McNally “The King” conseguiria expressar tão bem! hehehe Muito elucidativo e engraçado! []s
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Sensacional o seu post. Parabéns cara!
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Caro Renato,
Ainda não tive o prazer de comprar meu flash…rss..
Mas assim que eu o fizer, com certeza repetirei todos os testes e usarei as dicas.
Muito obrigado, sucesso econtinue sempre compartilhando seu conhecimento.
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Muito bom artigo. Eu já conhecia um pouco do funcionamento do TTL, mas sua explicação foi fantástica. A ‘conversa’ entre o Flash e a camera tbm foi uma sacada mto boa, rs. Eu ainda passo alguma dificuldade em alguns eventos por causa do comportamento do TTL que ainda não domino totalmente. Uso em SPOT travando exposição, mas msm assim alguma vez algo sai do controle e lá vem uma foto sub ou sobre exposta. Vou aguardar ansioso um novo artigo com dicas de como usar melhor e corretamente o TTL.
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[...] Os “cães” em TTL: INFERNO out19 [...]
Como vai, fiquei surpreso com algumas informações incorretas sobre a técnica de flashs TTL.
Primeiro, o fotómetro só visualiza o meio tom na cena.
Ele é condicionado a fotometrar tudo chegando no cinza meio tom ou seja ele não mostra o meio tom da cena.
Para isto basta visualizar o histograma.
Ele erra sim e é o grande vilão da história para os fotógrafos de evento social.
Segundo é desnecessário trabalhar com o EV de exposição do flash, basta trabalhar com o pré flash definindo o meio tom para o fotômetro.
Ou seja o flash não é o vilão da história e sim o fotômetro do seu equipamento.
Desculpe, e louvável seu interesse em informar, mas precisa informar com razão dos fatos.
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Renato Miranda Reply:
outubro 26th, 2010 at 22:03
@Leandro Nunes,
Estou ótimo Leandro, e vc? Desculpe-me, mas sua incompreensão do meu texto me causou uma surpresa gigantesca. Suas críticas só reafirmam o que lá está escrito, ponto por ponto. Sugiro que vc o releia com calma e reavalie o que escreveu. Há incongruências e erros em partes do seu comentário. E sim, vc está certo, é louvável o meu comprometimento em educar os fotógrafos, mas tanto tenho razão no que escrevo que o blog é um sucesso aqui e fora do Brasil, coisa que muito fotógrafo tenta e não consegue, uma pena.
Forte abraço e sucesso no seu trabalho.
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Repostei no seu email meu ponto de vista em relação a técnica de flash.
Ficou grande e respondi em vermelho, pois fiz o que me pediu , voltei a ler e continuo com minha opinião.
Grande abraço
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Agora sim…
Martelada na minha cabeça….
Otimo……
ab´s
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Renato Miranda Reply:
novembro 4th, 2010 at 19:20
@Edu La Cava,
hehehehe…bom ver vc por aqui!!
abraços
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Esse post aqui eu entendi mais que o post de hoje hehehehhehe Adorei o diálogo entre a câmera e o flash. Parabéns por ser tão didático, sou professora e sei como é totalmente diferente “saber” e “transmitir” conhecimento. Um beijo.
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Fala Renato,
Já havia lido esse post aqui faz algum tempo, mas resolvi vir comentar sobre o Flash em TTL considerando a iluminação local.
Fiz um teste simples: Zerei o fotômetro em uma parede branca, deixei o flash também zerado e fotografei. O que aconteceu foi uma superexposição. A parede ficou branca.
Fiz um segundo teste, baixei o fotômetro em 2 pontos e mantive o flash zerado e, novamente, a superexposição aconteceu.
Ainda preciso fazer mais alguns testes para me certificar disto, mas até onde percebi, a leitura do TTL (pelo menos da Canon) é feita com base apenas na abertura e não na velocidade do obturador.
Assim sendo, com 1/200 se eu modificar a abertura da câmera o flash vai compensar e manter o cinza 18%. Porém se eu alterar a velocidade, o TTL se perde.
Vou tentar fazer esse teste hoje a noite, mas quero ver isso também durante o dia no final de semana, onde mesmo em 1/200 ou 1/250 a luz ambiente vai continuar influenciando na medição.
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waldir turim jr Reply:
dezembro 12th, 2010 at 12:56
@Bruno Fontes, E ai, qual foi o resultado?
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Bruno Fontes Reply:
dezembro 14th, 2010 at 12:09
@waldir turim jr, o TTL ficou bem perdido. Com a claridade e o fotômetro da câmera estar medindo de aprox -3pts até 0 sem o flash, ele fica meio perdido e dispara ainda assim, estourando a foto.
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Lendo tudo o que foi escrito, aqui fico me perguntado..Com flash ou sem flash tudo nào ficaria como o grande Ansel Adams sempre preconizou fotografar pelo Sistema de Zonas?
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Renato Miranda Reply:
dezembro 14th, 2010 at 11:00
Mas Waldir, usar o sistema de zonas em um fundo totamente branco ou preto? Onde vc estabeleceria as zonas?
abração
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Waldir Turim Jr Reply:
dezembro 14th, 2010 at 19:56
@Renato Miranda, Fotometro no pontual bem calibrado para mostrar os famosos 18% . Branco sem textura abrir pelo menos +3 preto sem textura fechar pelo menos -3.Agora se deve abrir ou fechar o flash tbém… ai eu n. sei… vou fazer esta experiencia.. se alguem souber souber ..me poupe deste trabalho. e fazer todos esses testes usando o cartão cinza? N. da na mesma?neste caso vc fala pro fotometro.. vc quer o cinza com essa luz? Então tome..e ai vc n. se preocupa com o que esta marcando.. n. é a mesmaa coisa? Sera que vale p/ flash tbém?
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Meu Deus !!!!!!
cara, esse diálogo do flash com a câmera está demais !!
primeiro me fizeram rir, pois a grande sacada além de me surpreender ficou engraçada… dai.. na sequencia, fiquei sério, apertei os olhos e li com atenção…já havia feito esse teste no curso de fotografia, mas conhecimento nunca atrapalha né?? Renato, realmente tu é demais !! parabéns, estou iniciando nesse mundo apaixonante e seu blog já está nos meus favoritos – deixei um comentário em outro post, mas pergunto aqui novamente: não Rola um WS em Porto Alegre?? Abraço e sucesso
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Renato Miranda Reply:
dezembro 20th, 2010 at 13:54
OI Giovani!! valeu pela leitura do blog, espalha aí pela região!! rsrs…estou em contato para ver se consigo levar o WS até aí, achoq ue em breve vc terá notícias!! abração e obrigado
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giovani chiossi Reply:
dezembro 20th, 2010 at 21:33
qualquer coisa que precisar, ajuda ou sei la, estamos ai. eu tenho contato com o pessoal de uma escola de fotografia daqui de Porto Alegre, acabei de fazer um curso la… e quanto ao seu blog, ja estou espalhando para todos que conheço e que assim como eu estão aprendendo a amar essa arte, ciência, religião.. ou de tudo um pouco que é a fotografia kkkkkkk.
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Renato Miranda Reply:
dezembro 21st, 2010 at 04:15
@giovani chiossi,
Se vc conseguir ajudar vai ser show, eu sozinho nào conheço todos os lugares possíveis, uma boa dica para entender o que se precisa está aqui:
http://www.ilovemyjob.com.br/blog/o-workshop/
mande notícias!
Renato, sensacional.
Finalmente uma explicação simples, direta e super didática sobre o comportamento do ttl. Parabéns!
Abração.
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Renato Miranda Reply:
janeiro 21st, 2011 at 09:29
Valeu Clau!! nos vemos no Domingo? abração
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Parabéns pelo Blog e pela paciência,,,a leitura é livre para todos, não se procupe com isso ou aquilo e continue seu trabalho que admiramos,,,
Luiz Crosara
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Sensacional sua explicação… amanhã cedinho já vou fazer os testes…. :-)
Obrigada….
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[...] Link do Artigo: http://www.ilovemyjob.com.br/blog/2010/10/19/os-caes-em-ttl-inferno/ [...]
Sei que o post é antigo, mas não podia deixar de comentar: excelente! Ainda tinha dúvidas sobre o flash e esse artigo certamente me ajudou ;)
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Renato Miranda Reply:
julho 15th, 2011 at 23:13
que bom, Pamela! Fico feliz de estar ajudando! Compartilhe com quem vc conhece. bjs, boa sorte!
[Responda]
nossa… esse post me ajudou muito…
valeu mesmo… minhas fotos já não serão mais as mesmas… :)
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Renato Miranda Reply:
julho 15th, 2011 at 23:13
Obrigado Mélker! boas fotos sempre! abração
[Responda]
ótimo post!!!!
eu aprendi usar o flash sozinhon, na marra, e já tinha percebido esse problema do TTL, por isso sempre usei o flash no manual e me acostumei a compensar a exposição.
Agora com a explicação do Spot Meter ficará mais fácil e rápido ainda!
Muito obrigado :D
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Renato Miranda Reply:
julho 15th, 2011 at 23:12
Obrigado Matheus! que bom que tenha te ajudado! boas fotos! abraços
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Excelente explicação me ajudou muito, valeu. Eis a minha dúvida.
Se eu quiser utilizar o flash em modo ttl (gostaria de saber se você recomenda), e utilizar um rebatedor, logo à conversa entre a máquina e o flash não vai existir, estou certo? Pois virando a cabeça dele para cima, irá diminuir sua potência, dificultando a conversa entre os dois. Como devo proceder em um casamento ou eventos a noite, terei que usá-lo no manual? E se utilizo no manual não tenho como me basear no fotômetro, pois os dois não irão conversar. Como proceder? Comecei a trabalhar a pouco tempo em uma empresa e a orientação é que faça a utilização apenas no manual e afirma que eu devo mudar a intensidade de acordo com a minha percepção, não acho que deva ser dessa forma. Desde já agradeço a atenção e fico na expectativa de uma luz.
[Responda]
Renato Miranda Reply:
julho 18th, 2011 at 19:51
Oi Leandro! vamos lá, são várias respostas:
O TTL le constantemente a quantidade de luz despejada na cena, portanto, ele deve compensar essa diferença quando o flash é rebatido, eu aconselho o uso do TTL em situações rápidas de foto, mas sempre digo que ele depende de uma exposição correta da cena, pois o erro de exposição será passado para o flash. Em casamentos, festas etc. vc pode usá-lo, desde que entenda o que está acontecendo entre ele e a sua câmera, todos os flashes sào vendidos com o apelo de não precisarem da participação do fotógrafo e isso não é verdade, vc deve ler o que o flash está informando para não errar. No modo Manual ( que eu utilizo sempre que tenho tempo) vc elimina essa possibilidade de má interpretação da cena e tem fotos mais precisas, mas fica um pouco mais limitado em momentos de mudanças rápidas. Como vc bem viu no artigo, a leitura correta do tom neutro de sua foto é a chave para “controlar”o TTL.
abraços
[Responda]
Olá. Parabéns pelo texto. Muito simples e explicativo. Há alguns dias fiz um teste com uma D90 e um SB-900. Câmera em manual e flash em TTL. Fiz fotos de uma parede branca sem interferência de luz ambiente utilizando os modos de medição pontual, ponderado e matricial. Esperava obter três paredes cinzas mas apenas a medição pontual resultou em uma parede cinza. Saberia dizer o porquê? As fotos estão neste link: https://picasaweb.google.com/luciopl/Nikon?authuser=0&feat=directlink
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Renato Miranda Reply:
julho 18th, 2011 at 20:01
Oi Lúcio! não sei como está o seu monitor, mas aqui eu vejo 3 paredes cinzas, a de medição pontual resultou em um cinza mais fechadão, mas as outras 2 continuam cinzas, não são pardes brancas.
abraços
[Responda]
Lúcio Reply:
julho 20th, 2011 at 02:35
@Renato Miranda, Oi Renato, obrigado pela resposta. OK, são 3 paredes cinzas mas a parede fotografada no modo pontual ficou nitidamente mais escura, tanto que repeti o teste e obtive o mesmo resultado neste modo. A pergunta é, porque neste modo a parede ficou mais escura que nos outros?
[Responda]
Muito bom….
ainda estou meio confuso….
mas pelo menos agora tenho uma trilha pra abrir…
obrigadu…
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Renato Miranda Reply:
julho 22nd, 2011 at 00:33
Ok! qualquer dúvida é só escrever! abraços
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MUITO BOM!
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meu comment foi sem que eu completasse …
estou querendo uma dica de ouro, Renato.
Situação:
Tecido TNT BRANCO preso na parede.
Local pouco iluminado. Colocando o objeto em frente ao fundo branco e fotometrando o objeto .. o obturador mesmo em ISO 1600 f/2.8 pede uma velocidade de 1/20 .. para que o fotometro fique no ZERO.
O que fazer pra deixar o fundo branco, objeto corretamento iluminado? Ah, com flash rebatido, pq direto vai ter sombra no fundo.
O que você sugere?
O drama é que fotometrar o fundo branco primeiro, num local pouco iluminado, vai me pedir velocidade de 1/10 !!
Obrigada!
[Responda]
Renato Miranda Reply:
agosto 1st, 2011 at 22:33
calma, vc está fotometrando a luz ambiente, pode fazer a foto usando só a luz do flash. Vc consegue soltar esse flash da camera? que flash/camera vc está utilizando? consegue escrever para o meu email renatorochamiranda@gmail.com, essa sua dúvida me deu idéia para um novo post!
bjs
[Responda]
Só um detalhe sobre IMPRIMIR a sua foto da parede branca, transformada em CINZA 18%… se mandar o mesmo arquivo para 10 lugares diferentes fazerem a impressão, terá 10 tons de cinza diferentes. O ideal seria fazer a impressão em algum lugar onde tenha um equipamento bem calibrado, e não em qualquer lugar ou quiósque de impressão de fotos se quiser algo mais fiel aos 18% conseguidos. Ou seja, para ter um cartão CINZA 18%, só comprando um… os outros que você mesmo fizer, só serão próximos ao 18%. Infelizmente IMPRESSÃO não é algo 100% fiel ao seu arquivo.
[Responda]
Renato Miranda Reply:
agosto 3rd, 2011 at 03:08
Eu sei disso, Gerson, mas os 10 tons de cinza diferentes serão melhores do que a parede branca. A impressão foi só uma forma de fazer as pessoas entenderem o conceito, não pedi que imprimissem a foto e usassem como parâmetro. O correto é ter (como tenho) um cartão calibrado, mas acho difícil usá-lo na confusão do dia-a-dia, a dica contida no post é procurar o tom médio da cena. Abração e obrigado pela visita
[Responda]
Cara é muito bom ler seus posts. É tipo aprender como aquele professor mais gente fina e hilario da escola . Vlw e parabens pelo trabalho
[Responda]
Renato Miranda Reply:
agosto 4th, 2011 at 22:07
Valeu Kyono! em breve novos posts! abração
[Responda]
Bom dia Renato
Faz tempo que acompanho teu blog, e hoje voltei aqui para reler este artigo, porque foi comentado no Digiforum.
Eu já tinha lido, mas é sempre bom reler e continuar aprendendo.
Tenho muito que aprender sobre o dominio dos flashes ainda, até porque tenho feito alguns eventos, em geral, tenho bons resultados, mas quero melhores.
Se pudesse fazer o WS, faria, mas fica longe.
Abraço
[Responda]
Renato Miranda Reply:
agosto 7th, 2011 at 16:54
Fabio, acompanhe o @i_lovemyjob no twitter ou no Facebook porque agora em Agosto eu lanço o WS I LOVE MY JOB on-line, todo conteúdo estará disponível para os alunos assitirem de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora do dia, com possibilidade de interação comigo via emial ou webcam. Faça sua pré-matrícula aqui e concorra a bolsas de estudo:
http://www.iedb.com.br/programa_curso_fotografia_flash.php
Divulgue a idéia!! Qualquer dúvida é só escrever!
abraços
[Responda]
Renato, achei muito bom seu texto, ainda não fiz os testes, mas farei assim que tiver tempo de fazê-lo com paciência entendendo profundamente todo o sistema, mas já sabia os resultados de outros carnavais… Agora me diz uma coisa, porque o Leandro Nunes ficou aparentemente tão irritado com seu artigo? Posta aí pra gente o email que ele te mandou kkkkkkkk
Abraço e Parabéns!
[Responda]
Muito legal esse post…
me fez jogar por terra o mito do ttl
vlw
sucesso!
[Responda]
Resolveu minha dúvida sobre qual método de medição usar(spot ou matrix) quando estou em TTL ,muito obrigado por tudo.
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Olá sou novo aqui e na area..rs, tenho uma canon eos 400d flash 580exII, lentes 18-55mm e uma sigma 28-105mm 2.8, quando uso flash ettl, e modo manual na camera não consigo uma velocidade maior que 1/200 pq? em evento, e com o flash direcionado para frente onde o zoom fica altomático as fotos saem estouradas principalmente foto retrato….(a maquina e o flash não conversam nesses modos?). Comsigo obetr boas fotos rebatendo o flash e não usando o zoom automático….no meu caso que não tenho uma máquina top, estou com muitas dúvidas em relação ao uso do Ettl…. valew…
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Renato Miranda Reply:
novembro 18th, 2011 at 13:46
Bruno, não é o modelo da camera ou do flash que garante uma boa foto, não se deixe levar pelo pensamento que o flash faz tudo sozinho graças a tecnologia embutida, dispensando o pensamento do fotógrafo. Vc tá no controle, camera e flash conversam sim, mas muitas vezes podem estar falando algo que não tem nada a ver com o que vc está pensando. 1/200 s é a velocidade de sincronismo da sua camera, em condições normais o flash não bate acima dessa velocidade mesmo, é possível ajustar para o modo HSS nas Canon, mas eles perdem muita potência. É difícil te dizer qual o motivo das fotos saírem estouradas sem estar próximo a você, mas é bem provável que esteja próximo demais da modelo (com o flash em cima da camera) ou fotografando contra algum fundo escuro em TTL ( ou até usando modelos mais negras). É possível fazer fotos ótimas com seu equipamento, rebater o flash nas paredes e nos tetos é uma opção sim, se vc tiver mais de um flash pode começar a usar um deles fora da camera e refinar sua iluminação.
abração
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Bruno José Reply:
novembro 21st, 2011 at 15:39
@Renato Miranda, Legal Renato parabéns pelo seu trabalho, como disse sou novo aqui, pensei que eu iria colocar minha pergunta, mas não seria respondido, ou teria que fazer cadastros, parabéns, tenho acompanhado seu site, e vou te add nas redes, valew forte ABRAÇO…
Bruno José…
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Renato Rocha Miranda Reply:
novembro 21st, 2011 at 15:47
@Bruno José, Estamos no mesmo barco, Bruno! Continue fotografando!
abração
Superinteressante a matéria. Parabéns.
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Renato Miranda Reply:
novembro 18th, 2011 at 18:13
Obrigado!
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Olá Renato! O David Hobby disse que o diafragma controla a luz do primeiro plano e o obturador controla o fundo. Tem algum fundamento isso?
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Renato Miranda Reply:
dezembro 24th, 2011 at 19:40
Humm..acho que o que ele quis dizer era que o diafragma controla a luz do flash (1 plano) e o obturador a iluminação ambiente ( plano de fundo).Tem fundamento sim!
abração
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Olá, Renato, tudo bem?
Adquiri recentemente um SB 700 e gostaria de entender melhor a parte que você disse que, em uma evento de casamento e/ou similar, faz-se uma medição em um tom médio, trava o flash e faz os cliks. A dúvida é: se todo o evento for interno, ok, mas… se tiver que fotografar lá fora, onde há mais claridade e assim por diante, como resolver essa questão, lembrando que não tenho ainda prática com esse novo tipo de flash. Poderia detalhar? inclusive como travá-lo?
Ah! tenho procurado ler tudo que você escreve. Alguns assuntos são complexos para mim, mas, a maioria tem aumentado, e muito, os meus conhecimentos. Também acho muito legal essa troca de idéias através dos comentários.
Sucesso e ótimo 2012.
Grato.
Cesar.
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 9th, 2012 at 09:28
J.Cesar, vai ser fogo explicar tudo por aqui, mas essa idéia de claridade está confundindo vc. Através da abertura vc controla a intensidade do flash no assunto e com a velocidade do obturador, reduz ou aumenta a presença da luz natural, diminuindo essa “claridade”, qualquer coisa escreva!
abração
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So ontem descobri seu Blog, confesso que fiquei surpreso nao so com a qualidade das informacoes, mas com a linguagem adotada, meus parabens!
Sou um amador entusiasta e raramente uso o flash pois so de olhar para o SB900 ja da arrepio, foi muito bom ler seu artigo.
Abracos
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Muito esclarecedor o post e de grande valia.
Parabéns!
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Renato Miranda Reply:
fevereiro 28th, 2012 at 00:04
Obrigado Maximiliano! em breve mais artigos, apareça sempre! abraços
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