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Os “cães” em TTL: INFERNO 125

Eu passei o finalzinho da noite de uma sexta-feira 13 em uma discussão impressionante sobre o modo TTL em flashes com alguns amigos que me acompanham no Twitter (@heidertorres, @wefers, @namuchila, @felipeschiavon)  e achei curioso como 3 letras tem o poder de colocar a cabeça de um fotógrafo dentro de um vespeiro furioso.

Quando terminamos de conversar me deu vontade de escrever esse post comentando sobre a mais badalada tecnologia presente nos flashes atuais, tida como a solução definitiva para qualquer tipo de foto, mas que na verdade confunde muita gente experiente. Ouso dizer que sua incompreensão é a causa de muito fotógrafo deixar de usar os flashes: “Meu Deus, se nem com isso eu consigo boas fotos, melhor fotografar sem eles”. Só que pensando assim, o fotógrafo limita sua atuação e diminui seus ganhos.

Sem dúvida a tecnologia envolvida no processo TTL (Through the Lens) é algo admirável, mas antes de tudo, faz-se necessário entender o que ocorre no momento do clique, mas como tudo se passa na velocidade da luz, nossos olhos tem dificuldade de compreender todas as etapas tanto na câmera quanto no flash.

A chave para entender o sistema TTL está justamente onde ele falha e para mostrar isso, vou fazer 4 experiências simples, que podem ser repetidas em qualquer lugar e aconselho que vocês as refaçam, porque uma vez entendido e praticado, as chances de erro caem a zero.

Para provar que a falha é do processo e não de modelos de câmera, todas as fotos abaixo foram feitas com uma arrasadora Nikon D3s, uma das melhores (e mais caras) câmeras disponíveis no mercado, a objetiva usada foi uma nova 24-70 f/2.8, tão arrasadora quanto a câmera.

O primeiro teste consiste em tirar uma foto de uma parede branca, sim, uma simples parede branca iluminada apenas pela luz natural, sem o uso do flash. Eu o chamarei de “O Teste da Parede Branca”, só para ficar mais dramático e imponente:)

O TESTE DA PAREDE BRANCA

O visor da câmera foi preenchido pelo tom branco e zerei a exposição “perfeita” recomendada pelo fotômetro, como se pode observar na foto abaixo:

f/4.5@1/500s, ISO 800

A imagem mostra claramente uma parede cinza médio e não um branco neve como a da minha sala. Foi o fotômetro que errou? Os japoneses da Nikon cochilaram em algum ponto na produção de uma câmera de mais de 5.000 dólares ou algo está acontecendo que eu não sei?

A resposta é: NÃO! Sua câmera e fotômetro estão corretos.

Nós, seres humanos, só conseguimos medir alguma coisa quando a comparamos com um padrão reconhecido e calibrado. Se a parede que fotografei tem 2 metros de altura, estou afirmando que o padrão reconhecido internacionalmente e chamado “metro” está se repetindo 2 vezes naquele comprimento.  O mesmo ocorre com o “segundo”, o “litro” e todas as demais unidades conhecidas. Sem elas não conseguiríamos viver em uma sociedade e nem fotografar, porque quando medimos a luz de uma cena, a estamos comparando com a reflexão que ela teria em um cartão cinza 18%

Ou seja, ao apontar minha câmera para a parede branca e zerar o “deus” fotômetro, eu pedi que o branco fosse transformado em cinza e foi isso que ela magistralmente fez (e é só isso o que ela sabe fazer). Espero que aqui o leitor compreenda que o fotômetro não é o senhor de suas fotos, ele só indica onde está o tom médio da sua imagem e que não há exposição perfeita, o fotógrafo é o dono da situação. Como eu não desejo uma parede cinza e sim branca, basta deixar que mais luz atinja o sensor. Provavelmente aquele livro “How to Take Great Pictures”, que descansa na sua estante, comenta que basta aumentar 1 stop para que o cinza se transforme em branco, mas isso não é verdade para todas as situações, vá para uma praia com areias claras ou uma montanha nevada e comece a lutar contra o fotômetro. Não há mais sentido em guardar regrinhas estabelecidas quando se pode olhar e julgar a exposição no monitor da sua câmera.

Voltando ao teste…eu refiz a foto, abrindo o diafragma (ou o obturador) para que mais luz atingisse o sensor.

f/2.8@ 1/320s, ISO 800

Observe a nova exposição, o fotômetro indica uma superexposição de 1 2/3 de stop acima da recomendada, se eu seguisse a regrinha do “aumente um stop e tenha branco” ainda não teria o branco. E para ser bem sincero, não me satisfiz com o resultado, poderia ter subido ainda mais a exposição, mas começaria a perder a textura da parede, então, parei por aí.

Estamos em um extremo da escala de contraste, no branco, será que na outra ponta ocorre algo parecido? É hora de fazermos um segundo teste, desta vez fotografando algo em um tom bem escuro, preto mesmo.

“O TESTE DO PANO PRETO”

Como não há paredes pretas aqui em casa (nem nunca haverá, pelo amor de Deus!) eu apenas fixei com fita crepe um tecido preto que tenho aqui em casa em uma parede e zerei o fotômetro com o pano enchendo o quadro. A foto resultante está aí embaixo:

f/2.8@ 1/25, ISO 6.400

Não é nem de longe a imagem de um tecido preto, mas de um cinza ( e só por curiosidade: compare com o cinza do teste anterior, veja como estão bem próximos!). Como falei no primeiro teste, o fotômetro de sua câmera só sabe fazer uma coisa: apontar-lhe qual será o tom médio de sua foto. Quando enchi o quadro com o tom escuro e zerei o fotômetro, novamente a câmera pensou que eu queria um cinza e não um preto, deixando que mais luz entrasse pela objetiva, “lavando”o preto até que se chegasse ao tom de cinza médio.

Nas páginas daquele mesmo livro “How To Take Great Pictures” há um outra dica: ao fotografar tons escuros, basta baixar 1 stop que o preto aparece…será mesmo? veja a exposição que tive que encontrar para ter o preto do tecido.

f/2.8@ 1/80s, ISO 6.400

Foram 2 pontos acima do valor recomendado pelo fotômetro. As fotos foram feitas em um dia nublado com grande variação de luz, ora abria um pouco de sol, ora voltava a nublar, daí a razão de alterações tão grandes, mas a idéia é apenas mostrar que o sistema TTL está totalmente baseado em uma comparação com um cinza médio e infelizmente várias situações que encontramos estão longe do tom padrão ( que tal noivas em vestidos brancos reluzentes e noivos em ternos pretos?)

Os dois testes acima foram feitos somente com luz natural, mas o que acontece quando não há luz disponível e dependemos do flash para iluminar corretamente nossas imagens? Hora de mais dois testes, usando a mesma parede e o mesmo tecido preto, só que dessa vez, eles serão iluminados por um SB-900 no topo da câmera.

“O TESTE DA PAREDE BRANCA ILUMINADA COM FLASH”

Nesse teste eu preciso eliminar a presença da luz natural, como escrevo essa parte do texto a noite, foi uma tarefa relativamente fácil: em ISO 100, com f/5.6@ 1/250 s, e ainda sem o flash ligado, a foto abaixo mostra a minha parede “branca”:

f/5.6@ 1/250s, ISO 100, SEM flash

Aqui não há erro algum de fotômetro, não houve foi tempo suficiente para a luz sensibilizar o sensor da câmera. O “cão” vai entrar em ação! Liguei o SB-900 no modo TTL, me certifiquei de que estava no alcance correto da luz e disparei mantendo a mesma exposição. Observe a imagem resultante:

f/5.6@ 1/250s, ISO 100, flash em TTL

Ok, esse disparo aconteceu na velocidade da luz, é aqui que muitos fotógrafos tropeçam, mas vou tentar explicar com palavras o diálogo entre flash e câmera:

(SB-900) – Sra. D3s, essa é uma parede branca, o que a senhora quer que eu faça?

(D3s) – Ora, Sr. Sb-900, a única coisa que eu sei fazer, mas não estou conseguindo por conta desses ajustes da exposição. O senhor poderia iluminar essa parede de forma que ela se pareça com um cinza 18%?

(SB-900) – Claro! Isso é moleza para mim!

E velozmente cordiais, câmera e flash se ajustam para transformar uma parede branca em cinza. O SB-900 despejou menos luz do que era desejado….humm..a primeira experiência já nos mostrou a resposta para esse problema, basta abrir mais a abertura e eu volto a ter o branco, não é? NÃO É?

Pois bem, eu vou extrapolar e tentar uma nova foto, dessa vez com o diafragma 2 pontos mais aberto, em vez de f/5.6, vou usar f/2.8, eu quero um branco sem textura, veja o resultado na imagem abaixo:

f/2.8@1/250s, ISO 100, flash em TTL

Oh..oh…algo está errado! As duas fotos estão idênticas, mesmo eu tendo escancarado a abertura para deixar mais luz entrar no sensor….só que não há mais luz para entrar no sensor, sua foto depende exclusivamente da iluminação vinda do flash!!! Eis o que eles falaram no momento do disparo:

(D3s) – Senhor SB-900, nosso ilustre fotógrafo agora ajustou a abertura para f/2.8, o senhor poderia recalcular a sua potência para manter a parede cinza?

(SB-900) – Claro! Isso é moleza para mim!

Como eu ainda estou enchendo o quadro com um tom diferente do cinza médio, câmera e flash se ajustam mutuamente para manter o padrão sempre, qualquer que seja a abertura que se utilize. O SB sempre despejará uma intensidade menor do que a esperada. A solução mais básica é aumentar a intensidade diretamente no flash, já que é ele que está comandando a iluminação. Refiz as duas fotos, com as mesmas exposições, só que agora o flash estava ajustado em +1,7.

O Sb-900 se virou para a câmera e disse:

(SB-900) – Prezada senhora, nosso querido fotógrafo aumentou minha intensidade em +1,7, ok?

(D3s) – Ok, mas avise para ele que o resultado será algo bem próximo de um branco e não um cinza 18%…

(SB-900) – Mas acho que é isso que ele está querendo, vamos ver, vou recalcular minha potência para fazê-lo feliz, ok?

(D3s) – ok, infelizmente não há nada que eu possa fazer…

Veja o resultado das duas novas fotos com as mesmas exposições, só que com o flash ajustado para +1,7:

f/5.6@ 1/250s, ISO 100. Flash em +1,7

f/2.8@ 1/250s, ISO 100, flash em +1,7

O branco que eu desejava apareceu, vamos ver como se comportam câmera e flash quando utilizados para fotografar o mesmo tecido preto colado na parede.

“O TESTE DO TECIDO PRETO ILUMINADO COM FLASH”


Vou fazer as mesmas fotos com as exposições em f/5.6 e f/2.8, com o flash sem alteração alguma, veja o resultado abaixo:

f/5.6@1/250s, ISO 100, Flash em TTL

f/2.8@1/250s, ISO 100, flash em TTL

Nenhuma das duas fotos mostra o tom correto do tecido preto, estão ligeiramente estourados, o SB-900 usou uma potência maior do que deveria para iluminar a cena, tentando levar o preto próximo ao cinza. Vamos ver o que acontece quando diminuo em -1,7 a intensidade do flash, acompanhe as 2 imagens, feitas nas mesmas exposições anteriores:

f/5.6@1/250s, ISO 100, Flash em TTL -1,7

f/2.8@1/250 s, ISO 100, Flash em TTL-1,7

Agora sim! um tecido preto corretamente exposto com um leve ajuste de compensação diretamente feito no flash. Por mais que o fotômetro de sua câmera teime em trazer a imagem para um tom médio, a correção no flash desfaz o desentendido e corrije a exposição da cena.

Mas então em um casamento ou um show, por exemplo, onde os tons passam longe do cinza médio eu preciso ficar controlando a intensidade do flash a todo instante, isso não deixa o fotógrafo mais lento? De certa forma sim, mas há uma forma de contornar o problema que é usar o “spot meter” de sua câmera para travar a exposição no tom médio certo (existem outras formas, mas esse post é uma explicação geral, deixo a parte mais detalhada para um outro post, ok?) e todos os outros tons da imagem “caem” nos lugares certos. Eu fiz o seguinte: imprimi a imagem do cinza que apareceu lá em cima no primeiro teste e colei na parede branca, fotografei, aqui está o resultado:

f/5.6@1/250 s, ISO 100, Flash TTL, spot meter no centro do quadrado cinza

agora colei a mesma impressão no centro do pano preto e refiz a mesma exposição, todas as 2 fotos com a compensação do flash zerada, observe a foto resultante:

f/5.6@1/250 s, ISO 100, Flash TTL, spotmeter no centro do quadrado cinza

Como concentrei a exposição no centro do retângulo acinzentado graças ao modo “spot meter”, a comparação da luz da cena foi feita de acordo com o padrão cinza 18% de seu fotômetro interno e o flash foi disparado na intensidade correta, trazendo todos os tons restantes para seus respectivos lugares, sem qualquer ajuste no SB.

Praticamente todas as câmeras atuais trazem o “spotmeter” entre os modos de medição de luz e muitas delas ainda contam com um botão na traseira de seus corpos com a seguinte inscrição “AE-L/AF-L”.

Essas siglas significam: “Auto Exposure Lock/ Auto Focus Lock”, ou seja, uma vez apertado, ele trava a exposição e/ou o foco no tom que vc escolher, seu trabalho em um casamento, por exemplo, onde o flash é praticamente indispensável, é buscar o tom correto e travar sua exposição ali. Sim, você terá que apertar alguns botões a mais, mas garante um rendimento melhor de suas fotos e horas a menos na edição e tratamento sacais na frente de um computador.

Entender como sua câmera expõe uma foto é a chave para o domínio do flash. Os testes acima são facílimos de serem repetidos, eu aconselho que vocês treinem e entendam os conceitos antes de partirem para um trabalho específico. Você, seu equipamento, sua reputação e seus clientes agradecerão.

Sei que o texto foi longo, mas o assunto merecia, espero ter ajudado!

Boa Luz e Boa sorte!!

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125 comentários para esse post

  1. Nossa, Renato!
    Post maravilhoso mesmo!!

    Foi muito bacana ver na prática como a coisa funciona. hehe…

    Abração!

    [Responda]

  2. Parabéns Renato pelo post, sua didática é maravilhosa, espero logo poder ler algum livro seu.

    Abraço!

    [Responda]

  3. [...] This post was mentioned on Twitter by blogols and Carlos Alberto, I LOVE MY JOB. I LOVE MY JOB said: Novo post no I LOVE MY JOB: "Os Cães em TTL: INFERNO" http://bit.ly/8ZkHWe [...]

  4. Daniel Cuba disse:

    Você tem uma didática excelente! Parabéns pelo texto e pelo seu trabalho.

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  5. Gesiel disse:

    Maravilha de post

    Agora vamos aos teste rsrsrs

    Abraço, sucesso sempre!!!

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  6. Parabéns Renatão…
    Eu sempre ensinei que os fotômetros TTL medem “errado”, além do que você falou, o erro se dá por ser luz refletida, o que ensino aos meus alunos é transformar o fotômetro TTL da câmera em fotômetro de mão (aquele de stúdio)… e vc terá sempre uma leitura correta…
    Como é complicado andar com um cartão cinza para medir a luz, aqui vai a minha dica (aprendi na KODAK há mais de 30 anos atrás)
    Como fazer:
    1. Meça a luz da cena que você irá fotografar na palma da mão(afro descendentes e caucasianos tem a palma da mão com bem menos de 1/3 de ponto de diferença, fiquem tranquilos). a Sua palma da mão tem que estar iluminada pela mesma luz do assunto.
    2. Abra um ponto (ou 2). Faça testes. POis é um parâmetro e pode variar de câmera para câmera.

    Excelente tópico

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  7. Pepe Mélega disse:

    Bem esclarecido Renato é como sempre digo o TTL é uma tecnologia excelente desde de que o fotógrafo saiba como funciona. Abs

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  8. Rafael disse:

    Fantástico texto Renato, muito bom, porém tenho uma dúvida: Se você usou Spot Meter nas duas últimas fotos, e fotometrou no centro do cartão cinza, como recebeu 2 tons de cinza e o restante ficou corretamente exposto?

    Abraço.

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  9. Anael disse:

    Renato, o q é isso, meu filho?!?!
    Como você consegue ser tão claro num assunto tão… digamos… “cinza”?
    Muito obrigado, meu querido e mantenha sempre este humos q, sozinho, já faz 50% do trabalho de não me entediar! ;)
    E já q falamos nisso, adorei os diálogos!!!! ahahahaha

    Abs.

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    Anael Reply:

    @Anael,
    “humos” = humor!

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  10. Muito bom o texto, uma única dúvida, esse método pode ser usado também com o flash fora da camera?!

    abs!

    [Responda]

    Renato Miranda Reply:

    @Jefferson Palladino, sim, sem dúvida, vou complementar esse post justamente com a sua dúvida, ok?
    abraços

    [Responda]

    Renato Miranda Reply:

    @Jefferson Palladino, sua dúvida gerou um novo post, estou terminando agora!
    Obrigado, tinha deixado esse gancho na esperança de alguém perguntar!

    abração

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  11. Sergio disse:

    Renatão… mais uma vez obrigado pela aula!

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  12. Nereujr Photo disse:

    Renato,
    Apesar da dificuldade existente nos conceitos relacionados ao tema, você conseguiu tratar o assunto com uma didática magistral.

    Parabéns mais uma vez e obrigado por compartilhar!

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  13. Renatão, Pireiii… A porta do inferno está aberta e os cães raivosos estão soltos “TTL’S” This is the future… ninguém consegue segurar esses bixinhos se vc for amigo deles… Um cão como aliado é sempre bom agora imagina um canil inteiro…aff É gg my friend… não tem pra ninguém… Um forte abraço e uma ótima semana para você!!!

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  14. Excelente post! Fica fácil entender como pensa o TTL!Obrigada. bj,

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  15. Raphael Fraga disse:

    Muito legal Renato!
    O grande problema enfrentado hoje por 99% dos fotógrafos que conheço (e são muitos) ao utilizar o flash, é exatamente não entender e pensar da forma que o sistema pensa! Aí, como tudo sai errado segundo o que eles querem, deixam o bicho de lado! Mas chegamos lá!

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  16. Luiz Pacheco disse:

    Grande Renato, parabéns por mais esta aula de fotografia e de iluminação. Entender como funciona o equipamento é vital para que o fotógrafo saiba a hora certa de aproveitar a comodidade dos modos automáticos e a hora de assumir o controle para ter um resultado melhor. Continue nos porporcionando estas aulas. Um abração.

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  17. Heider Torres disse:

    Nossa Renato, que belo post!

    Nosso papo foi bem legal naquela noite mesmo. Terminou com algumas charadas suas que foram esclarecidas com esse post e nós agradecemos muito por isso.

    Obrigado cara.

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  18. Flavio Veloso disse:

    Muito bom Renato! Claro, direto ao ponto e temperado com muito humor. Parabens.

    E um material bacana desses deveria mais tarde virar um livro não acha? Sair do mundo virtual. Tem pouquissima material realmente bom em portugues. Não agora… deixa seu trabalho ganhar mais “corpo” mas acho que é um caminho.

    Podia ser uns blurbs vendidos sob encomenda reunindo os post por ano… tipo um I Love my job – ano I, ano II, III… Acho que vc conseguiria apoio mole, mole…

    abração

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  19. Anne disse:

    Que auuuuu-au-aulaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa !! :o)
    Já imprimi pra estudar e depois praticar, praticar e praticar.
    Parabéns e obrigada pelo post tão explicativo!
    bjs
    Anne

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  20. clicio disse:

    Renatão;

    Magistral, como sempre.
    É difícil ser tnao claro e didático em um assunto tão pouco entendido pelos novatos.
    Parabéns
    Abração,
    clicio

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    Renato Miranda Reply:

    Pô, fico até envergonhado com um comentário como esse, mas acho que tive bons mestres..rsrsrs
    abraços e muito obrigado por tudo! de coração

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  21. Salvou a galera Renato! Muito bem feito o trabalho! Saudações, alessandro. =)

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  22. Ronaldo Filho disse:

    Pow, nota 10 esse post. Tirou a dúvida de muita gente. Parabéns. A melhor parte é a conversa kkkkk

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  23. Muito bom, como sempre Renato!
    E imprimir uma foto de fotometro zerado duma parede branca é uma boa maneira de fabricar um cartão cinza aproximado aos 18%.

    Abraço

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  24. Milton Majella disse:

    E seguimos aprendendo com o Renato.
    Blog fundamental.

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  25. Ótimo texto, de leitura fácil e explicativa! A conversa entre a câmera e o flash me valeram boas risadas!
    Adorei o post!
    bj
    Fla

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  26. Que post é esssseee!!!!!!! Espetacular! Dica da minha irmã @MeriCamargos. Valeu!

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  27. Dodô Villar disse:

    Muito bom Renato! Ficou muito bem explicado, esperamos outros posts como esse :D
    Ah!! lembrando.. até hoje espero o contato para realizarmos um WS em Salvador!

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  28. Oziel disse:

    Renato.
    Parabéns. Eu já percebia como o TTL funcionava mas não achava uma explicação tão clara como a sua. Em flash montado na câmera e foto feita na vertical se eu virava o flash pro lado do noivo (de preto) estourava o vestido branco da noiva, agora tenho virado sempre o flash pro lado da noiva que consigo uma luz mais do jeito que quero. Também uso muito a compensação do flash. O que não entendo é que na época de filmes eu tinha uma N8008 com flash SB 24 e a luz era bem mais correta, eu não precisava ficar compensando e os negativos ficavam muito consistentes. Eu esperava um acerto maior nos equipamentos digitais. Ficar compensando é muito ruim, tem vezes que não dá tempo, principalmente em eventos como casamentos.

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  29. Marcello Martins disse:

    Um belo post.

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  30. Wagñêr Souzà disse:

    Fantástico. Já compartilhei no meu facebook. Valeu !!!

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  31. Cleiton Tiburcio disse:

    Sensacional, se alguem não entender agora não entende nunca mais…..

    Valew Renato!

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  32. Lucia Adverse disse:

    Ótimo post Renato! Imperdível como disse o grande Clício na nossa lista de discussão Fototech. Compartilharei no Twitter.
    Parabéns!
    Grande abraço, Lucia

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  33. André disse:

    Parabéns Renato! A didática usada não poderia ser melhor. Grande abraço e obrigado.

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  34. Diney Araujo disse:

    Show o post…..

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  35. Marcia Maria Santos Cavalcanti de Albuquerque disse:

    Filho, mais uma vez, vc. se dispondo a dar detalhes aos fotógráfos amigos ou participantes do seu blog. Sou muito orgulhosa de seu trabalho, e da sua eterna generosidade em dividir com os outros. Prá mim, vc. é o CARA!!!!!!PARABÉNS!!!!!!!!!!

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  36. Marcio disse:

    Super 10 o post, td q fazemos na prática na base do experimente e tente, ilustrado num passo a passo bem didatico, exxcelente com sempre.prbns + 1 x

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  37. VOu chover no molhado qd disse “putz, que baita post”, ou “foi simples, direto e exato”… Então, já ta dito.
    Fico feliz pq há uma semana comecei a buscar material para leitura sobre flash e especialmente entender o TTL da minha D90, e vc aparece por aqui com isso.
    Pra fechar… feliz por perceber que minha forma de fotometrar, procurando entender cada vez mais o fotometro e não ser escravo dele, entender o que são os 18% de todas as cores, em toda a exposição etc, tem ido pelo caminho certo.
    Te espero no ES ainda, cara

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  38. Mais um otimo post!!!!
    Adorei!!!
    Parabens!!!

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  39. Cândido Neto disse:

    Parabéns! Até hoje não tinha visto uma explicação sobre o funcionamento TTL com tanta perfeição e tanta simplicidade. E olha que tenho procurado para ensinar aos meus alunos. Agora encontrei!

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  40. Muito bom, Renatao.

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  41. Fábio Pazzini disse:

    Fantástico, Renato. A conversa entre a câmera e o flash foi uma das mais interessantes e didáticas explicações sobre fotometria TTL que já vi. Matou a pau de uma forma muito descontraída. Abraços!

    [Responda]

  42. Vivendo e – graças a Deus – aprendendo.

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  43. Edson Ramos disse:

    Parabéns, posts como esse é que tornam a internet “útil”!!!

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  44. kin disse:

    Parabénss

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  45. Priscila Figueira disse:

    Excelente post!!
    Parabens…
    Iluminou minhas duvidas

    [Responda]

  46. Guto disse:

    Cara, acabei de comprar um flash (o primeiro) e ainda nem pude estudá-lo. Este artigo caiu na hora certa!

    Ótima explicação!

    abraço

    [Responda]

  47. Renato,
    excelente post, sempre brigo com o SB 900 em TTL!!!

    Vou testar suas dicas…

    Aguardando seu livro…

    Abraços

    [Responda]

  48. Renato Neto disse:

    Xará, arrasou mais uma vez !!!
    Abração

    [Responda]

  49. Joao disse:

    Eu te amo!

    [Responda]

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