O Canil 28
O segundo vídeo que mostrei aqui começava com dois animais: um tentava comentar os equipamentos que trazia na mochila, o outro arrumou um jeito muito convincente de fazê-lo desistir…rsrsrs…
Quando finalmente terminei a gravação, ela durava mais de 20 minutos e tinha o áudio péssimo por causa do vento. Seria inviável colocar aqui.
Em alguns comentários nos vídeos, eu fui perguntado sobre a marca dos tripés, sombrinhas e adaptadores que apareciam nas imagens, pensei que seria ainda mais útil se mostrasse o que eu levo em uma viagem como a da Jordânia/Paris. A idéia não é escrever sobre as características técnicas de cada item, isso você pode encontrar aqui, mas fazer um breve relato sobre o que é necessário para se fazer um trabalho como esse, tanto dentro da mochila quanto fora dela.
Câmeras
Nikon D200: Sinceramente eu duvidei que ela agüentasse o tranco, mas depois de vários trabalhos realizados sem que nenhum problema ocorrese, ela cativou um espaço no meu coração.
Não importa se debaixo de neve na Áustria ou no deserto escaldante da Jordânia, é tirar da mochila, ligar e se divertir.
Com grip MBD200, ela tem melhor “pegada” e permite clicar um dia inteiro sem sinal de exaustão das baterias. Um cavalo de batalha, dos bons.
Nikon D2H: Saindo às pressas de uma final chuvosa do BBB, ela escorregou da minha mão e quicou 3 vezes em uma escada de alvenaria. Minha alma gelou…apertei o disparador e ela continuou clicando, estava intacta. Usar uma dessas é entender porque as Nikon são famosas por sua resistência. Na Paraíba, durante as gravações da minissérie “A Pedra do Reino”, 10 dos seus 11 pontos de foco não funcionavam e levou banhos de champanhe no final das gravações. Grudava na minha mão, mas continuava clicando.
Com apenas 4 Mpixels e de tecnologia “ultrapassada”, ela nos serve como câmera de back-up, como teima em substituir a D200, nunca mais foi usada, mas uma palavra me vem na cabeça quando a vejo: “indestrutível”.
Objetivas
Nikkor DX 17-55 f/2.8G AF-S ED:
Essas letrinhas no nome são abreviações para: rápida, silenciosa e irritantemente nítida.
Usada para fotografar paisagens, fotos de grupo, cenas e retratos abertos, essa objetiva praticamente não sai da minha câmera.
Perfeita para retratos até a linha da cintura, mais do que isso já distorce a face do fotografado. A trava do pára-sol não funciona direito, um leve esbarrão e ele vai para o chão.
Custa um caminhão de dinheiro, mas é um investimento para a vida toda, que se paga com o tempo de uso. Minha resposta quando me perguntam se Sigmas, Tamrons e Tokinas não fazem a mesma coisa pela metade do preço: “Sem dúvida, mas não por muito tempo…”
Nikkor 70-200 f/2.8 G AF-S VR ED:
Use e se apaixone, simples assim…
O bom de se usar uma grande angular como a 17-55 aí de cima é que ela te permite ficar bem próximo dos atores, fazendo desde planos mais abertos, até closes mais fechados.
A parte ruim é que ela te deixa embaixo de um “boom”, um microfone muito sensível que vai levar os “clac”, “clac”,”clac” do espelho de sua câmera até os ouvidos tensos do diretor. Um clique fora de hora é um esporro na hora certa. Afastar-se alguns metros e encontrar uma brecha que te permita fotografar em silêncio é a especialidade dessa objetiva. O “VR” do nome é a abreviação de “Vibration Reduction”, uma tecnologia que permite que, dentro de um estúdio escuro e sem tripés, você fotografe o esperado beijo dos protagonistas de uma novela em ISO 800, f/2.8, 1/10 s e tudo saia sem uma tremida sequer.
É a pedida certa para retratos fechados com um desfoque maravilhoso e para cenas muito longe, ou para quando se é obrigado a fotografar uma onça-de-bode raivosa dentro de um viveiro fechado e ainda ter alguns metros de vantagem para correr se tudo der errado…
Pesa mais que a D200 com grip, meia hora no teu pescoço e o seu queixo encosta no peito, mas eu abandonaria minha famíla por ela…rsrsrs
Nikon AF 24-85 f/2.8-4:
O 2.8 engana facilmente, mas a verdade é que um leve giro no anel de zoom e ela já fecha em direção ao f/4. É lenta e ruidosa quando comparada as demais, mas igualmente nítida como elas. Como a 17-55 fica na câmera o tempo todo, acaba sujeita a quedas e problemas com maior freqüência, uso-a como back-up para a lente principal e uma chavezinha no corpo da objetiva revela uma excelente qualidade: uma função macro capaz de produzir fotos maravilhosas. De um tempo para cá, as três que temos na Globo ficaram temperamentais: focam 1 metro atrás do assunto quando usadas com aberturas maiores que f/4, mas em macro funcionam que é uma beleza.
AF Nikkor 50mm f1.4D:
Humm…eu poderia escrever horas a fio sobre essa objetiva. Usá-la é descobrir o significado da frase de Cartier-Bresson: “Fotografia é uma viagem a partir da realidade”.
Leve, rápida, barata (menos de 300 dólares) e nítida como nenhuma outra, acredito que a Nikon fez recentemente um “upgrade” no modelo, essa lente entra em ação quando todas as outras falham, e as supera com louvor. Na D200 ela perde um pouco da mística por conta do fator de corte de 1,5x, que a transforma em uma 75mm, mas o f/1.4 é mais do que um motivo para comprá-la, é uma ordem!
A minha é um amuleto comprado no Nepal que não me abandona jamais, se eu estiver com uma câmera, ela está junto comigo.
Dispensa tripé, flash e qualquer outro acessório e ainda te ensina muito sobre composição, enquadramento e luz. Fotografar com ela na câmera é embarcar em uma aula de fotografia com uma professora sensual e misteriosa. Sem meias palavras: um tesão de lente!
Flashes:
Speedlight SB-800:
Sério…eu preciso comentar?:)
Revolucionou a forma como eu encaro a fotografia e é o motivo da existência desse blog. Leve, prático, potente, preciso como um bisturi e ainda sincroniza em qualquer velocidade, se não bastasse, ainda funciona com 4 pilhas AA, fáceis de se encontrar em qualquer lugar do mundo. O compartimento para a quinta pilha foi uma maneira engenhosa de se contornar um problema, pena que não existam pacotes com 5 pilhas por aí…Com o advento do SB-900, sua interface ficou confusa, mas é meu “cão” de estimação. Mesmo com o SB-900 na mochila, ainda me pego usando-o sempre que necessário.
Depois que descobri um adaptador que permite o uso de vários modificadores de luz como beauty dishes, soft-boxes, sombrinhas e panelas, os flashes pesadões de estúdio estão mofando no armário lá de casa. Acho desnecessário dizer que sou apaixonado por eles, tornaram o ato de iluminar muito mais gostoso, rápido e divertido. Não entendo o motivo de não possuírem a informação de pouca bateria no painel e os leds que indicam o modo “remote” presente até no irmão mais novo, o SB-600. Quase chorei quando descobri que a Nikon havia parado de fabricá-los…portanto, corra! Em sites como o E-bay, é possível encontrar pechinchas por menos de 200 dólares.
Speedlight SB-900:
Para ser honesto com vocês, eu ainda não tive tempo de ler todo o manual do flash, mas uso-o como se ele não tivesse um. Tem uma interface tão amigável que deixa o 800 e o 600 no chinelo, e a chave que liga os modos “Remote” e “master” no canto do aparelho veio para facilitar a minha vida. É uma usina de força portátil que drena pilhas alcalinas em poucas horas, mas é uma delícia vê-lo em ação.
Consta com o aviso de exaustão de bateria no painel e tem leds que piscam quando o modo remote é acionado, mesmo à distância dá para perceber quando tudo está funcionando como deveria. É o “macho alfa” do canil pelo peso, tamanho e potência, mas ainda sonho com o SB-1000 que, espero, terá a chave seletora do 900 e o botão central do 800, achei meio desnecessário espalhar tantos botões com tantas funções pelo painel traseiro do flash. Resolveram um problema criando outro. Se estiver com 500 dólares sobrando nem pisque, compre-o, caso esteja com o orçamento apertado, o SB-600 é um senhor flash que foi muito mal interpretado, é uma ótima opção pelo valor gasto.
Filtros:
É uma questão de gosto, haja vista a quantidade de opções disponíveis, mas eu uso apenas 3 deles:
Tiffen 77mm Circular Wide Angle Polarizer Filter:
O nome impressiona, mas não é nada demais: um polarizador circular cujo diâmetro (77mm) serve para as 2 objetivas principais (a 17-55 e a 70-200) e que é fino o suficiente para não causar vinhetas na foto quando usado com a grande angular. Usado basicamente para fotos de paisagem e em conjunto com esse aí de baixo.
Tiffen 81b:
Tecnicamente falando é um filtro de conversão que reduz a temperatura de cor de 3.500K para 3.200k. É graduado em 5 versões, de A até F, sendo o F o mais potente. Esteticamente falando, elimina o “azulado” das fotos, dando uma aparência mais quente para a pele e paisagens. Uso de vez em quando junto com os flashes, para dar uma aquecida geral na foto. Quando usado com o polarizador, vira um buraco negro na frente da lente, sugando toda a luz que entra e te obrigando a usar um tripé. Sei que dá para fazer o mesmo efeito no Photoshop, mas quando você sai de um hotel às 5 da matina e só volta às 8 da noite, a última coisa que quer fazer é perder horas na frente de um laptop ajustando fotos que poderiam ter sido corrigidas em 5 segundos com o uso de filtros certos. Poupa tempo e te faz acordar melhor no dia seguinte.
Filtro de Densidade Neutra Graduada (Cokin):
É uma forma pomposa de chamar um pedaço quadrado de acrílico com um degradê de cinza que vai até a metade do filtro. Esse degradê reduz a entrada de luz na lente e permite fotos mais equilibradas de cenas com grande diferença de luz. Uso muito em paisagens quando o sol está se pondo e preciso mostrar algo de interessante no solo. Para usar o filtro com precisão, um adaptador para o diâmetro de sua lente e um porta filtros da Cokin são necessários. Quebra um galho absurdo, a superfície de acrílico risca com facilidade, mas evita que você tenha que fazer coisas bizarras como um HDR.
Tripé de Câmera:
Manfrotto 055PROb:
Eu sei…eles são pesados e difíceis de carregar, depois de 1 hora caminhando com um nas costas, dá vontade de jogar longe, mas quando surge a oportunidade de usá-lo você agradece a Deus por ter levado um.
Mais do que um simples acessório, eu considero um bom tripé um equipamento vital para a fotografia.
Feito de alumínio e com qualidade italiana, o 055 PROB é um tripé versátil e tem ótima relação custoXbenefício. Sua coluna central pode ser reduzida, deixando o tripé no nível do chão ou colocada de cabeça para baixo e lateralmente, ampliando as possibilidades de foto e melhorando a sua vida em fotos macro.
Eu uso com 2 cabeças: uma com manetes que controlam o movimento em 3 direções (não me lembro o código agora) e uma ballhead também Manfrotto, a 486RC2. Prefiro a cabeça com manetes pela precisão de uso, mas como despacho o tripé dentro da mala de roupas em viagens, a ballhead acaba sendo mais leve e ocupando menos espaço.
Tripé de iluminação e cabeça adaptadora:
Manfrotto Nano 01b:
É para cá que os “cães” saltam quando saem da mochila. Pequenos, leves e resistentes, os Nano da Manfrotto são a companhia perfeita para os flashinhos. Fechados ficam com menos de 70cm e abertos alcançam quase 2 metros de altura com a cabeça adaptadora. Não incomodam muito quando amarrados no fundo da mochila, mas seu maior trunfo é também seu pior defeito: pesando menos de 1 quilo, ficam instáveis com a menor brisa, adicione uma sombrinha grande e veja seu flash se espatifar no chão.
Para cada flash dentro da mochila, vai um tripé fora dela. Em viagem fazem companhia ao 055PRO dentro da mala de roupa, junto com as sombrinhas.
Manfrotto 026 Swivel Umbrella Adapter (Lite-Tite):
Você trabalha muito, poupa uma grana suada para comprar um novo flash e economiza justamente na peça que irá segurá-lo, carregado, a 2 metros do chão?
Para montar qualquer SB no adaptador da Manfrotto, basta enroscar a sapata que acompanha o flash no parafuso da parte de cima da figura. Retire o parafuso da parte de baixo e encaixe o adaptador na cabeça do tripé.
As bolsas pretas que acompanham os flashes tem um compartimento específico para guardar as sapatas. No SB-900 fica do lado de fora, no 800 e 600 na parte de dentro.
Uma bolsa como a Manfrotto minibag mantém 2 tripés com adaptadores e 2 sombrinhas médias bem amararrados e protegidos embaixo da mochila.
A Mochila:
LowePro PhotoTrekker Classic:
Tudo que está aí em cima e mais: canivete, um Gretag color checker, caneta, bloco de anotações, cabos USB e de vídeo, carregadores de baterias de câmera, pilhas sobressalentes, manuais de câmera e flash, filtro solar, caderneta de vacinação, fita crepe, tesoura, adaptador universal de tomadas, lanterna Maglite pequena, cabe confortavelmente dentro dessa mochila.
É impressionante a quantidade de coisas que ela é capaz de carregar. Foi comprada a 10 anos atrás e está precisando de um banho, mas não tem um fiapo fora do lugar. Já pegou neve, areia, frio, calor escaldante, água, vento, é arrastada no chão, prensada em caçambas de barcos e carros e se comporta como se nada a afetasse.
Guarda todo o seu material em áreas separadas que você mesmo pode montar de acordo com a necessidade e cabe sem problemas no compartimento de bagagem dos aviões. Está sempre contigo e preparada para ação, foi, sem dúvida, o melhor investimento que eu fiz, protege meu equipamento todo sem chamar a atenção dos “amigos do alheio”. Essa merece uma condecoração pelos serviços prestados…
Algumas coisas que facilitam sua vida e não dá para carregar na mochila:
Para fazer fotos diferentes, você vai pisar em locais diferentes. Mantenha seus pés protegidos…
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…assim como seus olhos.
Passe a gostar de anfíbios, porque será inevitável: você vai engolir alguns sapos…
…na viagem para a Jordânia, havia na equipe beduínos e gente de Israel, Síria, Líbano, Egito, Nova Zelândia, França, Transilvânia (!!), Estados Unidos, Colombia, Venezuela, Kwait, Palestina e brasileiros de todos os cantos e classes socias. Desenvolver a tolerância e paciência com hábitos e culturas diferentes dos seus não só o fará um melhor fotógrafo, como irá te transformar como pessoa, para melhor, bem melhor. A cada viagem que faço minha paixão pelo meu país aumenta consideravelmente, assim como o encanto com tudo e todos que estão fora dele.
Comporte-se bem e seja educado, lembre-se de que és um embaixador de sua cidade e país, as notícias sobre o Brasil não são as melhores lá fora, ajude a mudar alguns conceitos e veja a maravilha que é se relacionar de verdade, sem a ajuda de um computador.
Você nasceu com 2 ouvidos e uma boca: escute o que os outros irão falar e guarde tudo com você. Deixe as fofocas de lado, concentre-se no seu trabalho.
Tenha fé e pense positivamente. Tudo vai dar certo, mas não seja estúpido: se você falha ao se preparar, prepare-se para falhar.
A Aventura pode ser louca, mas o aventureiro tem que ser lúcido. Organize-se e planeje bem o que vai fazer durante o dia. Tenha sempre um plano B e C na cabeça, muitas vezes eles é que dão certo, e finalmente:
SORRIA, SEMPRE!
O AMOR É A ÚNICA RESPOSTA
.
Boa sorte!






Obrigado meu velho.
Falar mais o que?
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Valeu Renatão pela aula…de vida.
abrçs
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Mais uma vez, Renato, palavras sábias escritas por aqui!
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Grande Renato! Parabéns pelo texto… pelo pouco que pude ver quando lhe conheci, dá para ver que esse texto fala MUITO a seu respeito!
Abraço!
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O seu blog deixa a desejar pelo domínio ainda ser .blogspot.com – quando você vai ter um domínio universal .com ou .com.br ?
Por exemplo, do meu trabalho eu não consigo acessar seu blog…
Fica a dica. Abraços.
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Menino,
Não consigo fazer um comentário pra esse post, fiquei sem palavras !!!
Valeu !!
abs
Anne
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Xará, vc se supera a cada dia q passa… abração
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Ahhh! Renato!!! Eu tô comprando uma escada também porque adoro ângulo diferentes …rs
Adorei a estória da fofoca…muitas horas seria bom ser surdo viu!
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Adoro seu blog!!! Esse post foi muito bom!!!
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Muito legal cara, o blog é ótimo e este post saiu com um astral nota 10! parabéns! E obrigado por dividir suas experiências. Abs!
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Renato, parabéns!
Sabe que às vezes nos deparamos com algumas situações na vida que precisamos de um chacoalhão.
Neste post você matou a curiosidade de muitos que passam por aqui, mas mostrou também que por trás desse grande profissional existe um grande homem.
Homem que sabe o que escreve e escreveu. As palavras certas na hora certa…
Valeu!
Grande abraço,
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descrição excelente.
obrigado e parabéns!
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Renato,
este post é ótimo! E adoro seu jeitão leve e descontraido de escrever. Fiquei feliz pq meu equipo básico bate com o seu. Falta só as aulas de flash…rsrsrs.
Um beijo!
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Sapos!!!!!hahahahahah
engolir muuuuuitos,rsrsrsrsrr
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Fiz um comentário falando do fotógrafo Joe Mcnally. Espero que não tenha sido removido pq o intuito foi exaltar o seu talento Renato. Desculpe.
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Renato suas postagens são uma dose diferencial de força positiva e conhecimento, parabéns pelo seu trabalho, sou muito grato por sua generosidade em compartilhar
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Genial, Renato!
Adorei esse post, tá lindo, simples e delicioso de ler.
E me pôs a pensar em algumas coisinhas…
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Seu blog está cada vez bombando mais, hien??? Dar parabéns é pouco…
Posso fazer uma pergunta? Na cena imediatamente anterior à da cadeira de rodas, o que é aquilo sobre a cabeça dos fotografados? E quantos cãezinhos voce usou ali e em que posição??
Já tive dificuldade em fotos externas com muita luz e sombras no meio – acho que é a situação que voce encontrou ali, não?
Grande beijo!!
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A Duracel tem pacotes de 5 pilhas agora… tem nas Lojas Americanas!
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Renato, teu blog foi uma descoberta e tanto…! Passarei a te acompanhar não só pelo teu trabalho excelente, mas tb por tua simplicidade como pessoa, PARABÉNS!
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Renato Miranda Reply:
dezembro 31st, 2009 at 03:26
Obrigado Vivian!! Demorei para responder por causa do trabalho, mas voltei a carga agora!!
bjão e sucesso em 2010
Renato
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ray ban 3025
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ray ban 3025
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Prazer em conhecê-lo Renato!
Ainda que, por enquanto, só virtualmente muito me alegra conhecer seu espaço, I love my job.
É muito importante e enriquecedor trocar experiências com outros cologas, se é que posso te considerar assim.
Gostaria de trocar uma idéia contigo, mas o farei por e-mail, pode ser?
Obrigada pela partilha.
Abraço meu irmão!
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Renato Miranda Reply:
maio 7th, 2010 at 01:56
Oi Liliana,
achoq ue já recebi o teu email e vou responder em breve! A idéia do blog é justamente essa: aproximar.
Seja bem-vinda!
bjs
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Caro e estimado Renato Rocha Miranda,
Aprecio seu trabalho e o amor que vc deposita nas suas fotos. Estou correndo atrás para viver da fotografia(a estrada é difícil e cheia de pedras cortantes0mas vale a pena. Obrigado pelas dicas, por esse texto que fala mesmo sem ser técnico, muito sobre que equipamentos usar e como usar.
Obrigado e continue sempre compartilhando esse seu conhecimento,
Juliano Rocha.
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Fui apresentado ao seu blog por uma amiga Nikonzeira que é IMPRESSIONADA com seu trabalho. Fiquei surpreendido com sua capacidade de interagir com o leitor e como age bem com com os cães. Trabalho profissionalmente com Canon. Sempre tive uma idéia de usar meus pupilos da mesma forma com a qual você trabalha, só que eu tinha um certo receio. Hoje sei que posso viajar em minhas idéias, compor novos esquemas de luz e ter um resultado surpreendente.
Obrigado por compartilhar seus conhecimentos. O mundo da fotografia precisa de gente assim.
Abraços!
Se vier em Goiânia, no quintal de minha casa tem um lindo canil, rsrsrs
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Renato Miranda Reply:
abril 18th, 2011 at 00:26
Oi Virgílius! Obrigado por escrever, to meio atrasado aqui com o blog, mas agitando muita coisa por fora. Solta esses cães por aí!! Quando vier aqui no Rio vamos colocar esses cães para funcionar!!
abraços e boa sorte!!
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