Flash: um pouco de luz no assunto… 7
Eu sei… O trocadilho do título é infame, mas quem já tentou ler as instruções de qualquer modelo atual deve ter se sentido perdido lá pela página 3. Como a tecnologia presente nesses equipamentos é revolucionária e a linguagem utilizada nos seus manuais mostra como um escritor pode ser sádico, os usuários comuns ficam com a falsa sensação de que basta programá-los para funcionar no modo TTL que todas as suas dúvidas serão sanadas e assim, acabam perdendo uma excelente oportunidade de aprender um pouco mais sobre luz e de como expandir os limites da sua criatividade.
Aquele que deseja se profissionalizar ou aprimorar sua prática fotográfica deve perder o medo e aprender a usar corretamente o flash para se destacar em um mercado repleto de desinformação e dogmas ultrapassados.
Nesse texto eu tentarei explicar alguns conceitos básicos que vão ajudar você a usar com tranqüilidade esse acessório poderoso e injustamente criticado, mas antes de avançarmos eu devo avisá-lo que usarei como exemplos câmeras digitais e flashes da Nikon, isso não deve ser entendido como um atestado de supremacia de uma marca, os conceitos e operações aqui descritos valem para qualquer equipamento atual, mas se você ainda insiste em achar que um determinado fabricante é capaz de produzir imagens “melhores” que as de outro, talvez seja uma boa hora de rever seus conceitos. Uma máquina fotográfica é apenas uma ferramenta, sozinha ela não passa de um caríssimo enfeite de estante. Seu cérebro é que faz toda a diferença. Use-o!
Por que usar o flash?
Uma das maiores dificuldades para qualquer fotógrafo é compreender como a cena que ele está vendo será registrada em um filme ou sensor digital. Seus olhos são infinitamente mais sensíveis que qualquer fotômetro, eles conseguem perceber diferenças de contrastes de até 13 pontos (alguns autores falam em até 20) enquanto sua câmera só registra variações de no máximo 5. Voltando aos conceitos básicos de exposição, lembre-se de que abrindo um ponto (stop) no diafragma, o dobro da quantidade de luz atinge o sensor de sua câmera, portanto seus olhos têm uma vantagem de 28 em relação a seu fotômetro. É uma diferença abissal, mas não se incomode se você matou a aula de exponenciação no colégio, o detalhe a considerar é que você “vê” duzentas vezes mais alterações de contraste que sua câmera.
Para ilustrar esse conceito, observe a foto abaixo:
É a típica cena de por-do-sol com um motivo interessante acontecendo no primeiro plano. Eu conseguia enxergar todos os detalhes da cena: o céu, os jovens com os fogos de artifício e até a textura da cruz. Eu medi a luz no céu (f/7.1, 1/180s) e logo depois a área de sombra (f/7.1, 1 s).
A diferença entre a alta e baixa luz é bem maior que os 5 pontos de contraste que o sensor pode captar. Ao ajustar a exposição para a alta luz, forcei a câmera a escurecer o primeiro plano, dando à foto a dramaticidade que eu procurava.
Se eu tivesse escolhido a menor velocidade de obturador na sombra, teria mostrado os detalhes do primeiro plano, mas perderia toda a beleza do céu com uma superexposição desagradável.
Observe o resultado na foto abaixo, onde exagerei no photoshop os efeitos da exposição na sombra.
Para fazer com que a câmera registrasse a imagem que meus olhos estavam vendo, eu devo diminuir o contraste da cena. Como? Adicionando mais luz nas áreas de sombra, alterando assim a exposição das baixas luzes.
Essa é exatamente a função básica do flash: diminuir o contraste de uma imagem.
Quando usar o flash?
A resposta é simples: quando você quiser. No nascer do sol, ao meio dia, em locais abertos ou fechados, no por-do-sol, à noite, com altas ou baixas sensibilidades de filme, etc. Seu flash é apenas uma fonte de luz auxiliar. Não existe um livro de estética ou regras sagradas para o uso desse acessório, em algumas situações você deve usá-lo para obter a melhor imagem possível, em outras, você está no comando, seu gosto pessoal ou alguma decisão específica de um cliente é que vão determinar se vale à pena diminuir o contraste da cena. Na imagem que utilizei como exemplo, não era a minha intenção mostrar detalhes na sombra, logo, mantive o flash na mochila.
É lógico que o bom senso (e seu irmão mais velho, o bom gosto) deve sempre acompanhar o fotógrafo. Muitas vezes eu tenho que abdicar do meu gosto pessoal para atender as exigências de um trabalho. Seus clientes não se importam com suas pretensões artísticas, se você é contratado para fotografar um produto, uma modelo ou um evento, o assunto principal deve estar destacado e iluminá-lo corretamente é a melhor forma de garantir isso. Aprenda a separar o que você gosta do que os que seus clientes gostam.
Como o flash funciona?
Antes de tudo, ele é um equipamento limitado, não é um Sol portátil alimentado por 4 pilhas AA. Eu acho estranho ver torcedores de futebol, sentados na última fileira da arquibancada, disparando os flashes de suas máquinas quando os jogadores comemoram um gol no gramado. Se a luz gerada pudesse iluminar corretamente 200 metros à frente, seus companheiros de torcida logo abaixo seriam vaporizados no momento do clique.
O funcionamento de um flash obedece a uma fórmula matemática simples:
No guia= abertura x distância
Bom, não há muito que explicar o que significa “distância” na fórmula: é a quantidade de metros que separa o flash do assunto fotografado. O mesmo ocorre para “abertura”: é o diafragma da lente que vai expor corretamente a foto. Como esse número é adimensional, o resultado dessa multiplicação é expresso em metros (ou pés, se você gosta de unidades estranhas), logo, o número guia (NG) é uma unidade de distância, por mais estranho que isso possa parecer. Quanto mais alto for o valor do número guia de um flash, mais potente ele será, já que maior será a área de cobertura da luz. Daí vem a noção de número guia associado à potência do aparelho.
Meu SB-800 tem um número-guia de 38m (ou 125 pés) para ISO 100. Ao mudar a sensibilidade do meu filme eu altero a potência do flash, variando também o seu número-guia, mas ao contrário do que se pode esperar, a relação não é linear: o valor não dobra se a sensibilidade duplicar. Leia o manual de instruções para conhecer a potência do seu flash.
Alguns modelos têm a capacidade de concentrar o facho de luz quando o anel de zoom da objetiva é acionado, quanto mais concentrado, maior o alcance do flash, logo, maior o número- guia.
Trocando em miúdos: quanto maiores forem a sensibilidade da câmera, a abertura de sua objetiva e a posição da cabeça do flash, mais potente ele se torna (e menos baterias você gasta).
Então, para fotografar usando flash é necessário multiplicar valores o tempo todo? Não! Os modelos atuais são capazes de fazer isso mais rapidamente que você e com inúmeras vantagens, mas os primeiros equipamentos eletrônicos portáteis, que datam da metade do século passado, obrigavam o fotógrafo a rápidos cálculos e muito treino.
Com o avanço da tecnologia e a miniaturização dos
equipamentos, os fabricantes passaram a criar tabelas com as respectivas relações de distâncias e aberturas correspondentes na parte de trás dos modelos (ou na lateral, veja detalhe à direita). Bastava estipular a distância do assunto fotografado e checar qual a abertura correta. Para motivos estáticos era uma facilidade, mas caso a distância em relação ao flash se alterasse, o fotógrafo tinha que compensar variando a abertura. Com prática, atingia-se a perfeição.
Repare na foto 2, que mostra a parte de trás de um flash Cullmann com a tabela de exposição. Se o assunto fotografado estiver a 1 metro do flash, a abertura correta a ser usada é o f/16, em ISO 100 (seta vermelha). Mude a distância do assunto para 6 metros e a abertura aumenta para f/2.8 (seta amarela).
Usando esse flash, se eu me aproximo do assunto e não altero a minha abertura, minha foto sai super exposta. Pior, se eu quiser fotografar qualquer coisa a 1 metro de distância, tenho que me contentar com a grande profundidade de campo da abertura fixa em f/16.
Os modelos modernos contam com uma tecnologia de telemetria invejável. Todos os cálculos são feitos na velocidade da luz e garantem uma exposição correta mesmo que o assunto se movimente erráticamente. Como isso é possível?
Seu flash monitora constantemente a quantidade de luz gerada. Considerando que o que ele controla se move a uma velocidade de 300 bilhões de metro por segundo, percebe-se que é um processo muito rápido. Para o seu flash, nada está se movendo, tudo está parado!
Repare, agora, na parte traseira de um SB-800:
Com a abertura ajustada em f/5.6, qualquer assunto entre 60 cm e 6.7 m (os limites dentro do retângulo) pode ser iluminado corretamente. Quando o foco é estabelecido em um plano dentro desses limites, a objetiva envia a distância correta para o flash e, baseado na interpretação do fotômetro da câmera, ele calcula por quanto tempo e em qual intensidade a luz deve incidir no motivo fotografado. É rápido demais para seus olhos enxergarem, e talvez daí venha toda a dificuldade em usá-lo: você deve entender seu funcionamento, já que é impossível ver o que está ocorrendo.
O sistema seria perfeito se não fosse um detalhe: o fotômetro de sua câmera pode ser enganado ao comparar tons excessivamente claros ou escuros com o padrão cinza 18%, e vai passar esse erro adiante para o flash. As iniciais “TTL” no painel do aparelho indicam que ele está contando com as informações do sistema de exposição da sua câmera. Posicione o que quiser fotografar contra um fundo muito claro ou escuro e você vai ter problemas. Para aproveitar todas as vantagens do flash, os conceitos sobre exposição devem estar bem claros. É a única coisa que ele te pede para fazer: “meça corretamente a luz de sua cena que eu me viro para iluminá-la”.
Já que comentei sobre exposição e só mencionei a abertura da objetiva, fica a pergunta: e a velocidade do obturador? Na fórmula NG=abertura x distância, nenhuma variável nos indica qual valor usar. Alguns detalhes merecem explicação.
O disparo acontece em velocidades muito rápidas, um SB-800 descarrega toda a sua potência em apenas um milionésimo de segundo (1/1050 s aproximadamente, segundo o manual). Na menor carga possível (1/128), a velocidade chega a quase quarenta vezes esse valor, 1/ 41.600 s. É mais rápido que qualquer obturador existente nos modelos de câmera atuais.![]()
O obturador de uma SLR (digital ou não) nada mais é do que duas cortinas que se deslocam em sincronia, controlando o tempo que a luz atinge o sensor (ou filme). A partir de uma determinada velocidade, a segunda cortina parte antes que a primeira atinja o fim do percurso. Não há mais uma “janela” possibilitando a exposição de todo o sensor à luz, mas uma fresta que se desloca velozmente.
Dispare um flash nessa velocidade e parte da luz é bloqueada pelas cortinas, causando o aparecimento de tarjas negras na foto.
A maior velocidade que sincroniza a abertura total do obturador com o disparo do flash chama-se velocidade de sincronismo. Consulte o manual para conhecer a da sua câmera. Na D200, por exemplo, é 1/250 s.
Esse valor era um parâmetro a ser considerado nas máquinas mais antigas, que não contavam com a automação presente tanto nos flashes como nas DSLR atuais.
Do mesmo modo que analisa a luz refletida pelo objeto, controlando o momento preciso de interromper a emissão luminosa, flashes como o SB-800/600 são capazes de sincronizar o disparo com QUALQUER velocidade de obturador, emitindo pequenos pacotes de luz enquanto a fresta percorre o quadro. Sua câmera deve ser ajustada para permitir essa operação. Na família D2, habilitando-se a opção 1/250 s (Auto FP), automaticamente o modo de sincronismo em alta velocidade (modo FP) é selecionado. Velocidade de obturador não é mais um problema, seu flash iluminará corretamente a foto mesmo em 1/8000 s, deixando você livre para se preocupar com assuntos mais importantes. Nunca tanta tecnologia esteve disponível ao toque de um botão…
Ok, mas como eu coloco tudo isso para funcionar no momento da foto? Se quiser usá-lo no modo TTL, basta ligar o flash e se concentrar na exposição desejada, mas há outros modos de operação que serão o assunto do próximo artigo.
Observe as fotos abaixo:
Esse retrato dos atores Thiago Rodrigues e Fernanda Vasconcelos foi feito em Amsterdam, durante as gravações da novela “Páginas da Vida”. O sol está a minha esquerda, produzindo uma luz lateral que gera sombras no lado direito dos rostos. Embora eu goste do efeito contrastado, as sombras pronunciadas dificultam a impressão dessa imagem em algumas publicações.
A imagem seguinte foi feita em condição mais crítica: ao posicionar a atriz Ana Paula Arósio contra o sol, ganhei uma bela contraluz, mas joguei todo o seu rosto em uma região de sombra que ia além da capacidade de registro da câmera. Eu conseguia enxergar detalhes ali, mas sabia de antemão que ela sairia escura na foto. Há algum problema com isso? Muitos, se o seu objetivo é mostrar a atriz em um parque em Amsterdam, de nada adianta uma foto que precisa da legenda: “A silhueta na foto é da atriz Ana Paula Arósio”.
Antes de posicionar todos os elementos, eu medi a luz refletida pelo gramado logo atrás da bicicleta (um tom próximo do cinza 18%): F/10 e 1/60 s em ISO 200, garantindo uma boa profundidade de campo e uma velocidade rápida o suficiente para congelar pequenos movimentos. O ISO baixo garantiu uma imagem livre de ruídos desagradáveis.
Só me restava reduzir o contraste nas sombras, como tinha muito pouco tempo para a sessão de fotos, liguei o flash no modo TTL (certo de que minha exposição fora medida no local correto) e conferi se a distância do meu ponto de foco se encaixava na faixa de iluminação do flash. Encaixava-se. Enquadrei e apertei o disparador!
O flash iluminou o primeiro plano e a velocidade do obturador conseguiu captar toda a luz ambiente, o que é chamado de fill-flash, ou flash de preenchimento. Se eu resolvesse fazer uma imagem utilizando uma velocidade mais rápida que a recomendada, como por exemplo, 1/500 s, acima da velocidade de sincronismo de minha câmera? A foto ao lado mostra um exemplo:
Como um SB-800 sincroniza em qualquer velocidade, a modelo foi iluminada da mesma forma que na foto anterior, só que escureci o fundo ao reduzir em um ponto a velocidade indicada pelo fotômetro.
As imagens a seguir mostram a conseqüência de se “brincar” com o obturador:
Ambas foram feitas em seqüência, com a mesma sensibilidade (ISO 1.000), mesma abertura (f/3.5) e no mesmo local. O flash foi posicionado à direita dos atores Daniel de Oliveira e Stênio Garcia, utilizando-se um cabo de extensão.
No primeiro exemplo, um flash de preenchimento iluminou as sombras e deixou balanceadas a luz do fundo (1/60 s de obturador) e a gerada pelo acessório.
Na outra imagem, o flash foi utilizado como luz principal. Como aumentei a velocidade do obturador, não dei tempo para a câmera expor o fundo.
A capacidade de estabelecer relações com a luz natural é o maior argumento a favor do flash. Adicionar uma luz controlável dá ao fotógrafo a capacidade de alterar a iluminação disponível, forçando-a a trabalhar de acordo com a sua vontade e não o contrário.
Direção e Qualidade da Luz
Seus olhos enxergam o mundo em três dimensões, uma foto o registra em apenas duas: comprimento e largura. Posicionar corretamente o ângulo no qual a luz incide sobre um objeto é a melhor forma de mostrar seu volume, destacar texturas e realçar uma sensação.
Apesar de conveniente, o topo das câmeras é um local curioso para abrigar o encaixe de um acessório de iluminação. Além de incomum, uma luz frontal na altura da cabeça produz sombras desagradáveis que evidenciam o uso do flash, limpa as texturas e “achata” os volumes, além de criar brilhos desnecessários.
A comparação entre a luz do flash e a proporcionada pelo Sol é uma injustiça, haja vista as diferenças de potência e possibilidades, mas uma coisa eles têm em comum: são pequenas fontes de luz.
É estranho fazer essa afirmação para um astro com um diâmetro de 1,4 bilhão de metros, mas sua distância à Terra é tão grande que ele se torna uma fonte luminosa relativamente pequena, cuja principal característica é a rápida transição entre luz e sombra. Veja as fotos abaixo:
Produzi esse auto-retrato com o SB-800 colocado à esquerda da câmera. Note que a linha que divide a área iluminada do meu rosto da parte na sombra é bem definida, não há uma zona de penumbra como na foto da atriz Paola Oliveira (abaixo), feita com um flash de estúdio com uma caixa difusora (um soft box) de 1,20m x 0,90m colocada bem próxima da modelo. Alterando o tamanho da fonte luminosa, diminuí a “dureza” da luz, fazendo com que ficasse mais difusa.![]()
É possível suavizar a iluminação do flash fazendo com que a luz reflita em uma superfície maior antes de iluminar o assunto desejado, como paredes e tetos ou até mesmo rebatedores como isopor ou tecidos. Escolha com cautela a superfície, pois uma parede ou teto coloridos irão alterar a cor da sua cena.
Vários modelos contam com uma cabeça móvel tanto vertical quanto horizontalmente, conseguindo melhorar a direção e qualidade da luz com um rápido movimento, mesmo com flash na sapata da câmera. Veja alguns exemplos:![]()
Para evitar as sombras dos atores no fundo da cena, levantei a cabeça do flash e utilizei o teto do barco como rebatedor. A luz vinda de cima é mais natural que a frontal e como a fonte luminosa é uma superfície mais extensa, produziu uma iluminação mais suave em toda a foto.
Com cabeça do flash levantada e a câmera na vertical, usei uma folha grande de isopor como rebatedor para produzir esse retrato da atriz Manoela do Monte, obtendo o mesmo efeito de difusão (repare que a baixa velocidade de obturador permitiu que a iluminação atrás da atriz fosse captada pela câmera)![]()
Uma das grandes vantagens dos equipamentos atuais é a possibilidade de serem disparados fora da câmera, por um sistema de fotocélula. Menos trabalho para o fotógrafo e mais qualidade na luz. Repare na foto da atriz Luli Müller (abaixo), feita com o SB-800 a minha esquerda e com uma tampa difusora, sem o auxílio de nenhum rebatedor.![]()
Todas as imagens aqui mostradas foram feitas com o flash no modo TTL, as minhas maiores preocupações foram a medição correta da luz e o alcance do flash. Há outros modos de operação, mas tentei me concentrar naquele mais usado pela maioria das pessoas, em um próximo artigo, comentarei detalhadamente sobre as outras possibilidades de uso.
Conhecimento, antecipação e criatividade são a chave para boas fotos. Seu flash pode fazer muito por você em situações onde a luz disponível é ruim, faça fotos de teste e vá criando confiança no uso do equipamento.
Boa sorte e até a próxima!







fazer fotos no modo ttl é gastar muita bateria e Pilhas
modo manual e 1/8 ou 1/16 , da para fazer 3.000 fotos
com a mesma carga isto é um consumo baixicemo.
não sabia mas agora so uzo essa maneira da muiro certo.
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Obrigada por partilhar. Estou tentando aprender um pouco sobre flash e parece que aqui e um bom lugar!
Vlw!
Abraços
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@Adriana,
Obrigado, espero ajudar mais. Qualquer coisa é só escrever, ok?
bjs
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Agora acho que vou conseguir aprender….Tá mais bem explicado que os cursos que fiz.Parabéns!!!!!
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Aqui é que estou aprendendo muito. Por favor, me ajude nessa. Ao fotografar pássaros usando flash(sb 900), não consigo”congelar a imagem”, pois sempre fica o borrão nas asas. A velocidade máxima que consigo na minha máquina( D90)é de 1/200. Tem como aumentar essa velocidade para 1/1250 utilizando o flash? Como?
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Renato Miranda Reply:
julho 5th, 2011 at 03:20
Sim, há, vc deve habilitar a função Auto FP nas configurações de sua câmera, se não me engano é a função E5 na D90. Com ela habilitda o SB-900 consegue sincronizar com qualquer velocidade do obturador, mas perde potência considerável acima da velocidade de sincronismo, se o beija flor estiver muito longe talvez seja impossível com um flash só. Espero ter ajudado!
abraços
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Muito bom! bjs
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